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Planos
07.06.16
ED. 5384

Sócios da Máquina de Vendas têm um último duelo marcado

 A segunda maior aliança societária da história do varejo de eletroeletrônicos no país parece fadada a ter o mesmo destino da primeira. A exemplo de Abílio Diniz e Michael Klein, os empresários Ricardo Nunes e Luiz Carlos Batista, donos da Máquina de Vendas, estariam a poucos passos do rompimento. De acordo com informações filtradas junto à empresa, o desmonte da sociedade se daria com a saída de Batista do negócio. Segundo o RR apurou, o empresário já teria sido procurado por fundos dispostos a comprar sua participação de 50% na rede varejista. Um deles seria o Kinea, braço de private equity do Itaú. Procurada pelo RR, a Máquina de Vendas nega o fim da sociedade e a saída de Batista da companhia.  Caso a decisão de Batista de deixar a empresa se confirme, dentro da própria Máquina de Vendas muitos já se perguntam se ela será o epílogo desta crônica do desamor societário – marcada por intrigas e acusações de parte a parte pelos erros estratégicos e pelo mau desempenho da rede varejista – ou apenas o início de uma nova contenda. Em jogo, uma provável disputa pela marca Insinuante.  Luiz Carlos Batista estaria disposto a ficar longe de Ricardo Nunes e da Máquina de Vendas, mas não do varejo. Os mais próximos ao empresário apostam que, ao deixar o negócio, ele fará de tudo e mais um pouco para carregar consigo a bandeira Insinuante, que, em 2010, se uniu à Ricardo Eletro para dar origem à Máquina de Vendas. Trata-se da rede varejista erguida por seu pai, Antenor Batista, a partir de uma sapataria em Vitória da Conquista (BA). Contudo, as razões para o empresário brigar pela marca vão além de questões sentimentais. A Insinuante seria a bandeira perfeita para Batista hastear em um futuro projeto no setor, que marcaria sua volta às origens, leia-se a abertura de uma nova empresa ou mesmo a compra de uma rede de lojas com foco no Nordeste.  Tudo parece caminhar para uma renhida disputa pela marca Insinuante na Justiça. Difícil imaginar que Ricardo Nunes entregue ao desafeto o direito de fincar a bandeira em um novo projeto que, potencialmente, concorrerá com a própria Máquina de Vendas. Para muitos, este futuro round já teve início com a reestruturação recém-deflagrada na companhia. Nada mais sintomático do que uma das medidas impostas por Nunes após uma longa queda de braço com Batista: até o fim do ano, todas as lojas da Máquina de Vendas estarão operando com a marca Ricardo Eletro. O empresário teria se aproveitado de pesquisas de opinião mostrando que a bandeira que leva seu nome tem um maior índice de recall em todo o Brasil para tirar a Insinuante de circulação. Procurada pelo RR, a Kinea não comentou o assunto.

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07.06.16
ED. 5384

Prejuízo tem perfil cativo no Linkedin

 Talvez seja o caso de o próprio Linkedin recrutar entre seus usuários novos gestores para a operação brasileira. Os atuais, a começar pelo presidente da empresa no país, Oswaldo Barbosa, estão em xeque. Se, por um lado, a subsidiária tornou-se a terceira maior do grupo no mundo – são 25 milhões de perfis, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia – por outro, não consegue transformar o negócio em lucro, mesmo após cinco anos de operação no Brasil.  A fonte do RR, que conhece os meandros do segmento de mídias sociais, informou que a previsão da companhia era alcançar o breakeven no ano passado. Mas nem sequer arranhou. O primeiro semestre sequer acabou e o Linkedin já dá como certo mais um ano no vermelho, a exemplo do que vem ocorrendo desde 2011. A operação brasileira tem ajudado a piorar a previsão de receita do grupo. Neste ano, o Linkedin teve uma perda de valor de mercado de quase US$ 10 bilhões na Nyse. Procurada pelo RR, o Linkedin não comentou o assunto.

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07.06.16
ED. 5384

Ressurreição

 Dow Chemical e Kuwait Petroleum Corporation retomaram as negociações para a construção de uma fábrica de resina termoplástica verde no Triângulo Mineiro, um investimento de US$ 1 bilhão. Há cerca de dois anos, ambas estiveram perto de um acordo, mas o negócio não foi à frente devido à queda na demanda por álcool químico. Como a planta só ficará pronta em 2020, a expectativa da dupla é que, até lá, a crise já tenha passado. Oxalá! Procurada pelo RR, a Dow Chemical não comentou o assunto.

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07.06.16
ED. 5384

Um abacaxi na mesa de Fernando Coelho

 O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, encontrou sobre a sua mesa um abacaxi político. Tem de decidir sobre a construção de uma linha de transmissão entre o Brasil e a Venezuela. O projeto visa abastecer de energia estados da Amazônia nos períodos de queda de volume nos reservatórios de grandes hidrelétricas da região. O problema é que o Brasil teria de bancar 100% do empreendimento, avaliado em R$ 1 bilhão. Se ficar, Henrique Meirelles, frita o Coelho, pois o caixa do Tesouro não está para gastos adicionais. Se correr, José Serra devora o Coelho, já que os investimentos bilaterais acabam sendo incorporados ao seu figurino de “chanceler fazedor de tudo”.

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07.06.16
ED. 5384

Vai dar tempo?

 Conforme o RR antecipou na edição de 19 de maio, Vinicius Lummertz reassumirá a presidência da Embratur ainda nesta semana. Isso, claro, se o seu padrinho, o ministro do Turismo, Henrique Alves, permanecer no cargo até o dia da posse.

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 O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, está decidido a realizar uma nova auditoria na Transpetro. Será a segunda devassa na subsidiária em pouco mais de um ano – a primeira, no início da gestão Aldemir Bendine, foi conduzida pelos escritórios Gibson, Dunn & Crutcher e Trench, Rossi e Watanabe. Procurada pelo RR, a Petrobras não comentou o assunto.

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07.06.16
ED. 5384

Terra chinesa

 O CIC, fundo soberano chinês, estaria comprando longas extensões de terra para o plantio de soja no Maranhão e Piauí.

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07.06.16
ED. 5384

Entreouvidos

 O Secretário de Comunicação do Planalto, Marcio de Freitas, promete ter uma passagem inesquecível pelo cargo. Ao menos para a chamada mídia ninja.

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