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Planos
27.05.16
ED. 5377

Mosaic avança sobre o novo eldorado do fosfato

 A indústria brasileira de fertilizantes está em ebulição. No momento em que a China Molybdenum (CMOC) desembarca no país com a compra de ativos da Anglo American e a Vale busca um parceiro no setor, a Mosaic negocia a aquisição de um dos mais cobiçados “pedacinhos” de terra deste mercado. Os norte-americanos já teriam feito uma oferta pela mina de fosfato localizada entre as cidades de Presidente Olegário e Patos de Minas, deixando para trás concorrentes como a norueguesa Yara . Os direitos de pesquisa e lavra pertencem ao Grupo Magnor. A jazida, que ocupa uma área de 900 hectares, é a principal reserva de fosfato de Minas Gerais e uma das cinco maiores do país: o volume estimado gira em torno de 1,5 bilhão de toneladas. O investimento necessário para torná-la economicamente viável beira os R$ 3,5 bilhões.  Os norte-americanos consideram o negócio absolutamente estratégico para a montagem de uma operação integrada. A mina deverá garantir mais de um terço do fosfato consumido pelas misturadoras da Mosaic no Brasil, reduzindo em mais de 25% os custos da empresa com a aquisição do insumo – hoje integramente importado. A investida se dá pouco mais de dois anos depois de o grupo desembolsar US$ 350 milhões para ficar com os ativos de fertilizantes da conterrânea ADM no Brasil e no Paraguai. Maior produtora mundial de fertilizantes, a Mosaic não tem poupado adubo financeiro para expandir sua operação no Brasil. Além da aquisição dos negócios da ADM, desembolsou no ano passado cerca de US$ 10 milhões para ampliar sua fábrica de Catalão (GO). Mas nem só de flores é feita a lavoura da empresa no país. Há pouco mais de um ano, Tobias Grasso deixou a presidência da Mosaic no Brasil, sendo substituído por Floris Bielders. Consta que Grasso desgastou-se com os norteamericanos ao conduzir exatamente o processo de compra dos ativos da ADM. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Mosaic, Grupo Magnor e OAS.

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27.05.16
ED. 5377

Ruralistas mandam a conta do impeachment

 O setor agrícola começa a despachar para o gabinete de Michel Temer as faturas pelo apoio ao impeachment de Dilma Rousseff. A bancada ruralista do Nordeste – à frente os senadores Eunício de Oliveira (PMDB-CE) e Benedito de Lira (PP-AL) – pressiona o presidente Temer com o objetivo de arrancar a imediata sanção da Medida Provisória 707, aprovada no plenário do Senado na última semana. A MP permitirá o abatimento de grande parte das dívidas contraídas por agricultores da região da Sudene junto a bancos públicos – notadamente BB e Banco do Nordeste. Eles poderão quitar os passivos, que totalizam cerca de R$ 6 bilhões, com deságios de até 95%.  A medida beneficiará, sim, pequenos e médios produtores, mas, no meio da multidão, aliviará o calo de grandes agricultores, especialmente empresas e cooperativas de maior porte que tomaram recursos no BNDES para a compra de caminhões. O Nordeste, ressalte-se, é apenas o começo. Dois dos mais influentes representantes do setor agrícola no Congresso, os deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e Luiz Carlos Heinze (PPRS), já articulam para que a Presidência da República encaminhe uma nova MP ao Congresso estendendo os benefícios aos ruralistas do Centro-Oeste e da Região Sul.

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27.05.16
ED. 5377

Desentendimento fraternal

 O nonagenário Camilo Cola não merecia um entardecer de vida tão conturbado. Seus dois filhos travam uma disputa judicial pelo controle das empresas da família, o Grupo Itapemirim entrou em recuperação judicial e Cola ainda se viu obrigado pelas circunstâncias a recorrer a um antigo desafeto. Recentemente emissários do empresário capixaba teriam procurado Jacob Barata, rei das companhias de ônibus do Rio de Janeiro, para sondá- lo sobre o interesse de comprar ativos da Itapemirim. Procurado pelo RR, Barata nega que esteja em conversações com o grupo capixaba. Já a Itapemirim não quis se pronunciar.

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27.05.16
ED. 5377

Controle chinês

 A Eletrobras colocou à venda um de seus principais ativos de transmissão: a fatia de 49% no primeiro linhão de Belo Monte. A participação já teria sido oferecida à State Grid, detentora dos demais 51%. Caso feche o negócio, os chineses controlarão todo o sistema de transmissão de Belo Monte. A State Grid já é dona de 100% do segundo linhão.

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27.05.16
ED. 5377

Água e esgoto

 A Aegea Saneamento negocia a compra de ativos da OAS Soluções Ambientais. Tragada pela Lava Jato, a empresa se resume hoje a uma concessão em Guarulhos e outra em Lima, no Peru. Procurada, a Aegea confirmou o interesse na operação de Guarulhos.

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27.05.16
ED. 5377

Consolação

 O deputado José Carlos Aleluia, que era o favorito para a Pasta de Minas e Energia e acabou preterido por Fernando Coelho Filho, duela com o também baiano Paulo Souto pelo direito de fazer a nova diretoria da Chesf .

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27.05.16
ED. 5377

Estiagem

 A crise bateu na operação brasileira da Bayer CropScience, historicamente uma das mais rentáveis do grupo. No primeiro trimestre deste ano, a receita da subsidiária caiu 10% em relação ao mesmo período em 2015. Trata-se do pior desempenho nos últimos seis trimestres.

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27.05.16
ED. 5377

Fogaréu amigo

 José Serra está convencido de que as especulações sobre sua saída das Relações Exteriores para assumir o Planejamento na vaga de Romero Jucá são obra de quem não quer vê-lo nem num cargo nem no outro.

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27.05.16
ED. 5377

Iô-iô

 A CCE é um iô-iô. A fabricante de eletroeletrônicos, que no intervalo de três anos foi negociada para a Lenovo e recomprada pela família Sverner, estaria novamente à venda.

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