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Planos
24.05.16
ED. 5375

Novo diretor do ONS está sentado em uma cadeira elétrica

  A julgar pelo agressivo bote do governo Temer sobre o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), não haverá blindagem ou tempo de mandato capazes de proteger os diretores de agências reguladoras e congêneres de interferências políticas. Há apenas uma semana no cargo e com quatro anos de gestão pela frente, o novo diretor-geral do ONS, Luiz Eduardo Barata, já é um “cabra marcado para morrer”. Segundo o RR apurou, o ministro da Casa Civil, Geddel Vieira Lima, e o titular da Pasta de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, articulam com aliados e empresas do setor elétrico a derrubada de Barata e a consequente tomada do controle do ONS. O nome mais cotado para substitui-lo é o de Jerson Kelman, ligado ao PSDB. Atual presidente da Sabesp, Kelman já presidiu a Aneel e a Agência Nacional de Águas (ANA), esta última ainda na gestão FHC. Também comandou a Light, controlada pela Cemig, entre 2010 e 2012, portanto durante o governo do tucano Antonio Anastasia em Minas Gerais.  O governo e, em especial, a cúpula do setor elétrico não abrem mão de ter o comando do ONS, cargo estratégico pelo seu poder sobre a operação de todo o sistema interligado de energia do país. Aproveitam-se do fato de que Luiz Eduardo Barata é um personagem fragilizado. Sua permanência no cargo depende de uma capacidade de articulação política e do apoio das empresas privadas, fios que dificilmente ele conseguirá juntar neste momento. Ex-secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Barata carrega o que na atual circunstância é um passivo fatal: sua proximidade com Dilma Rousseff. A ligação vem desde os tempos em que Dilma comandava a Pasta, ainda no Lula I.  Em tempo: independentemente do nome, o diretor-geral do ONS terá a missão de desarmar uma bomba-relógio deixada pelo antecessor, Hermes Chipp. A Aneel apura indícios de irregularidades financeiras no Operador do Sistema. Em relatório preliminar da Superintendência de Fiscalização Econômica e Financeira (SFF), a agência fez uma série de ressalvas à última prestação de contas da entidade no ciclo 2013/2014. Consultada pelo RR, a Aneel informou que “aguarda manifestação do ONS para dar prosseguimento ao processo que continua em fase de análise.” Procurada pelo RR, a ONS não comentou o assunto.

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24.05.16
ED. 5375

Wizard quer calçar os tênis da Timberland

 De cadarço em cadarço, o empresário Carlos Wizard está montando uma grande prateleira de calçados esportivos. Depois de arrematar a Topper e a Rainha, Wizard estaria em negociações para adquirir os direitos sobre a marca Timberland no Brasil. A Alpargatas já anunciou que encerrará a representação da empresa norte-americana no país em dezembro deste ano. Segundo o RR apurou, o próprio Wizard já manteve contatos preliminares com executivos da Timberland nos Estados Unidos. Com a operação, o Grupo Sforza, holding do empresário, herdaria as 21 lojas da calçadista no Brasil e os direitos de produção e comercialização da marca. Já na partida o faturamento anual do Sforza pularia de R$ 180 milhões para algo próximo de R$ 250 milhões.  Dono das lojas Mundo Verde e sócio do ex-jogador Ronaldo Fenômeno em uma rede de escolas de futebol, Carlos Wizard tem uma série de planos para expandir sua operação na área calçadista. Além de ampliar o portfólio de marcas, o empresário pretende inaugurar duas fábricas próprias no próximo ano. Em 2017, encerra-se o acordo firmado entre o Sforza e a Alpargatas, que, assim, interromperá a produção de tênis Topper e Rainha. Wizard também joga suas fichas no varejo e, para isso, a compra da Timberland é um movimento fundamental. Sua aposta é a transformação dos pontos de venda da rede norte-americana em lojas multimarcas, nas quais o Sforza passaria a comercializar também calçados da Topper e da Rainha. Procurado pelo RR, o Grupo Sforza não comentou o assunto.

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24.05.16
ED. 5375

Shopping center

 A Ancar conta com o apoio da sócia canadense Ivanhoe Cambridge para retomar seus planos de expansão. O ponto de partida será a construção de um shopping em São Paulo. O projeto deverá ser tocado em parceria com o empresário Fauzi Hamuche, do grupo North Shopping. Ambos são velhos conhecidos: Hamuche já foi sócio da Ancar em três shoppings em Fortaleza.

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24.05.16
ED. 5375

A título de registro

  Ontem, em Brasília, um ministro do próprio PMDB lembrava que, no quesito “primeiro escândalo”, Michel Temer derrotou Dilma Rousseff de goleada. Graças a Romero Jucá, Temer não completou sequer 15 dias na presidência sem uma grave crise em seu colo. Ao assumir, Dilma teve ao menos cinco meses de razoável calmaria até estourarem as denúncias sobre o aumento de patrimônio do então ministro Antonio Palocci, que levaram a sua demissão da Casa Civil.

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24.05.16
ED. 5375

Copersucar

 A Copersucar estaria perto de perder mais um associado. O desertor seria um grande grupo com usinas em São Paulo e no Centro-Oeste, em recuperação judicial e à venda para um investidor internacional. Consultada, a Copersucar nega a saída de cooperativados.

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24.05.16
ED. 5375

Fusão à vista

 A Anima Educação e a Ilumno, leia-se o norte-americana Whitney Group, estariam negociando sua fusão. A operação daria origem a uma rede com seis universidades no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia e faturamento anual superior a R$ 1,5 bilhão. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Ilumno e Anima.

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24.05.16
ED. 5375

Espelho meu

 Garantido no cargo mesmo com a chegada de Pedro Parente à presidência da Petrobras, o influente diretor financeiro da estatal, Ivan Monteiro, trabalha pela permanência de seu congênere na BR, Carlos Alberto Tessarollo.

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24.05.16
ED. 5375

Tudo em família

 Prestes a deixar a presidência da Eletronorte, Tito Cardoso não ficará ao relento. Jader Barbalho deverá emplacar sua nomeação no comando da Sudam. Tito responderá à família, no caso o Ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho.

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