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Planos
12.04.16
ED. 5346

Lula empurra a mídia para as manchetes do impeachment

 O ex-presidente Lula pretende trazer a mídia para o centro da campanha contra o impeachment de Dilma Rousseff. Nessa reta final, vai propor a criação de uma “agenda de segurança da democracia”, na qual a discussão da imprensa terá presença garantida. Delações, vazamentos seletivos, direito de resposta e a defesa do contraditório são algumas das questões que o ex-presidente vai colocar em praça pública. Lula tem colecionado críticas de veículos de comunicação internacionais e jornalistas estrangeiros à performance da mídia nacional e ao que ele chama de ideologização da cobertura. A mais recente foi a do Prêmio Pulitzer Glenn Greenwald, que disse nunca ter visto uma mídia tão partidária quanto a brasileira nesses últimos meses.  Lula não tem nada mais a perder nessa seara. Já prometeu e recuou na abertura desse debate inúmeras vezes. Agora, ficou claro que há lados, arestas e preferências. Assim, o tema do comprometimento da mídia vai virar uma bandeira que será empunhada por ele, estando no governo Dilma ou na disputa pela Presidência da República. A proposta é comparar a legislação brasileira dos meios de comunicação com a regulamentação dos países desenvolvidos e podar excessos. O que ele próprio menos deseja é qualquer paralelo com nações como Venezuela, Bolívia etc. Lula tem dito: “Vamos fazer a Constituinte da mídia”. Talvez este seja o maior desafio desse pernambucano, ex-líder sindical, nunca bem quisto pelos grandes grupos de imprensa do país.

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12.04.16
ED. 5346

Peixoto de Castro cai na malha fina da CVM

 Os herdeiros do Grupo Peixoto de Castro (GPC) estão escrevendo mais um capítulo na sua biografia repleta de fracassos empresariais e manobras societárias pouco ortodoxas. De uma só vez, passaram por cima da Lei das S/A, dos acionistas minoritários e da própria CVM. O triplo atropelamento está expresso na ata da reunião do Conselho de Administração do grupo realizada na última quarta-feira. No entendimento do órgão regulador, ao votarem (favoravelmente) ao agrupamento das ações da GPC na razão de 61 para uma, os conselheiros Luiz Fernando Cirne Lima, Paulo Cesar Peixoto de Castro Palhares e Emílio Salgado Filho – os dois últimos sócios do grupo – agiram à margem da Lei das S/A. O artigo 156 veda a conselheiros e administradores o voto em matéria de interesse exclusivo do grupo de acionistas ao qual eles próprios pertençam, justamente o caso em questão. O assunto ganhará mais combustível nos próximos dias: está marcada para 27 de abril a AGE que vai deliberar sobre o grupamento de ações.  Segundo fonte da CVM, dificilmente o colegiado da autarquia deixará de recomendar sanções aos acionistas controladores do GPC. Mesmo porque os Peixoto de Castro são reincidentes na matéria. Em 25 de março de 2014, o superintendente de Relações com Empresas da CVM, Fernando Soares Vieira, firmou um termo de acusação contra Paulo Cesar, Emílio Salgado Filho, Cirne Lima e outros sócios controladores da GPC por infração justamente ao artigo 156. Meses antes, em 24 de setembro de 2013, o mesmo trio votou na proposta de reforma estatutária do grupo, com a inclusão de uma pílula de veneno, tornando obrigatória uma oferta pública caso algum investidor atinja 40% do capital. Como maiores interessados na medida, os acionistas controladores deveriam se abster.  As seguidas tentativas de driblar a CVM e os minoritários aumentam a sucessão de fatos controversos protagonizados pela segunda e terceira gerações dos Peixoto de Castro. Apenas na história recente, a lista inclui a degradação e venda da Refinaria de Manguinhos pelo valor simbólico de R$ 1 milhão e a liquidação do Banco Prosper. Curiosamente, Paulo Cesar, o “Poleca” e o irmão Antonio Joaquim Peixoto de Castro, o “Totão”, que eram administradores do banco e tiveram seus bens bloqueados, continuam à frente da gestão do próprio grupo.

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12.04.16
ED. 5346

Dividendo

 O eterno Iris Rezende, um legítimo peemedebista, já se prontificou a ir para o “sacrifício” e disputar a prefeitura de Goiânia pelo partido. Antes, trabalhou pelo rompimento da coalizão entre o PMDB e o PT em Goiás – o cabeça de chapa viria das fileiras petistas.

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12.04.16
ED. 5346

Carne à moda árabe

 O fundo Saudi Agricultural and Liverstock (Salic), ligado à família real da Arábia Saudita, vai investir em negócios agropecuários no país atrelados a projetos de recuperação ambiental. Já há parcerias engatilhadas no Centro-Oeste. O Salic desembarcou no Brasil no fim do ano passado, ao comprar 20% do frigorífico Minerva.

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12.04.16
ED. 5346

Corte na gôndola

 A Via Varejo bateu o martelo: segundo o RR apurou, seu plano de investimentos para 2016 ficará em torno dos R$ 200 milhões. É quase metade do desembolso do ano passado, que, por sua, vez, já havia sido 40% inferior ao de 2014. Procurada pelo RR, a Via Varejo não comentou o assunto.

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12.04.16
ED. 5346

Os Bolsonaro

 Jair Bolsonaro quer fazer do limão uma limonada. O deputado decidiu que vai baixar a bodurna e criticar publicamente o irmão Renato Bolsonaro, que recebia um salário de R$ 17 mil da Assembleia Legislativa de São Paulo e foi demitido por ser considerado um funcionário-fantasma. Seu eleitorado vai vibrar.

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12.04.16
ED. 5346

Nada consta

 A SOG Óleo e Gás, leia-se Toyo Setal, deverá fechar um acordo de leniência com a CGU até o início de junho. O selo de idoneidade seria condição sine qua non para a japonesa Toyo permanecer no Brasil.

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12.04.16
ED. 5346

Escarlate

Prontuário da crise: maior fabricante de tintas industriais do mundo, a holandesa Akzo Nobel está reduzindo em até 30% sua produção no Brasil. Procurado pelo RR, o Akzo Nobel não comentou o assunto.

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12.04.16
ED. 5346

Dividendo

 O eterno Iris Rezende, um legítimo peemedebista, já se prontificou a ir para o “sacrifício” e disputar a prefeitura de Goiânia pelo partido. Antes, trabalhou pelo rompimento da coalizão entre o PMDB e o PT em Goiás – o cabeça de chapa viria das fileiras petistas.

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12.04.16
ED. 5346

“Não fui eu”

 Leonardo Picciani passou a tarde de ontem negando ter sido o responsável pelo vazamento do “discurso de posse” de Michel Temer.

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