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Planos
11.04.16
ED. 5345

Economia segue no breu com ou sem impeachment

 A julgar por um relatório de conjuntura do Ministério da Fazenda, a maior previsibilidade decorrente da votação do impeachment não terá um impacto significativo no crescimento do PIB até o fim do governo. Segundo documento interno, ao qual o RR teve acesso, o cenário provável, e não dito, é ainda um pouco pior do que o avalizado pelas previsões do Boletim Focus. A economia desceria a ladeira em torno de 4,5% a 5%, em 2016. Em 2017, a queda do PIB ficaria entre 0,2% e 0,5%. Só em 2018, a taxa negativa seria revertida para um crescimento entre 1% e 1,8%. O Focus mais recente, divulgado em 1º de abril, prevê queda de 3,73% neste ano e crescimento de 0,3% em 2017. O fator considerado determinante para a mudança em direção a um viés mais positivo seria o da implementação de reformas, a exemplo da Previdência, a partir de 2017, o que poderia impulsionar o PIB de 2018. De qualquer forma, sob o ângulo do crescimento econômico, o segundo governo Dilma – mesmo dividido com o primeiro Temer – será imbatível como o período mais negativo da história do Brasil pós-ditadura. No cenário otimista, os números da Fazenda encostam nos do Focus: uma queda do PIB de 3,1% neste ano e alta de 1% em 2017.  Os técnicos acreditam que os pontos mais positivos – ampliação do ajuste externo, expressivo da repatriação de recursos, alguma melhoria nos termos de troca, queda da inflação e redução das taxas de juros – não são estímulos suficientes ao aumento necessário dos investimentos. O governo continuará lidando com o fator Lava Jato e a insegurança que a operação produz junto aos investidores. A Petrobras permanecerá se arrastando neste biênio e contribuindo bem abaixo do seu potencial para o aumento da formação bruta de capital fixo. E a indústria prosseguirá dependente da brisa soprada pelo câmbio, arrefecida em função de uma aguardada fase de valorização do real já a partir do segundo semestre deste ano. Com Dilma Rousseff ou com Michel Temer, a expectativa é que a rearrumação da economia tenha um impacto contracionista do PIB até 2018.

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11.04.16
ED. 5345

Teuto volta a ser o princípio ativo da Pfizer

 O cancelamento da venda do controle mundial da Allergan para a Pfizer foi motivo de celebração entre os acionistas do laboratório Teuto. Não poderia haver melhor notícia para a família Melo. A aposta do clã é que a Pfizer, dona de 40% do Teuto, terá de sair da sua zona de conforto e retomar as negociações para a aquisição dos 60% restantes da companhia. O raciocínio é simples e direto. Com a aquisição global da Allergan, os norte-americanos automaticamente herdariam duas fábricas no país e aumentariam consideravelmente seu portfólio de marcas. Ou seja: a farmacêutica goiana havia se tornado seu Plano B no Brasil. Agora, sem os ativos da Allergan, a compra do controle do Teuto volta à categoria de prioridade estratégica para a Pfizer. Para os herdeiros do empresário Valterci de Melo, morto em 2014, o que está em jogo é uma operação que pode chegar a R$ 600 milhões. Procurada, a Pfizer diz que “avalia a potencial aquisição”. Já o Teuto não quis comentar.  A operação, ressalte-se, depende de um acerto de contas razoavelmente intrincado. Pelo acordo original, caso queira ficar com os 60% restantes, a Pfizer terá de pagar um valor proporcional a 14,4 vezes a geração de caixa do Teuto no momento da operação. Este sempre foi um ponto de fricção entre as partes. Não custa lembrar que os norte-americanos chegaram a acusar os Melo de elevar artificialmente o Ebitda para inflar o valuation da companhia. Hoje, no entanto, parece haver uma congruência entre o desejo de comprar de um e a vontade de vender de outros. Se a Pfizer precisa aumentar sua posição no mercado brasileiro, os Melo buscam uma colcha bem quente capaz de cobrir os prejuízos decorrentes de equivocados investimentos em outras áreas de negócio.

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11.04.16
ED. 5345

Funcef

 Indicado pelo PP no “toma lá, dá cá” do impeachment, Sergio Mendonça já assume a presidência da Funcef tendo que decidir pela venda ou não da participação do fundo em seis hotéis. O estudo recomendando o negócio foi deixado sobre a mesa pelo seu antecessor, Carlos Alberto Caser.  Procurada pelo RR, a Funcef não comentou o assunto.

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11.04.16
ED. 5345

Prêt-à-porter

 O Ministério de Minas e Energia e a Aneel estudam um modelo casado de concessão elétrica. A proposta prevê que grandes projetos hidrelétricos sejam leiloados em conjunto com a linha de transmissão que os atenderá. Seria uma forma de reduzir os custos e os riscos. Em tempo: no setor, o modelo já é chamado, com indisfarçável sarcasmo, de “Projeto State Grid”, uma alusão ao grupo chinês que está investindo rios de dinheiro no Brasil.

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11.04.16
ED. 5345

Fim de uma era?

 Maurício Bähr, chairman da Engie Tractebel no Brasil há mais de uma década, estaria se preparando para deixar a companhia. Segundo fonte próxima ao executivo, ele deverá se unir a um grupo de investidores para montar uma empresa de comercialização de energia. Após a publicação, a Engie procurou o RR para negar a saída de Maurício Bähr. A empresa foi consultada previamente, mas não se pronunciou.

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11.04.16
ED. 5345

Sincronização

 Eduardo Cunha tem municiado os líderes do movimento “Vem pra Rua” com todos os detalhes sobre a agenda do impeachment. Fica mais fácil para o “cerimonial” sincronizar o andamento do processo com novas manifestações.

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11.04.16
ED. 5345

Onipresença

 Carlos Alberto de Oliveira Andrade, dono do Grupo Caoa, está no escândalo do BVA, na Operação Zelotes e no “Panama Papers”. Só falta a Lava Jato.

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11.04.16
ED. 5345

Miami Beach

 A sociedade entre Silvio Santos e Edir Macedo deverá se estender à criação de um canal de TV para brasileiros na Flórida. Tudo a ver.

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