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Planos
06.04.16
ED. 5342

Governo estimula privatizações no saneamento

 O governo federal passou a adotar um tom mais flexível na discussão sobre o refinanciamento de dívidas estaduais, com a aceitação de um diferimento maior no tempo das contrapartidas sociais. Por outro lado, permanece firme na intenção de manter a exigência de leilão das concessões de empresas estaduais de luz, gás e água. Ao contrário de luz e gás, o setor de saneamento, o mais carente de investimentos, permanece quase intocado pelos capitais privados. Com objetivo de dar velocidade à venda dessas empresas, foi criado um grupo executivo voltado para o projeto, composto pelo Ministério das Cidades, CEF e BNDES, liderado pelo secretário-executivo da Pasta da Fazenda, Dyogo de Oliveira. O governo pretende criar um pacote de facilidades para atrair investidores aos futuros leilões de concessões de saneamento.  O BNDES e a CEF vão financiar os consórcios vencedores até 80% do valor a ser aportado nas concessões, em linha com o que será feito com ferrovias e hidrovia. A oferta de crédito farto já antecipa eventuais reclamações dos interessados nas empresas estaduais. Há conversas mais adiantadas com os governadores petistas Fernando Pimentel, de Minas Gerais, e Rui Costa, da Bahia, para que respectivamente a Copasa e a Embasa sejam privatizadas. No caso dos estados de menor porte, CEFPar e BNDESPar poderão entrar como sócias dos consórcios.

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06.04.16
ED. 5342

Danone não come o biscoito da Arcor

 A Danone resolveu dar um xeque mate na sócia Arcor e encerrar a joint venture criada em 2004 para produção de biscoitos no Brasil, Argentina e Chile. A proposta sobre a mesa é que a Arcor fique com os 49% pertencentes à Danone. Pelo sim, pelo não, os franceses já teriam se adiantado e chamado o Crédit Agricole para sondar interessados. A joint venture tem 10% de market share no Brasil, uma fábrica em Contagem (MG) e outra em Campinas (SP) e é dona das marcas Triunfo, Aymoré, Danix e Break Up. O grupo francês há muito tempo já não morria de amores pela parceria. A disposição de ficar no negócio piorou ainda mais depois que a crise derrubou o consumo. A Danone não comenta o assunto. Já a Arcor nega o fim da joint venture.  Na realidade, o acordo tem sido muito mais útil para as operações da Arcor na América do Sul do que um bom negócio para a Danone. É um dos menos rentáveis do grupo francês, com crescimento das vendas de 2%. Pesa ainda a favor do desinteresse do grupo europeu a importância menor que o segmento de biscoitos passou a ter na estratégia global da companhia.  Os argentinos dificilmente terão condições de seguir no negócio sozinhos. A Arcor tem direcionado o seu esforço financeiro para atender à grande necessidade de capital destinada à modernização do seu parque industrial na Argentina. As 29 unidades de produção da empresa foram bastante castigadas pelos anos de recessão da era Cristina Kirchner. Além disso, a área de chocolate e de guloseimas da Arcor no Brasil tem sido um sugadouro de investimentos para expansão industrial, logística e marketing, subtraindo recursos que poderiam ser destinados à operação de biscoitos.

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06.04.16
ED. 5342

Buraco na pista

 A reconstrução da base aliada esbarra em questões prosaicas. Um exemplo: PP e PSD incluíram a vice-presidência de Operações Corporativas da CEF em sua lista de desejos. No entanto, o futuro do atual titular, Rubens Rodrigues, é uma incógnita. Ele foi indicado por um pool entre o PMDB e o deputado Jovair Arantes, do PTB, relator do processo de impeachment. Se pudesse, o governo demitia apenas a metade peemedebista

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06.04.16
ED. 5342

Cemig descarrega suas baterias na Renova

 A Cemig cansou de carregar a Renova Energia sozinha nas costas. A estatal negocia com fundos europeus focados em projetos de energia renovável a venda de metade da sua participação na empresa, hoje em torno de 70%. Cemig descarrega suas baterias na Renova Única acionista a subscrever o aumento de capital de R$ 700 milhões realizado no início do ano, a Cemig rechaçou a proposta feita pelo fundo InfraBrasil, dono de 11% do capital da Renova, para um novo aporte na companhia. Em tempo: segundo a fonte do RR, a Renova Energia é o menor dos problemas da estatal. A julgar pelos depoimentos de Delcídio do Amaral, a maior ameaça à companhia é o “Fator Aécio”. Mas essa é outra história. A seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: Cemig.

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 A BRZ Investimentos , que anda meio apagadinha, deverá voltar ao noticiário nos próximos dias. A gestora de recursos, nascida da costela da GP, estaria perto de se associar à Maricota Alimentos, empresa com faturamento de R$ 250 milhões. O aporte giraria em torno de R$ 80 milhões. Procurada, a Maricota nega a operação. Já a BRZ não quis se pronunciar.

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06.04.16
ED. 5342

Geladeira

A Whirlpool já está sentindo saudades de 2015, quando sua receita no Brasil recuou apenas 3%. Para este ano, a gigante mundial do setor de eletroeletrônicos projeta uma queda no faturamento próxima dos 15%.

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06.04.16
ED. 5342

Chumbo trocado

 Washington Quáquá, presidente do PT do Rio, tem pregado de maneira enfática o fim da aliança com o PMDB no estado e o lançamento de um candidato próprio à Prefeitura carioca nas eleições de outubro.

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06.04.16
ED. 5342

Saída ligeira

 No Citi, a aposta é que Helio Magalhães não ficará para o último baile da ilha fiscal e deixará a presidência do banco no Brasil o mais rapidamente possível.

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06.04.16
ED. 5342

Tudo em família

 A Lava Jato está ligando os pontos entre o Postalis , o ex-ministro Edison Lobão e seu filho Luciano Lobão.

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