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Planos
01.04.16
ED. 5339

Pesquisas reforçam discurso de Lula e Dilma contra o “golpe”

 Dilma Rousseff e Lula estão trabalhando intensamente em duas frentes de batalha que se interligam no bordão do governo: “Não vai ter golpe”. Pesquisas encomendadas pelo Planalto asseguram que a mensagem do “golpismo” tem um bom retorno na defesa do mandato de Dilma. O ex-presidente mergulhou de cabeça na repactuação da base aliada. Lula não faz só os agrados de praxe. Ele leva duas mensagens com valor de troca para o seu público: Michel Temer ainda vai experimentar do mesmo prato indigesto de vazamentos e manipulações da realidade; e, se não houver impeachment, aqueles que ficaram com o vice-presidente vão ser servidos com um repasto muito rarefeito. O trabalho de Lula é paciente como o de um tecelão, não obstante o tempo exíguo. Nos últimos dias, ele conseguiu seis importantes defecções do pretenso monólito peemedebista. Nada mais sintomático do que a declaração feita ontem por Renan Calheiros, classificando o rompimento do partido com o governo como uma “decisão precipitada e pouco inteligente”.  Em outro front, Dilma Rousseff aproveitará todas as oportunidades positivas para pendurar o discurso antigolpe – vide o evento de lançamento da terceira fase do “Minha Casa, Minha Vida”. Nesse sentido, Dilma ganhou um trunfo de onde menos se esperava: na economia. Ela começa a colher os resultados de duas árvores tidas por muitos como infrutíferas: as gestões de Joaquim Levy e Nelson Barbosa na Fazenda. O cenário que se avizinha é mais confortável. Seja em função do câmbio, seja pela própria recessão, já é líquido e certo que a inflação vai ceder. A queda dos juros também está no horizonte. O mercado espera uma redução da Selic a partir de agosto. Mas, no Planalto, a torcida é que ela venha já na próxima reunião do Copom, marcada para os dias 26 e 27 deste mês. Nesse caso, a taxa cairia de 14,25% para 14%.  Do ponto de vista político e mesmo no que diz respeito à comunicação com a população, estes fatos, por si só, não têm qualquer impacto. No entanto, devidamente embalados, servem de moldura para o mantra contra o impeachment. Mais importante ainda é a folga no orçamento obtida com o adiamento das metas fiscais pelo ministro Nelson Barbosa. Parte desses recursos será remanejada para programas de cunho social e estímulo à produção. Mais uma vez, a economia poderá ser usada em prol da política na tentativa de conter a avalanche do impeachment. Enquanto Lula sussurra em Brasília, Dilma grita em alto e bom som: “Não vai ter golpe”. É o que resta. Mas pode ser que não seja pouco.

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01.04.16
ED. 5339

Braspress se blinda contra a concorrência

 A Braspress é um herói da resistência do mercado de encomendas expressas no Brasil. Apesar do assédio de grandes grupos internacionais, a empresa segue dizendo “não” às investidas que recebe – as mais recentes, segundo o RR apurou, da FedEx e da UPS. Em seu voo solo, a companhia está investindo cerca de R$ 250 milhões na instalação do novo hub no Aeroporto de Guarulhos. Com as inaugurações desse ano, o número de filiais baterá a marca de 100 unidades, um terço do que tem a FedEx, líder dos grupos privados do setor – os Correios são um caso à parte. A receita, que fechou em R$ 860 milhões no ano passado, deverá triscar na marca de R$ 1 bilhão nesse ano, segundo informou ao RR o próprio presidente da Braspress, Urubatan Helou.  O aumento de quase 15% no faturamento está sendo vitaminado pela entrada em outros países do Mercosul e pela atuação em novos nichos de mercado, como o farmacêutico, o de artigos de luxo e o e-commerce, ao qual a empresa voltou após dez anos de ausência. Por ora, está descartada a entrada de um investidor porque a controladora H&P tem caixa suficiente para bancar os investimentos. A holding tem, além da Braspress, a Aeropress, o Banco Urbano, uma empresa de logística, uma de locação de equipamentos e o Terminal de Cargas de Guarulhos. O faturamento da holding está perto de R$ 1,5 bilhão.

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01.04.16
ED. 5339

Novo negócio

 Dono de uma carteira de ativos imobiliários de aproximadamente R$ 5 bilhões, Michael Klein trabalha um novo projeto guardado a sete chaves. O ex-Casas Bahia deverá investir na construção de fábricas no modelo built to suit – empreendimento feito sob medida para o locatário. Procurado pelo RR, Klein não abre o jogo e nega o investimento.

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01.04.16
ED. 5339

Sem fronteiras

 A AES e a Elektro, da espanhola Iberdrola já se apresentaram como principais interessadas no projeto de fusão de distribuidoras em áreas contíguas. Espera-se uma romaria de outras empresas: só no eixo São Paulo-Minas Gerais há uma dezena de distribuidoras na fila.

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01.04.16
ED. 5339

“Vote Tiririca, pior que tá não fica”

 Parece piada, mas impeachment é coisa séria. O líder do governo na Câmara, José Guimarães, recebeu a incumbência de fisgar o apoio de Tiririca. O Planalto calcula que o parlamentar mais votado do Brasil carrega com ele pelo menos outros cinco votos na Câmara.

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 A Queiroz Galvão tem dado a entender que a Itochu, maior debenturista da Saneamento Águas do Brasil, vai converter todos os seus papéis em ações. Com isso, os japoneses ficariam com aproximadamente 30% do braço de saneamento da empreiteira.

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01.04.16
ED. 5339

Álcool chinês

 Executivos da chinesa Anhui Guozhen visitaram cinco usinas de açúcar e álcool no interior de São Paulo nas últimas semanas. Os asiáticos estão convictos de que cravam pelo menos uma aquisição até junho.

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01.04.16
ED. 5339

Confissão

 O Royal Bank of Scotland (RBS) deverá seguir os passos do UBS e assinar um acordo de leniência com o Cade no processo que investiga manipulações nas taxas de câmbio entre 2009 e 2011. Procurada pela RR, a Royal Bank of Scotland não comentou o assunto.

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