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Planos
30.03.16
ED. 5337

Lemann vasculha os canteiros do mercado imobiliário

 Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles estão garimpando o mercado de real estate em busca de pepitas escondidas entre os cascalhos do setor. Segundo o RR apurou, a São Carlos Empreendimentos e Participações, braço imobiliário do trio, estaria em negociações para a compra da WTorre Morumbi, projeto de alto padrão tocado pela WTorre e pelo BTG. De acordo com a mesma fonte, a companhia avalia também a compra da Torre B da EZ Towers, na Marginal Pinheiros, imóvel pertencente à incorporadora paulista Eztec. Caso o negócio seja sacramentado, a São Carlos passaria a controlar integralmente o empreendimento – em 2013, a própria empresa assumiu a Torre A. A operação, aliás, é um bom exemplo de como os ativos do setor estão a “preço de banana”. Há três anos, a companhia de Lemann, Sicupira e Telles pagou R$ 550 milhões pela Torre A da EZ Towers. Hoje, a Torre B, sua “irmã gêmea”, estaria avaliada em pouco mais de R$ 350 milhões.  A São Carlos tem em caixa cerca de R$ 400 milhões para novas aquisições – isso para não falar da retaguarda financeira que a companhia naturalmente possui. Como se não bastasse seu congênito poder de compra, a empresa se vale também de sua boa performance, na contramão do mercado imobiliário. Enquanto congêneres convivem com resultados declinantes e dívidas nas alturas e queimam seus estoques na bacia das almas, a São Carlos reduziu seu passivo líquido e tem aumentado continuamente sua geração de caixa. No ano passado, sua receita cresceu 55% em relação a 2014, chegando a R$ 480 milhões. O lucro, por sua vez, aumentou 39%.  As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: São Carlos, WTorre e BTG.

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30.03.16
ED. 5337

Eletrobras é o fio de esperança na transmissão

 A Eletrobras é a Petrobras às avessas. Se, de um lado, o governo abriu mão da presença compulsória da petroleira no pré-sal; do outro, a holding do setor elétrico terá de engolir a fórceps quilômetros e mais quilômetros de linhas de transmissão. Diferentemente do que previa o modelo original, a Eletrobras vai entrar nos leilões do segmento previstos para abril e julho. A companhia terá participações minoritárias nos consórcios vencedores por meio das controladas Furnas, Eletronorte e Eletrosul. Apenas a Chesf ficará de fora – a companhia foi proibida pela Aneel de participar de novos empreendimentos de transmissão por conta de atrasos em antigos projetos. A entrada em cena da Eletrobras é vista no governo como a única maneira de viabilizar as novas licitações e evitar a repetição do fracasso registrado em novembro do ano passado: das 12 licenças ofertadas, apenas quatro receberam propostas. Na ocasião, a Aneel conseguiu arrecadar apenas R$ 3,5 bilhões, menos de 45% da receita estimada. Consultada, a Eletrobras não quis comentar o assunto.  A escassez de investidores e a ameaça de um novo insucesso falaram mais alto do que a intenção do governo de preservar o caixa da Eletrobras. Mesmo depois de a Aneel incorporar uma série de determinações feitas pelo TCU – a começar pelo fatiamento das licenças em dois leilões e o aumento da taxa de remuneração dos projetos de 8,5% para 9,5% –, faltam candidatos para a licitação. Segundo alta fonte do Ministério de Minas e Energia, até o momento apenas a Taesa – leia-se Cemig e o FIP Coliseu – garantiu sua presença na concorrência de abril. Ainda assim, condiciona sua participação à associação com a Eletrobras.  O desembarque nas duas próximas licitações da Aneel exigirá um contorcionismo financeiro da Eletrobras. A companhia terá de fazer ajustes no seu orçamento, remanejando recursos que estavam originalmente destinados a outros projetos na área de transmissão – o plano de investimentos da estatal prevê cerca de R$ 5 bilhões para este segmento.

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30.03.16
ED. 5337

Acostamento

 O RR teve a informação de que a montadora Ssangyong iniciou o processo de saída do mercado brasileiro. Para isso, os sul-coreanos estão pagando um alto custo: o não atendimento de encomendas no país. Segundo fonte próxima à empresa, a Districar, representante da marca no Brasil, não tem conseguido importar novos veículos e peças. Os sul-coreanos deverão esperar os estoques zerarem para oficializar o adeus.  As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Ssangyong/Districar.

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30.03.16
ED. 5337

Pai atencioso

 Nos últimos dias, o senador Renan Calheiros trabalhou intensamente pela governabilidade. Não a de Dilma Rousseff, mas a de seu rebento, Renan Filho, governador de Alagoas. Às vésperas do rompimento do PMDB com Dilma, Renan encontrou tempo para arrumar as peças na sua paróquia, levando para o seu partido os dois últimos deputados estaduais do PT. Com isso, Renan Filho passará a ter ao alcance da mão oito parlamentares, o dobro da segunda maior bancada da assembleia alagoana, a do PSDB.

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30.03.16
ED. 5337

A crise é pop

 Termômetro do impeachment: programas populares de TV, notadamente o SuperPop, de Luciana Gimenez, e Gugu Liberato, já duelam pelo direito de exibir uma entrevista de Marcela Temer antes mesmo dela, eventualmente, se tornar a primeira dama.  A propósito: Luciana Gimenez convidou pessoalmente Claudia Cruz, mulher de Eduardo Cunha, para participar de seu programa.

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30.03.16
ED. 5337

Au revoir

 Após fechar sua unidade de varejo no Brasil, o Société Générale estuda vender o restante das suas operações e deixar definitivamente o país.  Procurada pelo RR, a Société Générale não comentou o assunto.

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30.03.16
ED. 5337

Pista vazia

 A próxima rodada de concessões aeroportuárias, prevista para este ano, já tem seu “patinho feio”. No road show promovido pela Secretaria de Aviação Civil, nenhum investidor demonstrou interesse pelo Aeroporto de Fortaleza – diferentemente do que ocorreu com os terminais de Porto Alegre, Florianópolis e Salvador.

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