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Planos
14.03.16
ED. 5326

BlackRock avança várias casas no capital da Qualicorp

 Às vezes, uma operação na bolsa não passa de uma operação na bolsa, tanto quanto um charuto pode ser apenas um charuto, como diria Freud. No entanto, haveria um “algo a mais” na sorrateira escalada do BlackRock no capital da Qualicorp. Por meio de seguidas aquisições feitas nas últimas semanas, a gestora norte-americana já amealhou cerca de 6% da empresa de planos de saúde, o suficiente para se tornar o segundo maior acionista individual, atrás apenas do sócio fundador da empresa, José Seripieri Jr. – dono de 20,2% por meio da L2 Participações. O BlackRock está longe de pisar no freio. O RR apurou que a administradora de recursos avança sobre a participação de outros minoritários: as negociações já engatilhadas lhe deixariam com algo próximo de 10% do capital. Desta forma, os norte-americanos passariam a ter uma posição extremamente privilegiada na Qualicorp, com condições de indicar um conselheiro e participar diretamente da gestão da companhia.  O BlackRock, que chegou a ser sócio minoritário da Dasa no início da década, tem planos de investir na área de saúde no Brasil, atraído pela desvalorização da moeda local e pelo baixo custo dos ativos na economia real. A Qualicorp é o típico exemplo de uma empresa arrumada, com uma boa posição em seu mercado e, sobretudo, depreciada. A ação da companhia está em seu menor patamar dos últimos cinco anos. Em 12 meses, caiu 45%. Em tempo: olhando-se para a empresa através de uma grande-angular, há quem enxergue que o momento seria propício até mesmo para uma investida da BlackRock sobre a participação do próprio José Seripieri, personagem que volta e meia surge sob os holofotes por conta da sua relação com o ex-presidente Lula. Mas isso é outra história. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Qualicorp e BlackRock

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14.03.16
ED. 5326

João Fortes é uma máquina de moer dinheiro

 Quanto mais concreto Antônio José Carneiro, o “Bode”, despeja no poço da João Fortes Engenharia mais fundo ele se revela. A crise do setor imobiliário já teria incinerado aproximadamente R$ 1,8 bilhão. Segundo uma fonte muito próxima ao investidor, esta é a cifra que “Bode” teria tirado do próprio bolso e injetado na companhia ao longo dos últimos três anos para cobrir as dívidas e os seguidos prejuízos da incorporadora. A fatura não para de crescer. De acordo com informações filtradas junto à João Fortes, a empresa começou o ano de 2016 operando com uma perda mensal da ordem de R$ 30 milhões, superior, portanto, ao prejuízo médio de R$ 20 milhões registrado entre janeiro e setembro de 2015. É por essas e outras que o próprio “Bode” considera a João Fortes o pior negócio da sua vida – como, aliás, o RR vaticinou na edição de 14 de maio do ano passado.  É bem verdade que os aportes realizados por “Bode” permitiram à João Fortes repactuar uma parte expressiva da sua dívida. Nos últimos 12 meses, a relação passivo líquido/patrimônio caiu de 1,8 para 1,2. No entanto, todo esse esforço para empurrar a pedra ladeira acima pode se revelar um trabalho de Sísifo. A situação da João Fortes tende a se complicar nos próximos meses, com o declínio das vendas. O faturamento da empresa ainda é sustentado por negócios fechados antes do agravamento da crise do setor. Para este ano, cerca de 75% dos imóveis que serão concluídos já estão entregues. Olhando-se para 2017, este índice cai para 55%. Procurado pelo RR, o João Fortes não comentou o assunto.

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14.03.16
ED. 5326

É muita bola

 Ronaldo Nazário é mesmo um fenômeno. Um fundo de investimento vinculado à realeza do Catar deverá se associar à rede de escolas de futebol Ronaldo Academy, uma parceria entre o ex-jogador e o empresário Carlos Wizard. A ideia é levar o projeto para Japão e Rússia, além da China. Não custa lembrar que Ronaldo apoiou a candidatura do Catar à Copa de 2022, alvo de investigação do FBI. Procurado pelo RR, a Ronaldo Academy não comentou o assunto.

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14.03.16
ED. 5326

Fazendo a caveira

 Abilio Diniz tem feito a caveira do presidente do Carrefour no Brasil, Charles Desmartis, junto ao board do grupo. Entre os pecados do executivo listados no index de Abilio, estariam sua “incapacidade” em conter o aumento dos custos operacionais, o baixo ritmo de abertura de novas lojas e a demora em retomar a operação de comércio eletrônico no país. Ressalte-se, no entanto, que a campanha do empresário contra Desmartis não encontra eco nos resultados do Carrefour no mercado brasileiro. A receita da subsidiária cresceu 12,6% no ano passado, o dobro, por exemplo, do resultado de seu maior concorrente, o Grupo Pão de Açúcar .

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14.03.16
ED. 5326

A casa é sua

 Parlamentares do PCdoB, à frente Jandira Feghali, defendem que o partido abra espaço para Lula em seu próximo programa de TV, que vai ao ar no dia 28 de março. Seriam 10 minutos de rede nacional em horário nobre. A questão é que 28 de março pode ser tarde demais.

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14.03.16
ED. 5326

Fora Dilma!

 Os representantes da Ferrari no Brasil temem atravessar 2016 inteiro sem vender um único bólido da marca. Até agora, nem sinal de encomenda no país. No ano passado, a Ferrari vendeu quatro de seus brinquedinhos no Brasil, ao preço médio de R$ 1 milhão.

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 Bernardo Cerveró, filho de Nestor Cerveró e algoz de Delcidio do Amaral, deverá passar uma longa temporada no exterior, para todos os efeitos estudando artes dramáticas. Precisa?

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14.03.16
ED. 5326

Aécio Neves

 Antônio Anastasia quer se aproveitar do momento de vulnerabilidade de Fernando Pimentel para “antecipar” a eleição ao governo de Minas Gerais, colocando sua candidatura na rua o quanto antes.

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