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Planos
08.03.16
ED. 5322

Ultra escolhe os melhores frascos na farmácia do BTG

 O BTG está sendo apresentado ao jeito Ultra de negociar. O modus operandi inclui baixíssima flexibilidade, imposição de rígidas exigências contratuais e, sobretudo, uma enorme disposição para achatar mais e mais o preço do ativo, até comprá-lo na bacia das almas. Este é o arsenal que o Grupo Ultra tem utilizado nas tratativas para a aquisição da Big Ben, uma das redes de drogarias que compõem a BR Pharma, braço farmacêutico do banco. Uma a uma, as principais premissas que o BTG imaginou para a operação têm sido derrubadas na mesa de negociações. Sua intenção era vender integralmente a BR Pharma, empurrando para o outro lado do balcão o que há de melhor e de pior nesse frasco – leia-se todas as cinco bandeiras penduradas na holding. O Ultra, no entanto, rejeitou este modelo, condicionando o acordo ao fatiamento da empresa e à compra apenas da Big Ben, a mais rentável das subsidiárias.  No capítulo preço, mais uma derrota à vista para o BTG. Segundo uma fonte familiarizada com a negociação, o banco havia fixado o preço da rede de farmácias em R$ 400 milhões. Nesse patamar, é grande a chance de que os comprimidos da Big Ben encalhem na prateleira. O mesmo informante garante que o Ultra quer impor um deságio de pelo menos 25% sobre esse valor, na certeza de que o BTG não conseguirá uma oferta mais alta do que essa.  É por essas e outras que, historicamente, analistas consideram os bonds do Ultra entre os mais seguros do mercado. O grupo tem uma longa tradição em gerir seu caixa com austeridade e comprar ativos lá no chão, nem que para isso tenha de deixar algumas oportunidades passarem – em certos casos, nem tão oportunidades assim, vide o exemplo do Comperj. No caso da Big Ben, o Ultra tem todas as circunstâncias a seu favor. A expectativa de resultados cadentes joga o preço do ativo ainda mais para baixo. Procurada pelo RR, a BTG não comentou o assunto.

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08.03.16
ED. 5322

Abilio Diniz põe fogo no Morumbi

 Abilio Diniz parece só ter paz quando entra numa guerra, seja em seus negócios, seja em seu time de coração. O empresário está no epicentro da convulsão política que tomou conta do São Paulo. Alvo de intensa campanha conduzida por Abílio, a atual diretoria do clube paulista – à frente o advogado Carlos Augusto de Barros e Silva, mais conhecido como Leco – prepara o contra-ataque. Aliados de Leco estariam se articulando com o objetivo de pedir o afastamento de Abilio do Conselho Consultivo e, no limite, até mesmo do quadro associativo do São Paulo. Segundo o RR apurou, nos próximos dias deverá ser convocada uma reunião extraordinária do Conselho Deliberativo para tratar do assunto. O empresário é acusado por seus adversários de orquestrar uma tentativa de “golpe de estado”, com o objetivo de afastar o atual presidente e antecipar as eleições marcadas para abril de 2017. Nos últimos dias, o ex-controlador do Pão de Açúcar teria enviado mensagens a conselheiros do SPFC com duras críticas à gestão de Leco.  Abilio Diniz tem dito que vai se afastar da vida política do São Paulo. Para seus adversários, tudo não passa de um blefe, um recuo estratégico para o próximo ataque. E ele viria com o papel timbrado da McKinsey. A consultoria está prestes a concluir um relatório sobre a atual situação financeira do clube, encomendado pelo próprio empresário antes do rompimento com a atual gestão. Os integrantes da diretoria estão convictos de que o documento, antes uma “contribuição” de Abilio ao São Paulo, agora vai se tornar uma peça de campanha contra o trabalho de Leco. A disputa entre Abilio Diniz e a diretoria do São Paulo se intensificou no fim do ano passado, quando Leco demitiu o então CEO do clube, Alexandre Bourgeois. Homem de confiança do próprio Abilio, responsável por sua contratação, o executivo passou a ser visto pelos demais diretores como uma espécie de interventor do empresá- rio na gestão do São Paulo.  Procurada pelo RR, São Paulo FC não comentou o assunto.

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08.03.16
ED. 5322

Que base aliada é essa?

 Mais uma da série “Que base aliada é essa?” O PR capturou todo o Ministério dos Transportes, acaba de indicar o novo presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) e, ainda assim, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Mauricio Quintella, é hoje um dos mais fiéis aliados de Eduardo Cunha.

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08.03.16
ED. 5322

Organização

 Na última sexta-feira pela manhã, menos de duas horas após a operação da PF no apartamento de Lula, João Pedro Stedile e outros líderes do MST já arregimentavam integrantes do movimento no interior do Rio Grande do Sul para ir às ruas no dia 13 em defesa do ex-presidente. No dia seguinte, o próprio Stedile ainda subiria o tom, falando, inclusive, em “parar as estradas do Brasil” – conforme vídeo disponível no Youtube.

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08.03.16
ED. 5322

Voo baixo

 O inquérito aberto pelo Ministério Público Federal para apurar irregularidades na compra dos jatos Gripen pela FAB está deixando o comando da Saab em estado de alta tensão. O processo deverá atrasar em, pelo menos, um ano a entrega do primeiro lote, prevista para 2017.

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08.03.16
ED. 5322

Trem fantasma

 Os dirigentes da Alstom no Brasil já devem estar arrependidos da hora em que decidiram sair da área de energia para se concentrar no transporte ferroviário. Eles trabalham com a forte possibilidade de atravessar o ano de 2016 inteiro sem um novo contrato sequer para a produção de VLTs na unidade de Taubaté (SP). Procurada pelo RR, a Alstom não comentou o assunto.

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08.03.16
ED. 5322

Venda da Celg

 O Ministério de Minas e Energia deverá divulgar ainda neste mês o edital de privatização da goiana Celg, uma das distribuidoras sob gestão emergencial da Eletrobras.

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08.03.16
ED. 5322

Na moita

 Avesso a incêndios, o ministro Aloizio Mercadante guardou no cofre o projeto de cobrança de mensalidade em universidade pública.

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