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Planos
15.02.16
ED. 5306

Cargill e Louis Dreyfus navegam na mesma direção

  Cargill e Louis Dreyfus costuram uma associação na área de logística portuária no Brasil. O objetivo é montar uma grande operação conjunta de escoamento de grãos. A negociação envolveria a criação de uma joint venture englobando todas as participações da dupla em terminais portuários no Brasil. Com o capital dividido meio a meio, a nova empresa nasceria com presença nos portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Santarém (PA) e Porto Velho (RO), além de futuras parcerias nos próximos leilões do setor. A negociação avançou depois da recente aquisição de um terminal no porto santista, por um consórcio entre as duas empresas. Consultada, a Cargill nega a operação. Já a Louis Dreyfus não quis comentar o assunto.  Segundo o RR apurou, a primeira investida da joint venture seria o leilão de construção e operação da linha ferroviária entre Sinop (MT) e Miritituba, na cidade de Itaituba, no Pará, um projeto de R$ 12 bilhões. A Cargill e a Louis Dreyfus Commodities estariam tentando atrair o Grupo Amaggi para o consórcio. Se forem bem sucedidas na tratativa com a companhia do senador Blairo Maggi, entre as grandes tradings agrícolas deverão ter apenas a Bunge como uma grande concorrente no leilão. A intenção do governo é realizar a licitação da ferrovia no fim deste ano ou no início de 2017. O empreendimento está em análise no Tribunal de Contas da União (TCU) e ainda vai passar por uma série de audiências públicas da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Cargill, Louis Dreyfus, Amaggi e Bunge foram responsáveis conjuntamente pelos estudos de viabilidade econômica, ambiental e técnica do empreendimento, que vão servir de base para a concessão do trecho ferroviário.  Caso seja consumada, a sociedade com a Louis Dreyfus preencherá uma lacuna importante nos planos da Cargill para o Brasil. Já há algum tempo os norte-americanos flertam com a ideia de buscar sócios não apenas para seus empreendimentos na área portuária, mas também para outros negócios no país. A cautela da companhia se deve aos recentes prejuízos acumulados no Brasil, notadamente no mercado sucroalcooleiro e na área de citricultura.

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15.02.16
ED. 5306

Netflix cresce na tela de concorrentes

 A Netflix pretende iniciar ainda esse ano um programa de aquisições de concorrentes de menor porte como forma de aumentar mais rapidamente a base de usuários. Entre os alvos prediletos está a Looke, que era o braço de filmes digitais do grupo Saraiva. A companhia tem em torno de dois milhões de cadastros, número inflado com a compra recente da NetMovies, que já foi, antes da entrada da Netflix, a maior locadora virtual do país, com 35 mil títulos. Entre aquisições de empresas e de conteúdo, a Netflix do Brasil pretende desembolsar nesse ano US$ 100 milhões, o equivalente a 2% do que a companhia vai gastar em sua operação mundial com a compra de séries e filmes. No Brasil, a empresa fatura em torno de R$ 200 milhões e tem crescido acima de dois dígitos há três anos.  No ranking da Netflix, o Brasil está entre os 10 maiores mercados, com cerca de 10% dos 26 milhões de assinantes fora dos Estados Unidos, onde a companhia tem mais 45 milhões de associados. A empresa, que reina no mercado brasileiro de streaming (download de filmes e séries), com cerca de 40% de share, está acertando acordos com produtoras brasileiras para geração de conteúdo a ser distribuído na América Latina. Trata-se do modelo que tem adotado na Europa e na Ásia desde o ano passado. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Netflix e Looke. A Looke procurou o RR no dia 18/02/16 e informou que “a empresa nunca possuiu e não possui vínculo societário direto ou indireto com o Grupo Saraiva; e que não manteve ou mantém qualquer tipo de entendimento que vise alienação em parte ou no todo da plataforma para o Netflix.”

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15.02.16
ED. 5306

Importuno

 O pedido de investigação no STJ contra o governador do Paraná, Beto Richa, suspeito de envolvimento em um esquema de desvio de dinheiro de campanha, reduziu bastante as chances de um acordo político com Álvaro Dias. O senador, que trocou o PSDB pelo PV, mantém laços com o antigo partido no estado. Richa contava com Dias para fechar alianças nas principais cidades do estado nas eleições deste ano e até na disputa pelo governo, em 2018. Mas Dias já sinalizou que buscará outros caminhos.

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15.02.16
ED. 5306

Porteira fechada

 A AES teria iniciado conversações para a compra das oito hidrelétricas e duas termelétricas da Duke Energy no Brasil. Procurada, a Duke confirmou o processo de venda, mas garantiu que ainda não recebeu ofertas pelos ativos. A AES, por sua vez, não pronunciou.

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15.02.16
ED. 5306

Derrapagem

 A Dafra, fabricante de motocicletas do empresário Mario Sérgio Moreira Franco, desce a ladeira. A companhia fechou seus números de 2015 apurando uma queda das vendas de 45%. A Dafra não comentou o assunto.

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15.02.16
ED. 5306

XP da questão

 A XP Investimentos teria amealhado uma pequena fortuna com o frenético sobe e desce das ações da Telebras nas últimas semanas. Em janeiro, a cotação chegou a subir 520% em apenas dois pregões por conta dos rumores de uma fusão entre a estatal, o Serpro e a Dataprev.

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15.02.16
ED. 5306

Semente chinesa

 A China National Agricultural Development, que já desembolsou algumas dezenas de milhões de dólares em Goiás, negocia com os governos do Maranhão e do Tocantins um acordo para investimentos na produção de grãos.

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15.02.16
ED. 5306

Canteiro vazio

 O governador Geraldo Alckmin vai acabar enterrando o projeto de construção da Linha 2 do Metrô de São Paulo. A obra foi paralisada devido aos cortes de despesa do governo paulista. Alckmin vem tentando empurrar o negócio para a iniciativa privada, mas não tem encontrado interessados.

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