Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
04.02.16
ED. 5302

Dilma desperdiça ida ao Congresso Nacional

 O ex-ministro Delfim Netto atendeu ao telefonema de um jornalista velho de guerra, anteontem, após a visita feita pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso, com os seguintes dizeres: – Deu certo, viu, ela já devia ter ido lá antes.  Delfim Netto tinha feito na semana passada uma espetacular ofensiva em todos os grandes jornais do país conclamando a presidente a encaminhar ao Congresso as grandes reformas capazes de viabilizar a governabilidade.  “Ela tem que presidir o país”, falou.  O ex-ministro acertou em parte. Dilma se dirigiu ao Congresso para pedir o seu apoio e levou projetos importantes para o curto prazo, como a DRU e a CPMF. Mas, reformas de fôlego que poderiam escavar mais fundo em busca do ânimo nacional, pois bem, essas ficaram encruadas, guardadas para uma segunda visita. A presidente mencionou sua antiga proposta para a mudança na contribuição da previdência, por prazo e tempo de idade, mas empurrou sua apresentação para daqui a seis meses. Falou sobre o controle das despesas do governo e sobre a meta fiscal flexível para o pagamento da dívida pública, vinculada à arrecadação. Também é algo cujo projeto deverá ser submetido ao Congresso depois do primeiro semestre. Todas essas últimas ideias são chocas e requentadas.  É uma pena. Por uma dessas estranhas combinações do zodíaco político, talvez essa tenha sido uma das melhores oportunidades para Dilma chamar o Congresso à sua responsabilidade no enfrentamento da crise nacional. Mesmo com um noticiário avesso – queda da popularidade, recessão, Lava-Jato, apupos no plenário etc. – havia um desejo latente de que ela comparecesse à grande arena e, quem sabe, despejasse sobre os parlamentares centenas de medidas legislativas reprimidas. Podia não dar em nada, mas resultaria, pelo menos, na quebra da imobilidade gerencial e política que pauta sua gestão e um bom momento para a posteridade.  Talvez a culpa tenha sido de Delfim, que criou a expectativa de uma atitude épica da presidente, bradando da tribuna as reformas que mudariam o país. Seria a primeira vez que Dilma apresentaria um programa de governo para valer, abrangendo questões matriciais que atravancam o país nas áreas tributária, trabalhista e de reforma do Estado, além, é claro, da previdenciária.  Mas o ex-ministro, consultor autodeclarado do ex-presidente Lula, meio mago e meio ogro, acha que o mais importante foi ela ter aprendido o caminho do Congresso. Se Dilma não for definitivamente inviável, ela volta. E aí, quem sabe, o conteúdo das “reformas” fará jus aos aconselhamentos do professor Delfim. Ao contrário do que pregam os minimalistas, menos, no caso da presidente, não é mais. É mínimo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

Tostão

 O governador do Amazonas, José Melo de Oliveira, pleiteia ao ministro Nelson Barbosa a criação de uma linha especial de crédito do Basa para a Zona Franca de Manaus. O objetivo é financiar empresas de médio porte da região. É uma fábrica de bicicletas aqui, uma de peças acolá que podem gerar 100 ou 200 empregos. Acredite se quiser: ainda existem PMEs querendo investir no país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

Marcha a ré

 Stefan Ketter assumiu a direção da Fiat na América Latina com os dois pés esquerdos. A empresa teve a maior queda de vendas em 2015 (30%) entre as grandes montadoras, índice que teria se repetido em janeiro. Estimativas da própria Fiat indicam que seu market share poderá cair de 16% para 14% em 2016. Há cinco anos, era de 25%. Procurada pelo RR, Fiat não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

Ventania

 A gestora britânica Actis tem pretensões grandiosas no mercado de geração eólica. A companhia negocia com as sócias na Atlantic Energias Renováveis um aumento de capital. A Actis tem 60% do capital e o restante está com a espanhola Servinoga e a Pattac. Os britânicos estão topando conversa sobre novos investimentos. Procurada pelo RR, a empresas Atlantic não comentou o assunto.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

Baixo custo

 O que era para ser feito com pompa e circunstância virou um ação meio envergonhada. O grupo francês Safran, da área de defesa, vai abrir uma filial no país. No open office, não vai servir nem salgadinho. Se pudesse, a Safran não divulgava para ninguém.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

AgroZ

 Ivan Zurita deverá entrar com pedido de recuperação judicial da AgroZ, sua empresa da área agropecuária que arde em dezenas de processos judiciais, dívidas de R$ 150 milhões, debêntures com pagamentos atrasados e até arresto de bens. Sorte que Zurita tem respeitabilidade e crédito no mercado. Procurada pelo RR, a empresa AgroZ não comentou o assunto. Procurada insistentemente pelo RR tanto por e-mail quanto por telefone , a empresa AgroZ não nos retornou . O empresário Ivan Zurita procurou o RR, após a publicação da nota, para esclarecer que não pretende entrar com pedido de recuperação judicial e ainda informou que está adimplente com os pagamentos das debêntures e não teve arresto de bens.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

Coronel Nunes

 Romário fechou a temporada de 2015 da CPI do Futebol com o depoimento do presidente licenciado da CBF, Marco Polo Del Nero. Agora pretende reabrir os trabalhos ouvindo o novo nº 1 da entidade, o coronel Antonio Carlos Nunes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

04.02.16
ED. 5302

Na estrada

 A Secil, com menos de 5% de share no país, prepara o bote para cima de unidades da Holcim. Oficialmente, o grupo português não confirma o interesse, mas uma fonte próxima garante que a empresa analisa o negócio.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O mercado de ações francês está no radar da Funcef. A estreia deverá ocorrer de mãos dadas com a Qualium Investissement, da Caisse des Dépôts, fundo estatal francês de investimentos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.