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Planos
13.01.16
ED. 5286

Livraria Cultura é best-seller na Amazon

 A Amazon não desiste de ter uma estrutura de lojas físicas no Brasil. Após duas frustradas investidas para a compra da Saraiva, os norte-americanos elegeram um novo alvo: a Livraria Cultura. Com 19 pontos, a rede controlada pela família Herz fatura R$ 600 milhões por ano. O RR teve a informação de que as duas empresas já estão em conversações. Embora não apresente nem de longe a abrangência territorial da Saraiva e suas 120 lojas, a Cultura é vista como uma empresa bem mais azeitada. Seus números e seu modelo de negócio enchem os olhos dos norte-americanos. A companhia não tem o grau de dispersão da Saraiva, dona também de uma editora, e muito menos seu nível de alavancagem financeira. Além disso, há importantes similitudes nos sistemas operacionais da Amazon e da Cultura. No ano passado, por exemplo, a família Herz investiu R$ 1 milhão em um processo de precificação de produtos semelhante ao adotado pelos norte-americanos. Seria uma premonição?  A compra da Cultura permitiria à Amazon impulsionar a venda de livros físicos no Brasil, segmento no qual a empresa tardou a entrar – muito em função da pressão da própria Saraiva sobre as editoras nacionais. Além disso, possibilitaria aos norteamericanos dominar quase metade do mercado de leitores digitais no país, somando-se o share do Kindle, seu produto, ao do Kobo, comercializado pela Cultura.

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13.01.16
ED. 5286

Conselhão renasce para aplainar conflitos

 O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, foi o escolhido para comandar a ressurreição do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). Ele renasce basicamente com a mesma composição, mas com um objetivo apurado. Sai de cena o condomínio de republiquetas independentes, sem qualquer compromisso com a busca do consenso, e surge em seu lugar um conselho com o propósito prioritário de costurar acordos junto a um amplo arco de segmentos da sociedade. A ideia é alçar o CDES à instância de uma assembleia pública, onde policies, ações, leis e reformas seriam discutidas e votadas sob a forma de um pacto nacional. A concepção do novo Conselhão leva a assinatura do ex-presidente Lula. Ele insiste que a organização da sociedade civil é hoje a única forma de tirar a presidente Dilma Rousseff da solidão e fortalecer a sua governabilidade. Segundo ele, o governo não tem canais nem moeda de troca com atores importantes. Ou seja: o problema de Dilma não é a ausência de pontes para o futuro, mas de atalhos para o presente. Caberá ao CDES chancelar, na medida da sua concordância, linhas gerais de atuação, projetos e medidas estratégicas, que, devido à luta política, ficam paralisados no mercado persa do Congresso Nacional, sendo detonados pela mídia e, eventualmente, confundidos com as traquinagens que vão parar no Ministério Público. A aposta é que seja mais suave a percepção sobre propostas avalizadas pela “sociedade civil” do que as carimbadas pelo governo, notadamente quando transparece o interesse do Planalto.  Jaques Wagner tem cumprido uma intensa agenda na missão de angariar apoios ao novo CDES. Manteve contatos com personagens representativos capazes de catalisar outras participações e engajamentos. Espera-se que eles sejam os diplomatas do Conselhão, colaborando no trabalho de convencimento sobre a sua importância. Nas últimas semanas, Wagner esteve reunido, por exemplo, com o empresário Jorge Gerdau e os economistas Delfim Netto e Maria da Conceição Tavares. Com Gerdau, que, inclusive já celebrou publicamente o renascimento do CDES, discutiu uma série de propostas de interesse do empresariado. Da conversa com a professora, o ministro da Casa Civil saiu ainda mais convencido de que o sucesso no trâmite de ideias e projetos só ocorrerá com o apoio da sociedade – do Congresso é que não será. Conceição considera que, com este novo figurino, o CDES tem tudo para, enfim, ocupar o espaço que ele mesmo deixou vazio, transformando-se no núcleo formulador de uma agenda nacional. A professora argumenta que o fundamental será a pauta do Conselhão; um conjunto de temas de interesse nacional capaz de gerar consensos e permitir que o governo ande. O novo CDES vai ajudar Dilma, mas não será um apêndice da sua gestão. Quem pensar o contrário não conhece seus integrantes.

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13.01.16
ED. 5286

Camada profunda

 A Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA) é um exemplo do quanto a “nova fronteira petrolífera” perdeu fôlego, inclusive dentro do governo. A estatal conta apenas com 30 funcionários, um terço do previsto. Além disso, faltam recursos. A diretoria da PPSA reivindica ao Ministério de Minas e Energia um adiantamento no repasse das verbas de 2016.

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13.01.16
ED. 5286

“Cemigzação”

  A Cemig voltou a mandar no dia a dia da Light. Há pouco mais de um mês na presidência da distribuidora fluminense, Ana Marta Veloso não dá um passo sem consultar a estatal mineira. Essa ascensão incomoda profundamente o governo do Rio.

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13.01.16
ED. 5286

Custo Chalita

 Gabriel Chalita tem feito mil e uma exigências para se filiar ao PDT, incluindo o comando do partido em São Paulo. O presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, acha que Chalita não vale tanto.

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13.01.16
ED. 5286

Postalis

 O presidente do Postalis , Antonio Carlos Conquista, está por um fio. Indicado pelo petista Wagner Pinheiro, ex-presidente dos Correios, Conquista é alvo da Polícia Federal e da CPI dos Fundos de Pensão

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13.01.16
ED. 5286

Gás cortado

 Para contrabalançar as perdas de receita e o aumento dos custos operacionais, a Gás Natural Fenosa cortou à metade os investimentos na expansão da rede de dutos da CEG Rio. Serão R$ 200 milhões a menos.

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13.01.16
ED. 5286

Prateleira

 A norte-americana General Atlantic, que comprou 15% da rede de supermercados Pague Menos, está em busca de ativos no setor imobiliário.

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