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Planos
28.12.15
ED. 5276

Crise econômica finca sua âncora no Porto de Santos

 O maior complexo portuário da América Latina é hoje a imagem mais bem acabada do definhamento do setor de infraestrutura no Brasil. O Porto de Santos está derretendo. Praticamente todos os terminais de contêineres locais estão realizando prejuízos. Santos Brasil, Libra, Embraport e Ecoporto fazem rebolados contábeis para mostrar algum resíduo de lucratividade nos balanços. Todos cortam pessoal e planejam enxugar os investimentos. Não demora e a própria cidade de Santos vai pedir um S.O.S. Somente um dos concessionários ainda respira sem balão de oxigênio: a Brasil Terminal Portuário (BTP), que se vale de operações cruzadas de embarque e desembarque feitas por seus acionistas controladores, as holandesas Terminal Investment Limited (TIL) e APM Terminals. Ainda assim, a dupla dos Países Baixos tem registrado resultados muito aquém do seu plano financeiro. Ressalte-se que os dois grupos holandeses investiram mais de R$ 2 bilhões na BTP, que começou a operar em 2013. A situação é tão delicada que Santos começa a exportar sua agonia para outras praias.  Os projetos de Imbituba estão soterrados. Em Itajaí, a Maersk já pulou fora da operação. No Rio, a Multiterminais atravessa seu pior momento. O aumento do custo do capital e o desabamento das importações, por conta da recessão e do câmbio, têm afetado duramente a movimentação de contêineres nos portos brasileiros. Resumo da ópera: se o governo tinha alguma esperança de os players do setor participarem das licitações em 2016, pode esquecer. A não ser que o cenário mude, o que não é previsível, ou alguma vantagem até agora desconhecida seja colocada sobre a mesa, os grandes operadores já podem ser dados como cartas fora dos futuros leilões. Tudo indica que a desejada expansão da logística portuá- ria vai se restringir à redução da capacidade ociosa e ao aumento da produtividade.

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28.12.15
ED. 5276

Kodak é uma foto perdida no passado

  Após fechar suas fábricas e reduzir drasticamente seu raio de atuação no mercado brasileiro, a Kodak vai se desfazer do que ainda lhe restou de ativos físicos no país. Os norte-americanos colocaram à venda seu condomínio empresarial de São José dos Campos (SP). A área, de aproximadamente 800 mil metros quadrados, abrigou o maior complexo industrial da Kodak na América Latina, com 24 fábricas, que foram loteadas entre diversos inquilinos. No local, ainda funciona a sede da filial brasileira. As negociações para a venda da propriedade têm sido conduzidas diretamente pelo presidente da Kodak no Brasil, Gilberto Farias.  O encolhimento do grupo no Brasil passa também pelo fechamento em definitivo da Kodak Express, rede com aproximadamente 100 pontos de venda em todo o Brasil. Os lojistas, que há tempos não têm reposição de câmeras fotográficas e acessórios da fabricante, serão obrigados a retirar da fachada a marca Kodak Express. O prazo final é dezembro de 2016. Há quem diga, inclusive, que, depois de concluir a venda do condomínio de São José dos Campos e o fechamento da Kodak Express, será a vez do próprio Gilberto Farias sair de cena.  Com a extinção da rede de lojas, a Kodak deixa definitivamente o varejo e a prestação de serviços de impressão de fotografias para se concentrar na venda de máquinas e equipamentos à indústria gráfica, em linha com a reestruturação global de seus negócios. A Kodak não comentou o assunto.

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28.12.15
ED. 5276

Nova velha matriz

 Mesmo com as juras de que o ajuste fiscal será mantido, o governo promete abrir o saco de bondades em 2016 – até porque é ano de eleição. Só em São Paulo, o cronograma do Minha Casa Minha Vida que será anunciado em janeiro prevê a entrega de imóveis em mais de 60 cidades ao longo do primeiro semestre. Resta saber se o novo ministro Nelson Barbosa vai comparecer às inaugurações.

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28.12.15
ED. 5276

OAS deve substituir executivo preso na Operação Vidas Secas

 O presidente da OAS, Elmar Varjão, deverá ser afastado do cargo. A companhia nega a mudança. Mas, segundo o RR apurou, a própria construtora já teria informado a seus credores que o nome do substituto será anunciado em breve. Há menos de um ano no comando da empreiteira, Varjão ficou preso durante cinco dias no início de dezembro após a Operação Vidas Secas, da Polícia Federal. Tudo o que a OAS menos precisa neste momento é de que um novo episódio policial contamine sua reestruturação. Sobretudo agora que seu plano de recuperação judicial foi aprovado pelos credores.

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28.12.15
ED. 5276

Petra Energia

 A Petra Energia, do empresário Roberto Vianna, estaria em gestões com a ANP para devolver todos os seus 18 blocos de exploração e produção na Bacia do São Francisco. Em junho deste ano, a companhia entregou 11 concessões na mesma região. A Petra nega as novas devoluções.

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28.12.15
ED. 5276

Manda-chuva

 O senador Paulo Rocha (PT-PA) é o grande guru da Sudam. O superintendente da agência de fomento, Paulo Correia da Silva, não toma uma decisão de maior impacto sem ouvir o parecer do parlamentar petista.

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28.12.15
ED. 5276

Banco de carona

 Apesar de toda a polêmica que cerca o aplicativo, o fundo de private equity inglês Actis deverá pegar uma carona no Uber e se associar à operação brasileira. A maior parte dos recursos será destinada a investimentos em tecnologia. As seguintes empresas não retornaram ou não comentaram o assunto: Uber e Actis.

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28.12.15
ED. 5276

Pelo caminho

 Os ricos também choram: a Porsche cogita fechar três de suas sete concessioná- rias no Brasil. Consultada, a empresa nega a medida.

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28.12.15
ED. 5276

Corte

 A navalha está fiada na Ford. A exemplo de Camaçari, a montadora também pretende abrir um plano de demissões voluntárias na fábrica de São Bernardo do Campo. A Ford não retornou o assunto.

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