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Planos
02.12.15
ED. 5260

Tractebel aposta suas fichas nas térmicas a carvão

 Para horror dos ambientalistas, o carvão venceu, tornando-se um elemento cada vez mais importante na equação energética do país. Que o diga a Tractebel, maior grupo de geração privado do Brasil. A companhia franco-belga está investindo cerca de R$ 2 bilhões para aumentar sua produção de energia térmica a carvão. Além da aposta no greenfield, o grupo articula uma operação capaz de lhe garantir a primazia sobre algo em torno de 8% das reservas do mineral em território brasileiro. Para isso, costura uma associação com a Copelmi, controlada pelo empresário gaúcho Roberto Faria. A Tractebel aportaria no negócio suas duas térmicas no país e uma terceira, ainda em fase de construção. Já a Copelmi entraria na operação com a termelétrica de Seival e sua participação de 70% em uma unidade de regaseificação de carvão – os 30% restantes pertencem à sul-coreana Posco. Mas o principal fio condutor da operação está no subsolo do Rio Grande do Sul. Pelo acordo, a Tractebel garantiria o direito de preferência na compra de carvão das seis minas da Copelmi, cujas reservas superam 2,5 bilhões de toneladas. Consultada, a Tractebel não quis se pronunciar. Já a Copelmi disse “não confirmar a informação”.  A Tractebel considera a operação estratégica. A participação do carvão na matriz energética brasileira tem crescido seguidamente. Entre 2013 e 2014, este índice passou de 2,4% para 2,9%. Neste ano, deverá atingir 3,5%. Mesmo com a retra- ção da economia e a queda do consumo energético, a expectativa é que este patamar chegue a 5% em dois anos. Além da usina em construção no Rio Grande do Sul, a Tractebel planeja a instalação de mais duas geradoras no país. Ao se associar à Copelmi e incorporar a térmica de Seival ao seu portfólio, o grupo passará a ter uma capacidade da ordem de 1,2 mil MW, distanciando-se da Eletrobras (816 MW no total) como o maior produtor de energia térmica a carvão do país

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02.12.15
ED. 5260

Um freio de emergência na dívida pública

 O risco de a dívida pública bruta atingir 73% do PIB já em 2016 enseja a criação de uma Secretaria da Reforma Patrimonial, com prazo de existência circunscrito a três anos, poderes plenipotenciários e voltada exclusivamente à redução do passivo da União. Com esse objetivo, ela poderia vender, fechar, alienar e securitizar os ativos do Estado. O alvo seria reduzir em 35% a dívida bruta somente com essas operações, dando tempo para que o superávit primário alcançasse o patamar necessário para a estabilização dos níveis de endividamento.  Reservas cambiais, dívida ativa, terrenos, empresas, tudo que possa ser valorado e estruturado financeiramente estaria à disposição da Secretaria, que seria ligada à Presidência da República, responderia a um Conselho político-econômico-militar e prestaria contas ao Congresso. A queda do passivo bruto traria vantagens de toda ordem, quer sejam, melhora no rating, diminuição da expectativa inflacionária, redução do peso dos juros sobre a dívida e dos custos dos financiamentos em geral. Antes que o leitor tire alguma conclusão equivocada, vamos logo informando: não, essa proposta não foi idealizada por Roberto Mangabeira Unger.

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02.12.15
ED. 5260

A dívida da OGPar

 O presidente da OGPar , Paulo Narcelio, abriu uma nova rodada de negociações com a Redwood Capital Management e a Rimrock Capital, dois dos mais intransigentes bondholders da antiga OGX. Sua missão é convencer o grupo de credores encabeçado pelas duas gestoras norte-americanas a abrir mão da cobrança de US$ 70 milhões referente ao aluguel de um FPSO – unidade de produção e armazenamento de petróleo. Narcelio chega à mesa de negociações com um discurso radical: o pagamento da dívida no curto prazo coloca em risco a própria continuidade da OGPar. A seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: OGPar

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02.12.15
ED. 5260

Separação

  A sociedade entre a Petrobras e a White Martins na comercialização de GNL está com os dias contados. As duas empresas já abriram tratativas para o fechamento da GásLocal. O negócio, que já não era um exemplo de rentabilidade, ficou praticamente inviável depois que o Cade determinou a assinatura de um novo contrato de fornecimento de gás, sem os subsídios do acordo anterior. As seguintes empresas não retorna ou não comentaram o assunto: Petrobras e White Martins

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 Em seu depoimento mais recente, Fernando Baiano colocou foco sobre as relações cruzadas entre Renan Calheiros e os ex-diretores da Petrobras Nestor Cerveró e Jorge Zelada.

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 O fundo norte-americano Sierra Nevada e o Pacific Mezz Investco, ligado ao Citibank, estariam se desfazendo de suas participações no BTG. Não tiveram a capacidade premonitória do Ontario Teachers, que começou a vender suas ações em outubro – conforme antecipou o RR em 11 de novembro. De lá para cá, a fatia dos canadenses já caiu de 4% para 1,7%. A seguinte empresa não retornou ou não comentou o assunto: BTG

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02.12.15
ED. 5260

Vácuo de poder

 Lindbergh Faria vem tentando se aproveitar do escândalo Pedro Paulo e do esfarelamento das relações entre o PMDB e o PT para ressuscitar sua candidatura à Prefeitura do Rio.

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02.12.15
ED. 5260

Comodoro

 Além do prêmio de melhor do mundo da Fifa, Neymar parece disposto a disputar também o título de proprietário do iate mais luxuoso entre os boleiros. Dono de um Azimut 78, com 25 metros de comprimento e avaliado em R$ 15 milhões, o craque namora um novo modelo: o Azimut 100 Leonardo, de 30 metros. Basta dar o seu brinquedinho e pagar a diferença, em torno dos R$ 13 milhões.

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02.12.15
ED. 5260

Eletrobras

 A Eletrobras trabalha com o prazo de fevereiro para concluir a venda de sua participação de 50,3% na Celg, uma das nove distribuidoras de energia federalizadas. Para a estatal, já vai tarde.

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