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Planos
24.11.15
ED. 5254

Brasil e França fazem aliança contra o terrorismo

  O acordo de cooperação entre o Brasil e a França vai muito além da montagem do esquema de segurança dos Jogos Olímpicos. Durante o encontro realizado no último domingo no Palácio da Alvorada, a presidente Dilma Rousseff e o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, trataram de outros temas tão ou mais nevrálgicos, a começar pelo risco de infiltração de células terroristas em território brasileiro. Relatórios produzidos em conjunto por órgãos de inteligência dos Estados Unidos e da Europa, pela Abin e pelo Centro de Informações do Exército (CIE) – comandado pelo general Cesar Leme Justo – mostram uma movimentação de grupos ligados ao Estado Islâmico na região entre Foz do Iguaçu (PR) e Chuí (RS).  Este é um assunto tratado com o maior cuidado pelas autoridades brasileiras. Há uma clara preocupação em não causar qualquer constrangimento à expressiva e pacífica comunidade muçulmana há décadas radicada no país. Pelo contrário. Um dos objetivos é justamente o de evitar a infiltração de grupos extremistas em cidades com grande presença de seguidores do Islã, como Foz do Iguaçu. Segundo informações colhidas pela Abin e pelo CIE junto a órgãos congêneres da França e dos Estados Unidos, facções terroristas têm adotado a estratégia de se embrenhar em países e regiões com grande presença de muçulmanos – o que torna o Sul do Brasil um alvo em potencial. Grupos vinculados, sobretudo, ao Estado Islâmico costumam atuar em duas frentes. Uma delas é o que os órgãos da área de defesa classificam de trabalho de cooptação e arregimentação, feito por meio de uma agressiva doutrinação. Ao mesmo tempo, há a busca de financiamento para ações terroristas. De acordo com registros da Abin e do CIE, a caça de recursos se dá tanto no “atacado” – a começar pelo envolvimento com o narcotráfico no Cone Sul – quanto no “varejo”. Neste segundo caso, os crimes mais comuns são a chantagem e a ameaça a famílias muçulmanas com parentes no Oriente Médio, notadamente em áreas dominadas pelo Estado Islâmico.  Até pouco tempo atrás, o Brasil era considerado basicamente “área de descanso de terroristas”, um esconderijo seguro e temporário para extremistas que, de alguma forma, haviam participado de atentados internacionais. Esta visão mudou, à medida que grupos terroristas passaram a adotar novas táticas e esticar seus tentáculos pelas mais variadas regiões do mundo. Por esta razão, além do monitoramento in loco na Região Sul, os órgãos de inteligência brasileiros têm ampliado o escopo do rastreamento nas redes sociais e nas comunicações digitais, trabalho concentrado no Centro de Guerra Cibernética do Exército, em Sobradinho (DF).

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24.11.15
ED. 5254

Itaú sofre as sequelas do “Fator HSBC”

  Roberto Setubal está convencido de que o Itaú poderia ter pago mais pelo HSBC. Blindaria de vez a Região Sudeste, a mais rica do Brasil, onde seu banco lidera em volume de ativos e número de agências. Mas Setubal deixou a oportunidade passar e agora assiste ao movimento da roda do tempo que determinará quando seu maior concorrente se tornará hegemônico nesta zona enricada do país. As outras regiões já estão todas dominadas pelo Bradesco.  Para andar com passadas mais largas, o banco da Cidade de Deus espera que o Cade libere a aquisição. Ato contínuo, a dupla Bradesco-HSBC partirá para a inexorável missão de acumular o maior nú- mero de ativos em todas as regiões do país – a soma das agências dos dois bancos já os deixa maiores no Sudeste do que a casa bancária dos Setubal. Nessa, o Itaú perdeu.

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24.11.15
ED. 5254

Moeda forte

 O presidente da Previ , Gueitiro Genso, vai propor ao Conselho o aumento das aplicações internacionais. Genso considera a medida fundamental para manter o atual patamar de superávit do fundo. Segundo o RR apurou, a meta é triplicar os investimentos estruturados, sobretudo com a compra de títulos de dívida privada. Hoje, as operações da Previ em moeda forte respondem por apenas 1% do Plano 1, o maior da fundação.

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24.11.15
ED. 5254

Sem voz

 A sensação de esvaziamento do seu poder tem deixado o presidente da Light, Paulo Roberto Pinto, extremamente tenso. Em recente reunião de diretoria, por exemplo, chegou a discutir asperamente com o CFO da empresa, Claudio de Moraes. Aos colaboradores mais próximos, Paulo Roberto tem se queixado da falta de autonomia até mesmo para tomar decisões corriqueiras, como a indicação do novo diretor de comunicação – a Cemig, controladora da Light, já vetou três nomes apresentados pelo executivo. Não custa lembrar que Paulo Roberto só foi confirmado para mais um mandato à frente da empresa após um pedido direto do próprio governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, ao seu colega mineiro, Fernando Pimentel.

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24.11.15
ED. 5254

Ponto de ebulição

 O presidente do Conselho da Petrobras, Luiz Nelson de Carvalho, conhecido pelo temperamento ameno, tem dado sinais de que sua permanência no cargo será curta. Lidar com Aldemir Bendine é um desafio para todo o Conselho.

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24.11.15
ED. 5254

Atracação

 A Brookfield negocia sua entrada no capital da Prumo Logística, dona do Porto do Açu, mediante a conversão de um crédito de US$ 200 milhões.

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24.11.15
ED. 5254

Segunda chance

Derrotada pela Mitsui na disputa pela Gaspetro, a Beijing Gas voltou suas baterias para o Paraná. Representantes do grupo chinês já estiveram reunidos com o governador Beto Richa para negociar uma associação com a Compagas. A operação se daria por meio de uma joint venture.

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24.11.15
ED. 5254

Última manobra

 No fim da tarde de ontem, Eduardo Cunha ainda se articulava com o objetivo de tirar seu processo da pauta da reunião de hoje do Conselho de Ética da Câmara. Sua tropa de choque no Conselho é liderada pelo deputado Washington Reis.

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