Atenção!

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Planos
18.11.15
ED. 5250

Atentados em Paris mudam plano de segurança da Rio-2016

 Os ataques terroristas em Paris tiveram o impacto de um choque elétrico sobre as autoridades brasileiras envolvidas no esquema de segurança dos Jogos Olímpicos. Desde o fim de semana, o Ministério da Justiça, mais precisamente a Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos, e a ABIN têm recebido informes regulares dos órgãos da inteligência francesa e da própria CIA. Nos próximos dias, um relatório será compartilhado com outras instâncias da área de defesa que integram a força-tarefa da Olimpíada, notadamente nas Forças Armadas – o Comando de Forças Especiais do Exército, sediado em Goiânia, o grupo de intervenções dos Fuzileiros Navais e o Parasar (Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento da Aeronáutica). A tentativa do Estado Islâmico de infiltrar um homem-bomba no Stade de France durante o jogo entre França e Alemanha alterou a equação do esquema de segurança para a Rio 2016. O episódio aguçou o sentido de realidade e ampliou o espectro de ações profiláticas que serão adotadas no Rio de Janeiro.  Nas Forças Armadas e no Ministério da Justiça, já se discute a intensificação dos acordos de cooperação internacionais com vistas ao esquema de segurança para os Jogos Olímpicos. O maior parceiro – e também maior interessado – são os Estados Unidos. No último fim de semana, durante a realização de um mero amistoso entre as seleções pré-olímpicas dos dois países em Belém, fuzileiros navais foram deslocados até a capital paraense. No entanto, a maior demonstração da presença dos Estados Unidos na estrutura de segurança para a Olimpíada poderá ser vista na próxima semana. No dia 25 de novembro, o porta-aviões George Washington, um dos maiores da Marinha norte-americana, aportará no Rio de Janeiro. Para todos os efeitos, estará apenas cumprindo manobras de rotina no Atlântico. Na verdade, sua presença na cidade se deverá a exercícios de treinamento para os Jogos Olímpicos. O George Washington voltará à costa brasileira em agosto de 2016, quando são esperados mais de 200 mil cidadãos americanos no Rio. Os eventos esportivos sempre foram considerados uma zona de menor risco para ações terroristas. Entre as grandes competições do calendário mundial, notadamente Copa do Mundo e Olimpíada, nunca houve um ataque direto a locais de competição – no trágico episódio dos Jogos de Munique, em 1972, o alvo foram os alojamentos da delegação israelense dentro da Vila Olímpica. A explosão de uma bomba na Maratona de Boston de 2013 também não serve de referência, pois se deu ao ar livre. O que está no radar das autoridades neste momento é o risco de um ataque dentro de uma arena esportiva

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18.11.15
ED. 5250

Iveco é um caminhão de pneus arriados

 Em 2016, Vilmar Fistarol completará 25 anos de Grupo Fiat, mas, ao que tudo indica, terá pouco ou nenhum motivo para celebrar a data. Uma dura combinação entre queda de receita, rentabilidade quase zero e decisões estratégicas vistas por seus superiores como equivocadas ameaça empurrar o executivo para longe do volante da CNH Industrial na América Latina, empresa que ele preside há pouco mais de dois anos. Os maiores problemas dizem respeito à performance da subsidiária Iveco, a fabricante de caminhões do conglomerado italiano. A situação chegou a tal ponto que a Fiat já teria interrompido o programa de investimentos da empresa: do R$ 1 bilhão que estava previsto, cerca de R$ 300 milhões teriam sido retidos pelos italianos em razão da piora do mercado brasileiro e do fraco desempenho da companhia.  Entre os grandes fabricantes de caminhões do Brasil, proporcionalmente a Iveco é quem mais tem sofrido os efeitos negativos da conjuntura econômica. A empresa perdeu o quinto lugar do ranking para a Scania. A queda acumulada das vendas no ano passa dos 50%, contra 44% do mercado como um todo. A montadora caminha para fechar 2015 com 5% de market share, contra 6,5% no ano passado, portanto, longe, muito longe da meta dos italianos de atingir 20% até 2018. Que o airbag proteja Vilmar Fistarol!

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18.11.15
ED. 5250

Ação e reação

 A presidente Dilma Rousseff tem só hoje e um pedacinho desta quinta-feira para positivar as expectativas com algum gesto de impacto. Explica-se a correria: amanhã é a data que o próprio Eduardo Cunha tem vazado sobre sua decisão de aceitar o pedido de impeachement. Seria um bom momento para Dilma anunciar a nomeação de Henrique Meirelles.

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18.11.15
ED. 5250

Mão fechada

 O ministro Joaquim Levy já avisou que não aceitará a proposta das empresas de medicina de grupo e seguradoras do setor para a criação de uma poupança de longo prazo com benefício fiscal voltada à área de saúde. O mecanismo existe nos Estados Unidos, mas Levy não abre mão de um tostão do superávit primário.

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18.11.15
ED. 5250

Tatuagem

 Os próprios colegas de Aloizio Mercadante na Esplanada dos Ministérios se perguntam: o que o titular da Pasta da Educação fazia ao lado de Dilma Rousseff na visita a Mariana? Inspecionar a escola da cidade é que não foi.

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18.11.15
ED. 5250

Desgraceira

 Em sua décima entrevista no ano profetizando o fim dos tempos, o beato Armínio Fraga superou seu ex-futuro chefe Aécio Neves ao propor o impeachment como solução para destravar a crise. Só falta agora sugerir ataques terroristas em Brasília.

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 Paulinho da Força não passa um dia sem conversar com o corregedor da Câmara, o deputado Carlos Manato. Ou seja: Eduardo Cunha não passa um dia sem falar com Manato.

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18.11.15
ED. 5250

Professor

Daniel Dantas cogita voltar a dar aula. Puro entretenimento.

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