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Planos
16.11.15
ED. 5248

Alstom desinfeta todos os seus vagões no Brasil

 Michel Boccaccio, que assumiu a presidência da Alstom no Brasil há menos de um mês, desembarcou em São Paulo com “licença para matar”. O executivo francês recebeu carta branca para comandar um profundo processo de higienização da companhia no país. A premissa é trocar tudo e todos que remetam ao passado recente da Alstom no Brasil, cuja imagem está fortemente vinculada ao escândalo do cartel no metrô de São Paulo. Da substituição de executivos ao redesenho da estrutura organizacional do grupo no país, Bocaccio tem caminho livre para fazer o que for necessário e virar as páginas manchadas de escândalo na biografia da Alstom no país.  A chegada de Boccaccio já resultou automaticamente no afastamento de Marcos Costa, que presidia a subsidiária desde 2012 e, depois de quase uma década na Alstom, se transferiu para a GE. Outro nome na berlinda é o do diretor geral da divisão de transportes, Marco Contin. Embora tenha assumido o cargo apenas em janeiro de 2012 – portanto, quase três anos após as licitações sob investigação do Ministério Público – a figura de Contin está bastante desgastada pelo episódio. Além de ser responsável pela administração dos contratos firmados com o metrô de São Paulo, o executivo carrega a cruz de todo o escândalo ter vindo à tona durante a sua gestão. Consultada pelo RR, a Alstom garante que manterá sua estrutura atual.  Como não se faz uma reestruturação desta magnitude apenas na base do chicote, Michel Boccaccio trouxe algumas boas notícias na bagagem, projetos que serão anunciados ao longo de 2016 – ao melhor estilo de Maquiavel, para quem o bem sempre deve ser feito aos poucos. Está prevista a ampliação das fábricas de trens para metrô, localizada no bairro da Lapa, na cidade de São Paulo, e de veículos leves sobre trilhos (VLTs), em Taubaté (SP). A Alstom tem planos ainda de ingressar na própria opera- ção de VLTs no Brasil. A entrada em consórcios seria uma estratégia para garantir contratos de fornecimento de trens e equipamentos.

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16.11.15
ED. 5248

Como pode um conselho monetário sem Abilio?

  Como se já não bastassem todos os seus problemas, Joaquim Levy ainda tem de aturar o périplo de Abilio Diniz junto a ministros palacianos e à própria presidente Dilma Rousseff. O empresário tem vendido entusiasticamente a ideia de ampliação do Conselho Monetário Nacional (CMN). O modelo seria o mesmo do passado quando o CMN abrigava conselheiros independentes; a maior parte deles grandes empresários, como Olavo Setúbal, Luiz Eulálio Vidigal, Arthur Sendas e o próprio Abilio.  Com sua conhecida modéstia, o ex-Pão de Açúcar ilustra com seu próprio nome como deveria ser a formação do novo conselhão monetário. Abilio adora mencionar que o ex-ministro Mario Henrique Simonsen sempre o consultava antes das reuniões do CMN. Sabe como é… Só Abilio é quem interessa. O CMN hoje é constituído pelos ministros da Fazenda, Joaquim Levy, do Planejamento, Nelson Barbosa, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

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16.11.15
ED. 5248

Arteris

 O resultado da Arteris em 2015 deverá ser o mais baixo desde que o grupo espanhol se instalou no Brasil, há 18 anos. Na média, a queda de receita das concessões chega a 10%. Não por acaso, a S&P já rebaixou o rating da Arteris, levando junto a nota de crédito do presidente da subsidiária brasileira, David Almazán. Seu mandato vence em abril e na empresa ninguém aposta na renovação. A Arteris admite que a receita com pedágio foi impactada pela interrupção da cobrança dos eixos suspensos de caminhões vazios nas rodovias federais. Mas garante que parte do faturamento será reequilibrada na próxima revisão tarifária.

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16.11.15
ED. 5248

Um gole para recordar

 Os norte-americanos da PepsiCo lembraram que têm uma fábrica em Manaus. Depois de mais de uma década sem qualquer aporte relevante, vão investir R$ 120 milhões para ampliar a produção de extratos e concentrados de refrigerantes. Para 2016, está prevista também a expansão de unidades no Nordeste e no Sudeste, dentro da dura tarefa da PepsiCo de reduzir a descomunal distância para a Coca-Cola no mercado brasileiro de refrigerantes: quase 50 pontos percentuais separam as duas empresas. A  empresa PepsiCo não retornou ou não comentou o assunto.

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16.11.15
ED. 5248

Meia sola

 Talvez porque já não tenha mais fábrica para fechar (desativou 20 nos últimos três anos) tampouco gente para demitir (mandou 30 mil funcionários para a rua em igual período), Pedro Grendene agora ataca as linhas de negócio da Vulcabras. Ele já teria se decidido pela extinção das marcas Botas, Opanka, Dijean e OLK. Os resultados do quarteto estariam muito aquém do desejado. Procurada, a Vulcabras nega a medida.

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16.11.15
ED. 5248

Clonagem

 Roberto Justus criou um grupo de estudos para modelar uma companhia voltada à organização de seminários e fóruns para líderes empresariais no Brasil e no exterior. A ideia é associar a iniciativa a um programa de TV. O projeto é tratado com grande sigilo: Justus teme ser visto como um plagiador de João Doria Jr. Consultado, ele nega o projeto.

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 No staff de Eduardo Paes, a palavra de ordem é paciência. A aposta é que o escândalo envolvendo Pedro Paulo Carvalho, candidato à sucessão de Paes, só fica em cartaz no noticiário até o fim do ano.

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 Rogério Fasano negocia a transferência de mais três hotéis da família (Rio, Sorocaba e Punta del Este) para a Hotel Marco Internacional, sociedade que mantém com José Auriemo. Está difícil para os Fasano segurarem sozinhos o alto custo da operação. A  empresa Hotel Marco Internacional não retornou ou não comentou o assunto.

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16.11.15
ED. 5248

Nota

 O RR trocou as letras na edição da última quintafeira. Eduardo Loyo não é economista-chefe do UBS, mas, sim, do BTG.

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