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Planos

  A GP Investimentos enxergou um veio de água potável minando entre os destroços da Lava Jato. A gestora de recursos está em negociações para a compra da OAS Soluções Ambientais e da CAB Ambiental, do Grupo Galvão. Segundo o RR apurou, o braço de saneamento da empreiteira de Cesar Mata Pires está avaliado em aproximadamente R$ 200 milhões. No caso da CAB, os valores sobre a mesa giram em torno dos R$ 500 milhões. Uma vez cravada a dupla aquisição, o caminho das pedras está traçado: o objetivo da GP é consolidar as duas companhias e criar um dos maiores grupos privados de saneamento do país. Juntas, CAB e OAS Soluções Ambientais somam um faturamento em torno de R$ 700 milhões, 20 concessões em cinco estados e aproximadamente 10% de market share. Entre as empresas privadas, a dupla ficaria atrás somente da Águas do Brasil e da Odebrecht Ambiental .  A GP se aproveita do momento de fragilidade de um setor umbilicalmente ligado às grandes empresas de construção pesada do país e, por isso mesmo, superofertado de ativos – outra empresa à venda é a Aegea, do Grupo Equipav.. A empresa nega a informação e ainda afirma que analisa oportunidades de aquisição. CAB e OAS Soluções Ambientais são companheiras de calvário. Seus acionistas controladores foram arrastados pelo “petrolão”, entraram em recuperação judicial e precisam vender ativos o quanto antes para salvar a própria pele. Como não poderia deixar de ser, tanto de um lado quanto de outro, a fonte secou. Enquanto a venda não sai, CAB e OAS não têm outra opção se não sugar o próprio caixa para tocar os projetos em curso em suas concessões. Não obstante a realidade dos fatos, a GP aposta suas fichas no potencial de crescimento das duas empresas. Com 18 concessões, a CAB cresceu 6% no ano passado, rompendo a marca de R$ 600 milhões em receita. A OAS tem um faturamento bem menor, em torno de R$ 80 milhões. Em compensação, como boa parte dos projetos entrou recentemente em operação, a empresa ainda está no período dos longos saltos. No ano passado, sua receita subiu 500%

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09.11.15
ED. 5243

Café da Starbucks custa a esquentar

 Os próprios executivos da Starbucks no Brasil já devem ter perdido a conta de quantas reestruturações a companhia anunciou em busca de uma performance que nunca veio. Desde que a rede chegou ao país, em 2006, as mudanças têm saído como cafezinhos sobre o balcão. A próxima xícara está prestes a ser servida e traz uma fervilhante política de franquias para acelerar a expansão da rede: a meta é abrir 100 cafeterias nos anos de 2016 e 2017, à custa de uma agressiva estratégia de financiamento dos lojistas com recursos próprios. Para efeito de comparação, neste ano a Starbucks deverá inaugurar apenas 15 cafeterias no Brasil. A intenção dos norte-americanos é desconcentrar o mapa de atuação, hoje praticamente restrito ao eixo Rio-São Paulo, espalhando-se por Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e as capitais do Nordeste. Consultada pelo RR, a Starbucks disse estar “empenhada em investir em novas lojas no Brasil”.  Os novos números sugerem que os norte-americanos colocaram o pé no chão e decidiram trocar o ideal pelo possível. Em 2013, quando assumiu o comando da Starbucks no Brasil, Norman Baines anunciou que em até cinco anos a operação no país rivalizaria em número de lojas com a do México, a maior do grupo na América Latina. Dois anos depois, tal meta já foi torrada e moída: hoje, são apenas cem cafeterias no país, contra 460 nas terras mexicanas.

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09.11.15
ED. 5243

Decepção paterna

 Jorge Gerdau ficou irritadíssimo com a decisão do filho, André Gerdau, de abrir mão do assento no Conselho da WorldSteel Association, que reúne mais de 150 siderúrgicas. A entidade tem um razoável peso na discussão de interesses do setor, notadamente junto à OMC. André negou-se a assumir o comando do Conselho – o empresário ocupava a vice-presidência e, pelas regras da associação, seria automaticamente conduzido ao posto. O cargo jamais foi ocupado por um brasileiro, nem pelo próprio Jorge Gerdau, que integrou o comitê executivo da WorldSteel por anos a fio, quando teve entre seus pares Lakshmmi Mittal, da ArcelorMittal, e Paolo Rocca, herdeiro da Techint.

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09.11.15
ED. 5243

Papéis trocados

 A CEO mundial do Santander, Ana Botín, articula um encontro com Dilma Rousseff no fim do mês, quando estará no Brasil. Seu pai, Emilio Botín, falecido no ano passado, era useiro e vezeiro em agendar reuniões com Lula e a própria Dilma e, assim, criar um fato corporativo nos momentos de baixa do Santander no Brasil. Agora, por ironia, é a presidente da República quem mais precisa do expediente.

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09.11.15
ED. 5243

BR Pharma

 O fantasma de um novo rebaixamento do rating pela Moody´s, ainda neste ano, paira sobre a BR Pharma .Em setembro, a agência reduziu a nota do braço de varejo farmacêutico do BTG. A empresa tem em caixa apenas R$ 50 milhões, o que não paga nem 8% da dívida líquida.

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09.11.15
ED. 5243

Avanço russo

 A fabricante de potássio russa Uralkali, que já tem um terminal em Ponta do Félix (PR), está em busca de novos ativos portuários no Brasil.

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09.11.15
ED. 5243

Terras raras

 A canadense MbAC, que explora fosfato no Tocantins, está pressionando os filhos de Olacyr de Moraes, donos da Itaoeste, a vender na bacia das almas uma reserva de tálio na Bahia. A mais suscetível é Ana Claudia Moraes, que enfrenta problemas de caixa em sua usina sucroalcooleira, a Itamarati.

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09.11.15
ED. 5243

Abortar o pouso

 O PSDB ofereceu sua pista de pouso ao dono da Gol, Constantino de Oliveira Junior. A tentação é grande, mas o empresário teme que a aterrissagem na política jogue um facho de luz sobre rumorosos episódios familiares.

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