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Planos
06.11.15
ED. 5242

Só Miguel Rossetto para salvar os empregos do ERG

 Os empregados da Usiminas criaram jurisprudência. O Sindicato dos Metalúrgicos do Rio Grande do Sul também se mobiliza para reivindicar ao ministro do Trabalho, Miguel Rossetto, a intervenção do governo federal na grave crise do Estaleiro Rio Grande (ERG). O objetivo é estancar a sangria de demissões em curso desde o início do ano e salvar o pescoço dos mais de seis mil trabalhadores da empresa, controlada pela Ecovix – leia-se Engevix. Uma a uma, todas as tentativas de garantir a sobrevivência da empresa e dos postos de trabalho estão fazendo água. No momento, mais uma dessas “soluções” caminha sobre a corda bamba, com poucas chances de se equilibrar lá no alto. As negociações em torno do arrendamento do estaleiro para um consórcio de companhias japonesas liderado pela Mitsubishi Heavy Industries recuaram algumas casas. A operação depende de um complexo acordo entre os asiáticos e os credores da empresa em relação ao passivo do ERG. Do ponto de vista jurídico, as dívidas da companhia se encontram numa zona cinzenta em que ninguém quer pisar. Os bancos, entre eles o China Construction Bank, se opõem ao arrendamento do estaleiro por entender que ele mais dificulta do que facilita o recebimento dos cré- ditos. O temor é que a encalacrada Engevix se aproveite deliberadamente da operação para se esquivar da responsabilidade legal pelas dívidas da empresa, empurrando o caso para uma conveniente – e interminável – batalha jurídica. Os credores do ERG sabem bem com quem estão lidando.  A Mitsubishi também está com os dois pés atrás em relação ao arrendamento do estaleiro. Os japoneses sabem que os credores do ERG esperam apenas a assinatura do contrato para saltar na sua jugular. Segundo o RR apurou, dois renomados escritórios de advocacia contratados pela Mitsubishi desaconselharam o fechamento do negócio. De acordo com o parecer dos advogados, ainda que a operação não contemple a transferência efetiva do controle acionário e, sim, o arrendamento das instala- ções, são grandes as probabilidades de que o pool de investidores japoneses – formado ainda pelos estaleiros Imabari, Namura e Oshima Shipbuilding – seja obrigado pela Justiça a assumir os passivos do ERG. A herança em questão é uma dívida de quase R$ 100 milhões, número que não leva em consideração o passivo trabalhista, por ora uma caixa preta. No caso específico da Mitsubishi, a ameaça é ainda maior pelo fato de o grupo ter uma participação direta de 30% na Ecovix, – os 70% restantes pertencem à Engevix.  Enquanto isso, os empregados do ERG seguem entre o rochedo e o mar. Desde abril, o estaleiro teria demitido mais de 800 funcionários. Boa parte destes trabalhadores ainda não teria recebido integralmente as verbas rescisórias. O desfecho desta história é previsível: no fim das contas são eles, e mais ninguém, que ficarão boiando em alto-mar.

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06.11.15
ED. 5242

Katia Abreu arranca a Embrapatec pela raiz

 Katia Abreu não admite mais rodeios: custe o que custar, a Embrapatec, braço de participações da Embrapa, vai sair do papel no início de 2016. A ministra da Agricultura identificou que o maior entrave ao projeto, que se arrasta há dois anos, está dentro da própria companhia. Caberá ao presidente da estatal, Mauricio Lopes, desarticular os feudos de resistência à iniciativa. Para cumprir a missão, terá de começar por ele próprio, que, na visão de Katia Abreu, jamais teria movido uma palha para consumar a criação da subsidiária. E, assim como ele, haveria muitos dentro da estatal, da diretoria à área técnica, “embrapianos” de carteirinha que enxergam na Embrapatec uma espécie de privatização camuflada da empresa de biotecnologia.  A Embrapatec é um estepe para a frustrada proposta de abertura de capital da Embrapa. A subsidiária de participações terá a prerrogativa de se associar a grandes grupos internacionais para desenvolver um determinado projeto. O projeto é flexível e permite que a estatal tenha participações minoritárias em joint ventures. É justamente aí que reside a maior bronca entre o corpo técnico da companhia.

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06.11.15
ED. 5242

Segunda pele

 Há quem enxergue o biquinho da chuteira de Ronaldo Fenômeno na compra das marcas Rainha e Topper por Carlos Wizard – o ex-jogador e o empresário são sócios em um clube de futebol na Flórida. Não pegaria nada bem o eterno garoto-propaganda da Nike vestindo outra camisa

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06.11.15
ED. 5242

Ônibus fiscal

 A decisão da Marcopolo de assumir o controle da Neobus está ligada menos a questões de mercado e mais à possibilidade de usufruir de uma carreata de créditos fiscais. Isso explica por que a ação da companhia disparou apesar de o investimento ter sido anunciado em um momento em que o lucro e os dividendos pagos pela Marcopolo desabam.

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06.11.15
ED. 5242

Eletrobras

 Wady Charone Junior, hoje na Eletronorte, é visto como pule de dez para assumir a diretoria de geração da Eletrobras. O cargo é ocupado interinamente por Renato Soares.

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06.11.15
ED. 5242

Segundo grupo

 Após o fracasso da 13ª rodada, a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, se articula junto ao governo para que a próxima licitação contemple apenas blocos em terra, que exigem bem menos capital. Seria uma forma de estimular a entrada de petroleiras de menor porte. Procurada, a ANP informou que a decisão sobre as futuras rodadas “cabe ao governo federal”.

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06.11.15
ED. 5242

Azedo

 O programa “Uma ponte para o futuro”, do PMDB, azedou o já avinagrado humor de José Serra. Apesar de ver algumas de suas ideias contempladas, Serra considerou excessiva a navalhada no social.

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06.11.15
ED. 5242

Conselhos

Antônio Maciel Neto não passa um dia sem que alguém lhe aconselhe a deixar imediatamente o Grupo Caoa. Antes que seus caminhos fiquem irremediavelmente amarrados aos do empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade.

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