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Planos
28.10.15
ED. 5236

Recuperação judicial é um vulto nos corredores da PDG

   A PDG está no meio de um fogo cruzado, em que o fato e a versão ricocheteiam pelas paredes do mercado sem que se saiba ao certo quem é quem. Desde a última quinta-feira, circula pelas mesas de operação a informação de que a incorporadora está prestes a entrar com um pedido de recuperação judicial. A PDG já teria, inclusive, contratado os serviços da consultoria norte-americana Alvarez & Marsal, especializada em recuperação judicial. Há até um número mágico sobre a mesa: a RJ contemplaria aproximadamente R$ 4 bilhões em dívidas com bancos e fornecedores. Fato ou versão? O RR entrou em contato com a PDG, que não quis se pronunciar sobre o assunto.   Tiros de um lado, tiros de outro: entre os investidores há quem aposte que a informação sobre o pedido de recuperação judicial não passaria de um blefe, um balão de ensaio soprado pela própria PDG, com o deliberado objetivo de forçar um amplo acordão para a repactuação de seu passivo. A ideia de a companhia entrar em RJ sempre causou calafrio entre seus credores. Diante da extrema fragilidade da incorporadora e das condições adversas do mercado imobiliário, o regime especial poderia ter um efeito contrário e lançar a companhia em uma espiral sem volta: com uma dívida líquida de R$ 6 bilhões, o equivalente a cinco vezes o montante de recursos em caixa, a PDG teria cada vez mais dificuldades para financiar seus empreendimentos, as vendas de imó- veis desabariam e a empresa muito provavelmente definharia de vez, sem honrar seus compromissos. O fim deste círculo vicioso seria uma montanha de escombros, que soterraria indiscriminadamente acionistas e bancos. Uma renegociação com as instituições financeiras afastaria este risco e, ao mesmo tempo, livraria os acionistas da PDG de um novo aporte de capital.

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28.10.15
ED. 5236

AES Tietê se emancipa e volta a investir

  A AES Tietê, finalmente, está “reprivatizada”. Foi com este sentimento que, na tarde da última segunda-feira, os norte-americanos deixaram a Torre II do Condomínio Castelo Branco Office Park, em Barueri (SP), onde pouco antes havia sido realizada a assembleia de acionistas da Companhia Brasiliana de Energia. Após uma longa e intrincada reestruturação societária, a AES “retomou” o controle do seu braço de geração, que, de maneira indireta, era compartilhado com o BNDES. Era a senha que faltava para o grupo deslanchar um novo ciclo de investimentos no país. Além das negociações para a compra de uma participação nas térmicas da Petrobras – antecipada pelo RR na edição de 16 de setembro –, os norte-americanos pretendem participar do leilão de relicitação das 29 hidrelétricas que tiveram suas licenças vencidas. Ontem, aliás, o governo anunciou o adiamento do leilão, com a promessa de que ele será realizado no fim de novembro. A AES tem especial interesse nas usinas de Jupiá e Ilha Solteira, que pertenciam à Cesp.   A reorganização societária desatou o nó da AES Tietê, que estava amarrada à Brasiliana e, consequentemente, ao BNDES. A holding, controlada pela AES e pelo banco de fomento, detinha 71% das ações ordinárias da Tietê. Com a reestruturação, a AES Brasil se tornará a maior acionista, com 61% do capital votante. Desvinculada da Brasiliana, e, por extensão, do BNDES, a AES Tietê deixa para trás o ranço de uma empresa mezzo privada, mezzo estatal, o que facilitará a tomada de crédito, notadamente no exterior. Não por acaso, os norte-americanos já decidiram que a companhia concentrará todos os investimentos em geração do grupo no Brasil.

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28.10.15
ED. 5236

Polichinelo

  O Walmart empurrou para janeiro a definição sobre seu plano de expansão no Brasil em 2016. Grande segredo… Os executivos da rede varejista não esperam nada diferente da secura que tem pautado os investimentos do grupo no país. Neste ano, o Walmart abriu apenas três lojas no Brasil

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28.10.15
ED. 5236

Venda da Uniasselvi

  Rodrigo Galindo, acionista e presidente da Kroton, ainda tentou esticar um pouco mais as negociações para a venda da rede de universidades Uniasselvi, na expectativa de que surgisse um investidor disposto a pagar a pedida inicial do grupo, de R$ 1,6 bilhão. Mas, como Godot nunca chega, foi voto vencido e teve de engolir a oferta conjunta dos fundos Carlyle e Vinci, em torno de R$ 1,1 bilhão.

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28.10.15
ED. 5236

Maestro Jobim

Nelson Jobim teria sido acionado pelo próprio ex-presidente Lula logo nas primeiras horas da manhã da última segunda-feira. Com a discrição peculiar, acompanhou à distância todos os passos da incursão da Polícia Federal nas empresas de Luis Claudio Lula da Silva.

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28.10.15
ED. 5236

Gado do vizinho

 Armando Monteiro cismou que o presidente da CNI, Robson Andrade, quer ser mais ministro do Desenvolvimento do que ele. Já Andrade solta cobras e lagartos na direção de Monteiro por considerar que ele ainda tem excessiva influência sobre a diretoria da entidade. E, assim, ninguém exerce o próprio cargo.

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28.10.15
ED. 5236

Siga o mestre

 Abilio Diniz fez escola. Eduardo Rossi, seu braço direito e principal candidato a ocupar a cadeira de conselheiro mundial do Carrefour, também mete o malho obsessivamente no Grupo Pão de Açúcar. Quando estão juntos, então, é uma coisa horrível.

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28.10.15
ED. 5236

Diferenças

 Todos os dias os economistas da PUC-Rio postam uma foto ou comentário deles mesmos nas redes sociais. Já o pessoal da FGV não dá muita importância a Facebook, Twitter etc. Prefere governar a badalar.

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28.10.15
ED. 5236

Nota

Até agora só há um candidato firme à aquisição de uma parte da BR: a Brookfield .

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