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Planos
07.10.15
ED. 5222

Mater Dei fecha as portas aos forasteiros

No momento em que alguns dos principais grupos hospitalares do país buscam um sócio estrangeiro, o Mater Dei decidiu trafegar na contramão. Com recursos em caixa e baixo nível de alavancagem, a maior rede privada de Minas Gerais, com faturamento de R$ 400 milhões, aposta no voo solo. O grupo vai iniciar em breve a construção de um hospital em Betim, em uma área de 250 mil m². A próxima parada será na cidade de Nova Lima, onde o Mater Dei também já comprou um terreno. O investimento em cada novo hospital gira em torno dos R$ 250 milhões. A mudança da lei e a consequente permissão para a entrada do capital estrangeiro no setor deflagraram uma corrida por ativos. Como outros grandes grupos, o Mater Dei tem sido assediado por fundos internacionais, entre eles Advent e Carlyle. Mas, assim como Minas Gerais, permanecerá exatamente onde está: nas mãos dos acionistas fundadores. Palavra de um dos sócios e presidente do grupo, Henrique Salvador. Recentemente, inclusive, a família concluiu a compra de 5% das ações que estavam nas mãos de executivos e médicos credenciados. Com isso, passou a deter 100% da companhia. O objetivo do clã teria sido justamente fechar um flanco no capital do Mater Dei que poderia servir de porta de entrada para forasteiros.

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07.10.15
ED. 5222

Postos da BR Distribuidora são “saqueados” pela concorrência

Que BR Distribuidora será ofertada ao mercado? A líder absoluta na venda de combustíveis no país, notabilizada por sua portentosa estrutura logística e uma rede com mais de 7,5 mil postos, ou uma empresa em célere processo de erosão, saqueada por seus competidores? Quanto mais o IPO demorar em razão das circunstâncias adversas do mercado, maiores as chances de os investidores se depararem com a segunda opção. A BR encontra-se sob forte ataque da concorrência: alguns dos principais grupos do setor estão se aproveitando do momento de fragilidade da estatal – e, em última instância, de todo o Sistema Petrobras – para arrancar um pedacinho da companhia, avançando sobre seus revendedores. As tentativas de pilhagem do market share da empresa vêm dos mais diversos lados. Rubens Ometto e Shell estão entre os mais agressivos: apenas nos meses de julho e agosto, a Raízen abriu conversações com cerca de 150 proprietários de postos de combustíveis que usam a bandeira da BR. Já a Ale , da Marcelo Alecrim, avança sobre revendedores da estatal em São Paulo, Minas Gerais e Ceará. A expectativa da empresa é fisgar algo perto de 70 estabelecimentos até dezembro. O avanço dos predadores reflete a vulnerabilidade da presa. A BR é hoje um gigante alquebrado, que, assim como todas as subsidiárias da Petrobras, purga os efeitos da Lava Jato e sofre com a asfixia financeira da companhia. É também uma empresa acéfala, sem presidente há mais de um mês. Ou um pouco mais, numa conta rigorosa: antes mesmo de deixar o cargo, o ex-presidente José Lima Neto, citado no “petrolão”, já era um dirigente enfraquecido, pálido, sem voz de comando. Ao mesmo tempo, a BR vive um situação de esgarçamento na relação com seus revendedores. No afã de aumentar sua arrecadação, a estatal vem espremendo os distribuidores com uma política de cobrança de royalties cada vez mais sufocante. A inevitável insatisfação da tropa serve de combustível para o avanço dos concorrentes, que têm oferecido condições vantajosas para comprar o passe destes revendedores e embandeirar os postos com sua logomarca. Para se ter uma ideia do apetite com que a concorrência avança sobre a BR, a possibilidade de abduzir distribuidores da estatal teria sido uma das razões para a Ale suspender o processo de venda do seu controle. Neste momento de notória depreciação dos ativos, o empresário Marcelo Alecrim trocou de lado no balcão, vislumbrando a possibilidade de engordar sua companhia com os postos da BR e, posteriormente, retornar para a vitrine com um melhor valuation. Procurada pelo RR, a Ale disse que está investindo R$ 133 milhões em 2015 para ampliar sua rede, sem fazer menção específica aos postos da BR.

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07.10.15
ED. 5222

Yin Yang

O samba do crioulo doido toca em alto e bom som no setor elétrico. Na última quinta-feira, ao fim de um evento da Abraceel, o ministro Eduardo Braga repetia que o interesse dos investidores pelo leilão de hidrelétricas, previsto para 6 de novembro, “é muito grande”. A poucos metros, no outro canto da sala, dirigentes do setor falavam aos jornalistas da expectativa de baixíssimo quorum na licitação, devido à falta de crédito na praça.

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07.10.15
ED. 5222

Carga pesada

Não são apenas os contêineres que se movimentam pelo Porto de Itapoá (SC). Hamburg Süd e Portinvest estariam negociando um novo acordo de acionistas. Ambos passariam a dividir o controle da concessão – hoje, os alemães têm 30%. Oficialmente, a Hamburg Süd nega a operação. Já a Portinvest disse “desconhecer o assunto”.

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07.10.15
ED. 5222

Best-seller

Maria das Graças Foster escreveu um “diário de bordo” sobre sua passagem pela presidência da Petrobras. Ela não diz quando ou como pretende divulgar as anotações. Mas que vai divulgar, isso vai.

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07.10.15
ED. 5222

Sustentável

A Votorantim Metais encontrou duas importantes minas de bauxita no Pará. A novidade é que a companhia estuda a utilização de biomassa para a produção de alumínio, em vez de energia térmica ou hidrelétrica.

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07.10.15
ED. 5222

Time to study

O fundo inglês Apax, que esteve perto de se associar à Abril Educação, estica o olho na direção da CNA – escola de idiomas controlada por Luiz Nogueira da Gama Neto

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07.10.15
ED. 5222

Reforma ministerial

Frase de um ministro jogado aos leões na reforma administrativa: “Dilma Rousseff poderia juntar as sete Pastas do PMDB numa só e criar o Ministério da Desintegração Nacional.”

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