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Planos
05.10.15
ED. 5220

CorreiosPar é resgatada entre os achados e perdidos

O governo decidiu ressuscitar um projeto que estava praticamente esquecido na caixa postal dos Correios. Trata-se da CorreiosPar, o braço de participações da estatal. Em tese, a empresa já existe. Foi formalmente instituída em julho do ano passado, com a premissa de reunir um colar de subsidiárias que seriam montadas a partir da diversificação das atividades dos Correios. Tem até diretor-presidente: Jorge Luiz Gouvêa, no cargo há cerca de um ano. Na prática, porém, jamais saiu do papel, um pouco pelas frustradas tentativas de parceria nas mais variadas áreas de negócio, um pouco pela própria inércia que viceja em Brasília. Agora, a proposta da CorreiosPar é reavivada com pretensões que vão além do projeto original. O governo vislumbra a possibilidade de rechear esse envelope ainda vazio com participações nos mais variados negócios e, posteriormente, abrir o capital da nova companhia, seja por meio de um IPO em Bolsa, seja com a oferta de ações para um sócio estratégico. A venda de 51% do controle a investidores privados permitiria à CorreiosPar se livrar das amarras de uma empresa estatal, com os ganhos de praxe: desde agilidade na tomada de decisões a condições mais favoráveis para a obtenção de crédito. Oficialmente, os Correios garantem que o projeto jamais foi abandonado e continua em andamento. De fato, a CorreiosPar já poderia até ter decolado, carregando como seu primeiro ativo a participação societária na Rio Linhas Aéreas. No entanto, o tão sonhado projeto dos Correios de ter uma frota própria de aviões está sub judice. O TCU suspendeu a compra de 49,99% da Rio por entender que a estatal burlou a lei de licitações. Sem aeronaves, mas com os pés no chão, a direção dos Correios trabalha em cima de dois negócios que faziam parte do escopo original da CorreiosPar e foram engavetados junto com o projeto. A companhia deverá anunciar até o fim do ano a criação de uma subsidiária de serviços digitais, com foco em certificação e impressão e emissão eletrônica, notadamente contas de concessionárias públicas. Em outro front, pretende montar também uma operadora de telefonia móvel virtual (MVNO). O MVNO consiste na prestação de serviços de transmissão de dados e voz por meio do aluguel da rede de grandes empresas de telefonia, portanto sem a necessidade de uma estrutura própria de telecomunicações. É bem verdade que o segmento de MVNO ainda não emplacou no Brasil. Bancos e redes de varejo, como Pão de Açúcar, chegaram a estudar a criação de operadoras próprias, mas não levaram o projeto adiante. Os Correios, no entanto, consideram que, no seu caso, o negócio é viável. A estatal enxerga uma demanda reprimida dentro de casa, leia-se corporações de médio e grande portes que já utilizam seus serviços postais. Em um só pacote, a companhia poderá oferecer a um único cliente transporte de encomendas expressas, impressão e postagem de documentos certificados e serviços de telefonia.

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05.10.15
ED. 5220

Transmissão em dupla

A Taesa, um spinoff da Cemig, e a Alumini Engenharia, ex-Alusa, do empresário Paulo Godoy, estariam costurando a fusão de seus ativos no setor. Segundo a fonte do RR, a operação envolveria a criação de uma nova companhia, na qual os dois grupos aportariam suas concessões na área de transmissão. A empresa seria o segundo maior conglomerado de transmissão do país, atrás apenas do Sistema Eletrobras . Traduzida em números, a dupla Taesa e Alumini significa R$ 5 bilhões em investimentos programados, 49 licenças e uma rede de 16 mil quilômetros. Para efeito de comparação, a chinesa State Grid – uma das mais agressivas investidoras do setor e vencedora do recente leilão do linhão de Belo Monte – tem sob sua concessão uma malha de oito mil quilômetros. Procurada pelo RR, a Alumini negou a operação. Já a Taesa não quis se pronunciar.

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05.10.15
ED. 5220

Triênio

Para alguns observadores mais argutos, ao dizer que sua meta é atingir um retorno sobre o patrimônio de 15,6% até 2018, o novo presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, indicou o prazo que recebeu dos espanhóis para colocar a operação nos trilhos. A se confirmar, terá uma tolerância maior do que seu antecessor, Jesus Zabalza, rifado no segundo ano de gestão.

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05.10.15
ED. 5220

Deserção da vez

O senador baiano Walter Pinheiro vai selar sua saída do PT nos próximos dias. O PSD, de Gilberto Kassab, e a Rede, de Marina Silva, já lhe ofereceram teto. No PT, o receio é que ele leve junto os deputados federais Afonso Florence e Jorge Solla.

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05.10.15
ED. 5220

Em nome do Pai

O deputado federal Marco Feliciano não faz por menos. Pretende lançar sua candidatura a prefeito de São Paulo com o maior culto a céu aberto já realizado na capital paulista. Na bancada evangélica, os mais entusiasmados já se referem ao evento como “Diretas Já com o Senhor”.

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05.10.15
ED. 5220

Desmobilização

A expectativa na CSN é que ainda neste mês a Tractebel apresente uma oferta pelos 29,5% da siderúrgica na hidrelétrica de Itá, em Santa Catarina. O grupo franco-belga é o acionista majoritário, com 69% – o 1,5% restante pertence à Cimento Itambé .

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05.10.15
ED. 5220

Descarga elétrica

Na esteira do fim das concessões das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, a Cesp deverá anunciar ainda neste ano um novo PDV. A medida abrangeria de 300 a 400 funcionários.

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05.10.15
ED. 5220

Outra linha

O presidente do conselho de administração da Telefônica no Brasil, Antonio Carlos Valente, procura evitar os mesmos corredores por onde passa Amos Genish, seu sucessor no comando do grupo.

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05.10.15
ED. 5220

Reviravoltas

Ironia do calendário: o TCU promete julgar as contas de Dilma Rousseff no dia 7 de outubro. Nessa mesma data, um ano antes, Dilma dava a partida na campanha para o segundo turno das eleições.

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