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Planos
02.10.15
ED. 5219

CVM é uma pedra no caminho da Blue Tree

 A CVM jogou um balde de água fria nas pretensões de Chieko Aoki de inaugurar seu primeiro hotel no Rio de Janeiro antes dos Jogos Olímpicos. Na última terça-feira, dia 22, a autarquia determinou a suspensão da oferta pública de distribuição de contratos de investimento coletivo do Blue Tree Premium Design Hotel, localizado no Recreio, Zona Oeste da cidade. A venda das cotas está a cargo da construtora Calper, dona do imóvel. A CVM brecou a operação após identificar irregularidades na distribuição dos títulos e no prospecto de divulgação. A Calper tem até 30 dias para remontar a oferta e adequá-la à exigências do órgão regulador. Caso contrário, ela será cancelada em definitivo. Procurada, a CVM confirmou a suspensão da operação e informou já ter notificado a Calper, por meio do ofício nº 168/2015. Já a Blue Tree afirmou que a condução do processo “está a cargo dos incorporadores”.  Esta é a segunda vez em menos de seis meses que a CVM atravessa o caminho de Chieko Aoki. Em maio deste ano, em uma operação similar, a autarquia suspendeu a oferta de cotas do Blue Tree Valinhos, no interior de São Paulo – ver edição de 5 de maio. O novo imbróglio coloca um ponto de interrogação sobre um dos principais projetos do grupo. A parceria com a Calper é a grande aposta da Blue Tree para fincar sua bandeira no Rio. Pelo cronograma original, o hotel seria inaugurado em janeiro, o que permitiria a venda de pacotes para a Olimpíada com folga. Agora, este planejamento depende da Calper e, em última instância, da própria CVM. Se não atender às exigências da autarquia, a construtora será obrigada a devolver o dinheiro dos investidores que já compraram cotas do imóvel, refazer o project finance do empreendimento e, consequentemente, rever o cronograma de obras e a data de inauguração. Até lá, a pira olímpica já deverá ter se apagado.

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02.10.15
ED. 5219

Brasil e China aportam na foz do Rio Amazonas

Alguém viu alguma concessão do setor de logística sendo leiloada por aí? Não viu e provavelmente não verá tão cedo. Mas pelo menos uma empresa privada se move silenciosamente nessa área. A Companhia Macrologística, do engenheiro Renato Pavan, e a Cia. de Ferrovias da China, firmaram acordo para a construção de um porto de águas profundas na foz do Rio Amazonas, nas proximidades de Barcarena. A informação foi confirmada pelo RR. O projeto é ambicioso, coisa de bilhões de dólares, apesar das partes não revelarem o valor do investimento. Sua principal vantagem é a economia de 3.500 quilômetros que será obtida no percurso até a China e o Japão. Os navios serão de grande calado. Eles seguirão pela foz do Amazonas até o Panamá, avançarão até a África do Sul, Cingapura e, finalmente, China e Japão. Outro handicap é a utilização de navios de contêiner repletos de granel, o que permite o dobro da velocidade dos graneleiros normais. Trata-se do primeiro negócio firme entre Brasil e China na área de logística. E não teve um dedo sequer do governo.

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02.10.15
ED. 5219

Sapatos novos na chuva

Há algo errado em um país onde os “especialistas” e o próprio presidente do Banco Central insistem que o outro lado da moeda dos gastos estratosféricos dos swaps é a valorização das reservas cambiais. Ora, o swap impacta como um morteiro fiscal a dívida bruta. E a rentabilidade das reservas atinge a dívida líquida. É como se um sapato novo fosse posto a andar na chuva. Ao sair dela, estaria todo enlameado, sujo, molhado. Moral da historia: aquele sapato todo arrasado é a dívida bruta. Outro sapato, o novinho em folha, é a dívida líquida. Só que esse conceito não é usado. Trata-se tão somente de uma “pedalada” métrica fiscal.

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02.10.15
ED. 5219

Muito asfalto e pouco crédito

O rebaixamento da nota de crédito da Arteris Brasil pela Standard & Poor’s vai custar caro ao grupo espanhol. Diante da dificuldade de obter crédito a um custo palatável, a subsidiária vai recorrer à matriz para cumprir o programa de investimentos de suas nove concessões rodoviárias no país. Tamanho do espeto: cerca de R$ 1 bilhão.

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02.10.15
ED. 5219

Fio cortado

Mais um sinal de que o leilão de hidrelétricas, remarcado para 6 de novembro, vai mesmo para as calendas. Furnas teria interrompido as negociações com a Brookfield para a formação de um consórcio. Formalmente, a estatal informa que ainda avalia se participará ou não da licitação.

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02.10.15
ED. 5219

Ato final

Ainda neste ano, a Cielo deverá concluir a compra do controle integral da Multidisplay, empresa de pagamentos por celular. Os 9% restantes estão nas mãos dos ex-sócios e executivos. É o passo que falta para a incorporação definitiva da companhia.

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02.10.15
ED. 5219

Carne moída

 O câmbio que afaga a JBS é o mesmo que apedreja o Minerva. Quase 80% do passivo do frigorífico são em dólar, com a agravante de que, nos últimos 12 meses, a relação dívida líquida/Ebitda subiu de 3,5 para 4,4 vezes.

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 A indicação de Celso Pansera para o Ministério da Ciência e Tecnologia é uma prova de que a alardeada ruptura entre Eduardo Cunha e os Picciani não passa de teatro. O nome de Pansera só entrou na dança depois que Cunha e Leonardo Picciani conversaram diretamente com Dilma Rousseff e deram o duplo aval.

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02.10.15
ED. 5219

Furacão Joaquim

Do jeito que anda a sorte do nosso ministro da Fazenda, o furacão Joaquim, que está se dirigindo para as Bahamas, acaba chegando a Brasília.

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02.10.15
ED. 5219

Citado

O delator João Augusto Rezende Henriques citou o nome de André Esteves na Lava Jato.

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