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Planos
30.09.15
ED. 5217

Eike busca novas pepitas

O ex-bilionário Eike Batista retorna às suas origens – quando ainda era “duro”, conforme suas próprias palavras. Vai reingressar na exploração de ouro. Mas com operações pequenas, como no início de sua carreira. Nada de megajazidas, como a colombiana da AUX, vendida na raspa do tacho dos negócios do grupo X. Eike vai ser puro greenfield. O empresário é conhecido por ser um grande detentor de alvarás de pesquisa mineral e um profundo especialista em manter-se sentado nessas áreas, adiando a exploração. Eike tem um magote de alvarás no Norte do país, que é por onde imagina dar sua volta por cima. Por enquanto tudo caminha no maior silêncio, porque o empresário precisa descolar sua imagem dos estrepitosos episódios recentes. Mas pensa em um sócio no futuro. Alguém como Olavo Monteiro de Carvalho foi no passado, lá no início da sua saga.

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30.09.15
ED. 5217

FMI seria um insuspeito avalista do ajuste fiscal

Um ministro da presidente Dilma Rousseff defende que o Brasil volte a recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Antes que as trombetas ribombem, não se trata de pedir ao fundo a malfadada linha de financiamento standby, até porque as condicionalidades desse empréstimo, as medidas de ortodoxia fiscal e monetária, estão sendo implementadas – ou tentadas – pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, por espontânea vontade. Os recursos do FMI ficariam à disposição do Brasil em uma linha especial de financiamento, um cheque nominal com valor determinado. Não há nada para se espantar com essa operação. O Brasil já fez uso dela no passado, na linha “me dá o dinheiro aí, que eu não vou usar, mas fortaleço a percepção da minha solvência”. No caso do Brasil, ninguém tem dúvidas sobre sua fortaleza cambial. O país é credor líquido em moeda estrangeira. O cheque especial do Fundo – um valor estimado em US$ 150 bilhões – viria para conter o afã das agências de rating. Com um caixa-forte de US$ 520 bilhões (US$ 370 bilhões em reservas e o restante referente à poupança do Fundo) o governo poderia sair do corner cambial em que se encontra – as operações de swap atuam na contramão das medidas de restrição fiscal –, permitindo o uso de parte significativa das reservas para abatimento da dívida bruta. Como o governo não conseguirá aprovar as medidas para obtenção de um superávit primário capaz de, no mínimo, estabilizar a relação de crescimento dívida bruta/PIB, uma redução do passivo sem um impacto maior na percepção de solvência nacional seria bem vista pelas empresas de rating. Ressalte-se que o Brasil teria reservas de sobras para fazer essa mesma operação sem que a agência multilateral fosse avalista. Mas o ambiente tornou-se histérico com o overshooting do dólar. Abrir mão do estoque de swaps ou do atual nível de reservas sem um colchão cambial sobressalente seria temerário. A garantia fornecida pelo Fundo deixaria o país em condições de usar suas reservas sem medo de um ataque especulativo. Seria um momento histórico esse, quando o FMI colaborou para que o Brasil exercesse plenamente sua soberania.

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30.09.15
ED. 5217

O ouro de tolo da AngloGold

A AngloGold Ashanti está reduzindo suas operações no Brasil. Oitava maior produtora de ouro do mundo, a companhia sulafricana busca um comprador para os direitos de pesquisa e lavra de suas minas nas cidades de Nova Lima e Raposos, em Minas Gerais. De uma só vez, está negociando também todas as suas sete Pequenas Centrais Hidrelétricas no Brasil, localizadas no interior de Minas. Segundo o RR apurou, a AngloGold estima arrecadar cerca de R$ 300 milhões com a venda dos direitos minerários e das PCHs. A decisão está relacionada aos altos custos de produção no Brasil. Nos últimos anos, a companhia tem concentrado suas atividades globais em minas mais eficientes e rentáveis.

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30.09.15
ED. 5217

Saque tucano

O PSDB do Rio – sim, ele existe – ressuscitou a candidatura de Bernardinho à Prefeitura do Rio. O maior senão é o calendário olímpico. Como os Jogos ocorrerão apenas dois meses antes das eleições, Bernardinho teria de fazer uma campanha-relâmpago. Em compensação, se tudo der certo, poderá subir nos palanques com um valioso cabo eleitoral: uma medalha de ouro no peito.

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30.09.15
ED. 5217

Ladeira abaixo

Diário da crise: a Dell caminha para fechar o ano com o pior desempenho no Brasil em quase uma década. O crescimento das vendas será próximo de zero. Nem mesmo o lançamento de computadores com o novo Windows 10, grande aposta comercial da empresa, tem sido suficiente para mudar o quadro.

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30.09.15
ED. 5217

Assaí digital

O Pão de Açúcar deverá levar seu braço atacadista para a internet. Os franceses trabalham na montagem de uma operação de e-commerce da Assaí, rede que hoje responde por quase 10% do faturamento do grupo no país.

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30.09.15
ED. 5217

Contra a maré

Apesar de todos os pesares, a Kinea, gestora de recursos do Itaú, prepara o lançamento de um novo fundo de investimentos. A meta é captar entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão. Procurada, a Kinea não confirmou a operação.

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 Ao menos no Rio, Dilma Rousseff parece estar com o corpo fechado. Além da tropa de choque formada por Sergio Cabral, Pezão e Eduardo Paes, Dilma tem mantido frequente interlocução com Marcelo Crivella.

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30.09.15
ED. 5217

Renúncia coletiva

A Petrobras vai ter mesmo de buscar em mercado um comprador para a sua participação no campo de Carcará. Além da Queiroz Galvão, a dupla Barra Energia e Galp, dona de 24% do consórcio, não tem intenção de exercer sua opção de compra. Não com o Brent abaixo dos US$ 50.

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