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Planos
14.09.15
ED. 5205

Venda da Renova Energia entra em curto-circuito

A venda da participação da Light na Renova Energia corre sério risco de ser eletrocutada nos tribunais. Um grupo de acionistas da Brasil PCH, subsidiária da empresa de energia renovável, se articula para entrar na Justiça com o objetivo de brecar a transferência das ações para a norte-americana SunEdison – um negócio da ordem de US$ 250 milhões. O alvo nº 1 do contencioso é a Cemig, controladora da Light e artífice da operação. Estes investidores, capitaneados pela BSB Energia, acusam a estatal mineira de ter rasgado o acordo de acionistas da Brasil PCH – dona de um colar de 13 pequenas centrais hidrelétricas no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás – ao fechar negociação com os norte-americanos. A alegação é que, antes de abrir conversações com a SunEdison ou qualquer outro pretendente, a Cemig teria obrigatoriamente de ter ofertado a participação da Light na Renova para os sócios das subsidiárias do grupo, incluindo seus parceiros na Brasil PCH. A explicação está no intrincado acordo de acionistas da companhia, que, num efeito cascata de baixo para cima, se estende a toda a estrutura societária da Renova Energia. A Renova é sócia majoritária da Chipley, que,  por sua vez, é controladora da Brasil PCH. O acordo de acionistas desta última prevê que os sócios da empresa têm direito de preferência em qualquer negociação que altere o controle da própria Renova e, por extensão, de suas subsidiárias. Para os demais  acionistas da Brasil PCH, a estatal mineira ignorou esta condição com o deliberado objetivo de promover um “leilão” em mercado e, desta maneira, amealhar um valor mais alto pela participação da Light. A Cemig enxerga os fatos de outra forma. Segundo a companhia, apenas o BNDES, acionista minoritário da Renova, tem direito de referência sobre a participação dos demais sócios.

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14.09.15
ED. 5205

Câmbio estraga o show do Mubadala

A maldição do “X” foi substituída pelo feitiço do câmbio. O dólar à beira dos R$ 4,00 abalou os planos do Mubadala Development Company para a IMM – nova versão da antiga empresa de entretenimento de Eike Batista, a IMX. Em um setor altamente indexado ao câmbio, a começar pela contratação de atrações internacionais, a conta simplesmente não fecha. Entre janeiro e agosto, os custos operacionais da IMM teriam subido quase 30% em relação ao orçamento desenhado no fim de 2014. As estimativas para o Ebitda da empresa neste ano já teriam sido cortadas em 50%. Oficialmente, a IMM nega a redução das projeções. O Mubadala sabe que o show tem de continuar, mas uma desvalorização cambial de 70% em 12 meses exige drásticas mudanças na coreografia. A primeira vítima poderá ser o contrato com o Cirque du Soleil, um dos fatores de pressão sobre a estrutura de custos da IMM. Os árabes também se perguntam se, nessas circunstâncias, é viável organizar a pré-temporada da NBA no Brasil. A empresa garante que os dois contratos serão mantidos. Desde que assumiu o controle da velha IMX, o Mubadala já mandou para escanteio alguns negócios pouco rentáveis ou deficitários, como a participação no consórcio responsável pela administração do Maracanã ou a unidade de gestão de carreira de atletas. A alta do dólar, no entanto, praticamente anulou os efeitos positivos decorrentes dessas medidas. A má performance da empresa pode, inclusive, precipitar mudanças no capital da IMM. A IMG Worldwide, dona de 20%, teria manifestado a intenção de deixar o negócio. Ao menos o assento não deve ficar vazio. A também norte-americana Raine, grupo com negócios nas áreas de eventos esportivos, jogos eletrônicos e televisão, estaria disposta a se associar à IMM.

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14.09.15
ED. 5205

Segunda via

A norte-americana Discover, dona da bandeira Diners, estaria buscando um banco para fazer a emissão do cartão de crédito no Brasil. O Citi, seu atual parceiro, diz que não.

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14.09.15
ED. 5205

Chinatown I

O CIC, fundo soberano da China, costura um grande projeto agrícola e logístico no Piauí. De um lado, vem comprando extensas plantações de soja no Sul do estado; do outro, articula a retomada das obras do terminal portuário de Parnaíba, paradas desde 2011.

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14.09.15
ED. 5205

Chinatown II

A chinesa Sany negocia a compra da fábrica de aerogeradores da argentina Wind Power Energy (WPE) – leia-se o Grupo Impsa – em Pernambuco. A transferência afastaria o risco de fechamento da unidade, em pauta desde que a WPE entrou em recuperação judicial. A Impsa confirma o processo de venda, mas diz que não menciona nomes devido a acordos de confidencialidade. Para bom entendedor…

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 Graçola que circula nos corredores do Planalto: Dilma Rousseff vai entregar seu bambolê para Aloizio Mercadante. Dilma ganhou o brinquedo do ministro do Turismo, Henrique  Alves. A intenção de Alves, à época líder do PMDB, era melhorar o jogo de cintura da então ministra da Casa Civil. Periga o bambolê voltar para a dona mais quadrado do que já estava.

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14.09.15
ED. 5205

“A solução”

Roberto Mangabeira Unger já tem uma solução pronta para o ajuste fiscal. Cruzes!

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14.09.15
ED. 5205

Duro golpe

Em meio à grave crise da indústria automobilística, Volkswagen e Volvo sofreram um duro golpe. A decisão da Marcopolo de produzir seus próprios chassis deverá reduzir gradativamente as encomendas às duas montadoras,  hoje as principais fornecedoras da fabricante de carrocerias. Ao RR, a Marcopolo confirmou que a Volare, sua subsidiária, investirá cerca de R$ 200 milhões para iniciar a montagem de chassis para micro-ônibus de cinco toneladas em São Mateus (ES) a partir de 2016.

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