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Planos
28.08.15
ED. 5195

Unimed-Rio é um paciente prestes a ser removido

O presidente da  Unimed do Brasil , Eudes de Freitas Aquino, está à frente de um complexo transplante societário que poderá salvar a agonizante operação da companhia no Rio de Janeiro e, ao mesmo tempo, sepultar de uma vez por todas a gestão de seu grande desafeto  Celso Barros . O duplo bônus vale os riscos da delicada intervenção e do pós-cirúrgico. O procedimento passa pela incorporação da  Unimed-Rio   pela  Unimed-BH , que daria origem a uma única operadora com atuação nas duas capitais. Seria a união de dois extremos do Sistema Unimed: a maior e uma das mais rentáveis cooperativas do grupo encamparia uma empresa deficitária, altamente endividada, com graves problemas de gestão e submersa numa crise institucional de consequências ainda imprevisíveis. Essa é uma questão nevrálgica: até que ponto a Unimed-Rio, que carrega um passivo superior a R$ 1 bilhão e teve prejuízo de R$ 200 milhões em 2014, não contaminaria uma operação saudável como a Unimed-BH, que fechou o ano passado com lucro de R$ 150 milhões? Seria uma Escolha de Sofia se o grupo estivesse em condições de fazer uma escolha. Mesmo com todos os riscos, Eudes de Aquino e toda a diretoria da Unimed do Brasil – o sistema nervoso central de todas as operadoras regionais – estão convencidos de que não há outra opção. A situação da Unimed-Rio exige uma solução radical e imediata. Há dois meses a  ANS   mantém um representante dentro da empresa acompanhando todos os passos da gestão. Desde que a medida passou a ser adotada, as palavras “intervenção” e “liquidação” tornaram-se fantasmas que assombram a cooperativa. Os presidentes da Unimed do Brasil, Eudes de Freitas Aquino, da Unimed-Rio, Celso Corrêa de Barros, e da Unimed-BH, Samuel Flam, procuraram o RR para negar a fusão entre a Unimed-Rio e a Unimed-BH. A Unimed do Brasil informa que tal iniciativa não foi apresentada em assembleias das respectivas operadoras e não se mostra viável, considerando a autonomia administrativa, garantida pela Lei nº 5.764/1971, que rege as cooperativas do Sistema Unimed”. Em termos. Não custa lembrar que a central nacional incorporou unidades com a saúde financeira a perigo, como a  Unimed-São Luís . A própria Unimed-Rio, por sua vez, abduziu a de Caxias. Uma vez consumada, a fusão entre as duas cooperativas representaria o epitáfio de Celso Barros e consequentemente um reposicionamento no tabuleiro político do Sistema Unimed. Não por acaso, a operação é conduzida por dois ferrenhos adversários de Barros. Assim como Eudes de Aquino, o presidente da Unimed-BH e seu aliado, Samuel Flam, é um duro oponente do pediatra carioca que há 17 anos dirige a Unimed-Rio. A situação de Barros é cada vez mais frágil, sobretudo após o desembarque da ANS na empresa. Seus oposicionistas jamais estiveram numa situação tão propícia para apeá-lo do cargo. O executivo não tem mais o poder de outrora para brecar uma eventual fusão entre a Unimed-Rio e a Unimed-BH. Ao menos é o que parece.

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28.08.15
ED. 5195

Mudanças à vista na direção da Light

Já se ouve ao longe a trilha sonora que embalará a dança das cadeiras na Light. Na próxima segunda-feira, o Conselho de Administração da distribuidora vai se reunir para decidir quem fica e quem sai na diretoria. Conforme o RR antecipou na edição de 14 de agosto, Paulo Roberto Pinto está deixando a presidência da empresa – apesar das gestões feitas pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, junto ao colega mineiro Fernando Pimentel para assegurar a permanência do executivo no cargo. Segundo o RR apurou, a mudança se dá por uma questão político-partidária e não por ressalvas ou senões à gestão de Paulo Roberto Pinto. A decisão passa ao largo até mesmo da Cemig, acionista controladora da Light. O novo presidente da empresa deverá ser indicado pelo PT do Rio. Outra saída prevista é a da diretora de Gente (RH), Andrea Junqueira e Souza. O sucessor de Paulo Roberto Pinto terá o desafio de manter a Light no azul. Mesmo com a inevitável perda de rentabilidade decorrente das mudanças na política tarifária e da retração da economia, a distribuidora teve ganhos de R$ 70 milhões no primeiro semestre – fato cada vez mais incomum no setor. * Procurada, a Light preferiu não se pronunciar.

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28.08.15
ED. 5195

Usinas à venda

São tantos associados colocando usinas à venda que a Copersucar já precificou o tamanho da desidratação: o grupo estima que perderá até 10% dos cooperativados – e, consequentemente, do seu faturamento – nos próximos 12 meses. Consultada, a Copersucar disse “desconhecer a informação”.

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28.08.15
ED. 5195

Duque de Caxias

O RR não pretende despertar qualquer fantasia ou ecos do passado, mas, por dever de ofício, fica o registro de que o Alto Comando do Exército tem se reunido com bastante frequência. Os encontros giram invariavelmente em torno da crise política. O próprio comandante do Exército, General Eduardo Villas Bôas, e o chefe do Estado-Maior, General Sergio Etchegoyen, são aqueles que demonstram maior apreensão.

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28.08.15
ED. 5195

Caixa forte

Ecos da visita de Dilma Rousseff a Barack Obama: o Exim-Bank dos EUA está liberando US$ 1,5 bilhão para projetos de infraestrutura no Brasil. Mas cadê os projetos?

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28.08.15
ED. 5195

Chá de sumiço

Os amigos de José Seripieri Jr. andam saudosos. O dono da Qualicorp reduziu sua presença em eventos e locais públicos. Seripieri, como se sabe, tem queridos amigos, a começar por Lula.

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28.08.15
ED. 5195

E se?

E se a recriação da CPMF for apenas um balão de ensaio para negociar mais cortes no orçamento de 2016? Tomara!

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28.08.15
ED. 5195

Reserva feita

Informação que está – ou melhor, estava – guardadinha no cofre da Marriott. O grupo norte-americano pretende pular de seis para 20 hotéis no Brasil em até dois anos. Crise? Que crise? * Os representantes da rede de hotéis Marriott não retornou nosso contato.

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28.08.15
ED. 5195

Cardeal fora

Citado em depoimento do empreiteiro Ricardo Pessoa, Valter Cardeal se licenciou da diretoria de geração da Eletrobras. Mera formalidade, um rito de passagem até o desligamento efetivo do cargo. * A Eletrobras não nos retornou.

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