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Planos
06.07.15
ED. 5156

Planos da Petra Energia se esfarelam em bloco

Se é para gastar o latim, a Petra Energia bem que poderia se chamar “Harena Energia”. Há mais areia do que rocha na petroleira do empresário pernambucano Roberto Viana. A companhia, que, no início de junho, devolveu 11 blocos exploratórios na Bacia de São Francisco, estuda entregar outros cinco a  ANP. Das 44 concessões que chegou a ter, a empresa ficaria, portanto, com 28. Esse número, ressalte-se, ainda pode encolher um pouco mais. Dois outros blocos da petroleira (SF-T-92 e SFT- 119), também localizados na Bacia do São Francisco, tiveram a licença suspensa pela ANP por problemas relacionados ao licenciamento ambiental. A Petra teria voltado também a postergar o pagamento de fornecedores. Segundo informações obtidas a uma das principais prestadoras de serviços da companhia, em alguns casos os atrasos já passariam dos 60 dias. Procurada pelo RR, a Petra negou novas devoluções de blocos para a ANP. A empresa informou ainda que, em razão da “atual conjuntura econômica”, tem “pactuado ajustes com os fornecedores que levam a  necessidade de negociação de novas bases contratuais”. A Petra garante que “está honrando e vai honrar, sem exceção, todas as suas obrigações.” No mercado, há dúvidas cada vez maiores em relação a  continuidade da operação da Petra, ao menos na atual configuração. O consenso é que a empresa terá de se desfazer de algumas concessões para financiar outras, ainda que isso gere um inevitável efeito colateral: a perda de escala e o consequente aumento dos custos de investimento. O problema (mais um) é que a maioria dos ativos da companhia não é de fácil negociação, especialmente os 12 blocos localizados na complexa Bacia do São Francisco. A geologia da região exige o uso da técnica de fraturamento hidráulico, modalidade de exploração ainda não regulamentada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente. Não custa lembrar que companhias graúdas, como Petrobras e Shell, já abandonaram campanhas exploratórias no São Francisco.

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06.07.15
ED. 5156

De grão em grão , o superávit enche a meta

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é sensível a ditos populares. Do tipo “não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe” ou “pedra mole em água dura tanto bate até que fura”. Recentemente, teria incorporado “meta de superávit primário não se revisa até o fim do ano fiscal”. Levy fez a autocrítica em relação ao rebaixamento da meta em 0,1 ponto percentual – de 1,2% para 1,1% do PIB. É pouco, por isso mesmo dispensável. Além do que sinaliza mal. E, finalmente, pode não ser necessário. A boa novidade é que a Fazenda volta a considerar viável a meta original de superávit ou um percentual bem próximo, na contramão dos até 0,6% do PIB antecipado pelas proféticas instituições financeiras. Os motivos seriam: a forte e repentina melhoria nas operações externas; a contribuição da agricultura; a convicção de que receitas extraordinárias serão maiores do que as enxergadas pelo mercado; e o aumento da arrecadação até o final do ano, puxada, em parte, pelo comércio exterior. O quinto motivo é um truque maroto: as contas intramuros do Tesouro são mais conservadoras do que as oficialmente anunciadas. Se a estratégia colar, há um dividendo psicológico: ela quebra as expectativas do mercado, que está pessimista até a medula. Levy poderia usar, então, um novo aforismo: “O jogo só termina quando acaba.” Bem, por enquanto o que se vê é a solidão do goleiro na hora do pênalti. Mas são extremamente racionais os sinais de que o ministro da Fazenda não é somente um turrão com suas metas ou que esteja fazendo um jogo de gato e rato com as expectativas.

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06.07.15
ED. 5156

Lava Jato do B

Sergio Moro quer ouvir novamente os ex-executivos da Camargo Corrêa Dalton Avancini e Eduardo Leite. Está convicto de que a dupla dinâmica tem muito mais a dizer, especialmente sobre os contratos da empreiteira no setor elétrico.

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06.07.15
ED. 5156

Maratona

Eduardo Paes pretende visitar várias capitais brasileiras para falar sobre o case Rio 2016. Não, não! Antes que alguém venha com caramingola na cabeça, o projeto antecede a pesquisa Datafolha, que lhe deu mirradinhos 2% de intenções de voto numa eventual candidatura a  presidência.

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06.07.15
ED. 5156

Virou moda

Menos de um ano após o último Refis, o governo do Paraná já estuda uma nova edição do programa. Tudo bem que a situação fiscal do estado exige decisões excepcionais. Mas, assim, a medida perde a graça. E a eficácia.

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06.07.15
ED. 5156

Diamantes

A De Beers, uma das grifes mundiais na produção e distribuição de diamantes, está garimpando o mercado em busca de licenças de lavra no Brasil, notadamente na Bahia. Em tempo: o grupo negocia uma parceria com a gestora de recursos Abax Investments, também sulafricana, para projetos conjuntos na América do Sul.

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06.07.15
ED. 5156

Gás liquefeito

A Gas Natural Fenosa vai construir uma planta de regaseificação de gás liquefeito no Rio de Janeiro. Dono da CEG e da CEG Rio, o grupo quer reduzir, um pouquinho que seja, a dependência do insumo fornecido pela Petrobras.

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06.07.15
ED. 5156

O sinal de alerta está aceso

O sinal de alerta está aceso na BR Malls. A inadimplência nos shoppings da empresa duplicou em 12 meses. Daí para uma onda de lojistas atrasando o aluguel é um pulo.

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06.07.15
ED. 5156

Há um lugar reservado

Há um lugar reservado para a francesa Thales na cabine de controle da Visiona, integradora de sistemas espaciais criada a partir da associação entre Embraer e Telebras.

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