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Planos
02.07.15
ED. 5154

Saab blinda fornecedores do novo caça da Força Aérea

Haja instrumento para o Gripen decolar diante de condições tão adversas! Em meio ao nevoeiro do ajuste fiscal e dos cortes do orçamento para a área de defesa, a Saab começa a montar o cinturão de fornecedores envolvidos na produção dos novos caças da Força Aérea. A estratégia dos suecos é blindar sua cadeia produtiva contra as intempéries da economia. Por blindagem entenda-se o ingresso no capital destas empresas, que se instalarão em São Bernardo do Campo (SP), local escolhido para a montagem final dos Gripen. O grupo já teria reservado cerca de US$ 300 milhões para financiar seus fornecedores mediante a compra de participações minoritárias nestas companhias. O ajuste fiscal já abalroou os planos da Saab. No início da semana, o governo anunciou a suspensão do arrendamento de 12 aeronaves da geração anterior a  do Gripe, que seriam usadas pela FAB até a entrega das novas aeronaves. A Saab tem uma fuselagem forte o suficiente para suportar tais rajadas. O mesmo não se aplica obrigatoriamente a seus fornecedores. A ordem, portanto, é injetar recursos nestas empresas. Consta que os suecos já estariam em negociações para adquirir uma participação na gaúcha AEL, fabricante de sistemas eletrônicos e displays. Ao mesmo tempo, costuram um aumento de sua fatia na Akaer. No ano passado, a Saab ficou com 15% da fabricante de fuselagens após converter um empréstimo em participação societária. Agora, pretende comprar outros 25%. Consultada sobre a ampliação da fatia dos suecos, a Akaer disse que o assunto “ainda” não está em pauta.

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02.07.15
ED. 5154

“B” de boi, de BNDES e de bilhões

 No que depender do BNDES, vai ter, sim, mais dinheiro para a JBS. As portas do banco estão abertas a novos financiamentos para o grupo, se assim as circunstâncias pedirem. A assertiva se sustenta em duas premissas, uma de ordem regulatória e outra financeira. A resolução publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada, referente aos limites para a exposição da BNDESPar a uma única empresa, em nada afeta a possibilidade de futuros aportes na JBS. Segundo uma fonte do BNDES, o atual peso da companhia no estoque de operações da agência de fomento sequer arranha o limite de 25% do Patrimônio de Referência imposto pelo CMN. O banco não divulga o percentual por considerá-lo informação sigilosa. Mas não custa lembrar que a triangulação feita com o Tesouro e a Caixa Econômica Federal em 2012 abriu ainda mais espaço para um eventual aumento da participação no grupo. Na ocasião, o BNDES transferiu o equivalente a 10% da JBS para a União, que, ato contínuo, repassou o ativo para a CEF, como forma de capitalizar o banco. Para o BNDES, o maior estímulo a novas operações com a empresa de alimentos vem da última linha do balanço. Como se costuma dizer na própria área técnica do banco, quem dera houvesse outras JBS. A participação representa a melhor taxa de retorno entre todos os investimentos realizados pela BNDESPar desde 2007, ano em que a instituição fez seu primeiro aporte na companhia. Somente nos últimos cinco anos, a alta das ações da JBS foi de 102% – no mesmo período, a variação do DI ficou em 61%. Conforme consta do estudo de caso recém-divulgado pelo próprio BNDES, o investimento na JBS já rendeu ao banco cerca de R$ 6 bilhões, cifra referente ao crescimento do valor de mercado da empresa ao longo de oito anos. Para o BNDES, além do retorno financeiro per si, há ainda outro ganho decorrente do investimento na JBS, tão ou mais valioso do que aquele reportado em seu balanço. O maior alvo das críticas ao modelo adotado pelo banco nos últimos anos tornou-se exatamente a sua principal peça de defesa e desqualificação de seus detratores. Os resultados da companhia são a melhor resposta aos grupos de interesse que dispararam contra a política de cavalos vencedores, usando-a como mote para fazer as piores ilações em relação aos critérios e procedimentos do BNDES.

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Previ, Petros e Funcef fizeram sua parte no script: renunciaram ao direito de preferência sobre as ações da OAS, abrindo caminho para a entrada da Brookfield no capital da Invepar. Em um segundo instante, será a vez de a gestora canadense cumprir o combinado: não criar qualquer óbice para que os fundos indiquem o novo presidente da companhia, em substituição ao desafeto Gustavo Nunes da Rocha, ligado a  OAS.

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02.07.15
ED. 5154

Hutchison

A Hutchison, de Hong Kong, espreita o mercado brasileiro de telefonia. A questão é como driblar a escassez de ativos na prateleira. A Hutchison olha até os números da modesta Algar Telecom, com receita de R$ 2 bilhões ao ano.

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02.07.15
ED. 5154

Desmobilização

A Cemig estaria negociando com um grupo de investidores locais sua participação em uma linha de transmissão no Chile.

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02.07.15
ED. 5154

Fertilizantes

Dona de 10% da Heringer, a marroquina OCP International Cooperative prepara o solo para duplicar sua participação na fabricante de fertilizantes controlada por Dalton Carlos Heringer.

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02.07.15
ED. 5154

Luz de terceiros

A gaúcha CEEE busca parceiros privados na área de geração. Sem isso, vai ser difícil levar todos os projetos adiante, notadamente no segmento de energia renovável.

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02.07.15
ED. 5154

A ministra Katia Abreu

A ministra Katia Abreu, que adora cutucar um vespeiro, está disposta a ir ao Congresso para defender a polêmica emenda do deputado Marcos Pontes (PSD-MG), que acaba com todas as amarras para a venda de propriedades rurais ao capital estrangeiro.

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02.07.15
ED. 5154

Na edição de ontem

Na edição de ontem, o RR publicou incorretamente que a meta de superávit primário estava mantida em 1,2% do PIB. Mas, em junho, ela foi revisada para 1,1%.

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