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Planos
29.06.15
ED. 5151

Lava Jato resfria o programa nuclear brasileiro

A Lava Jato empobreceu também o urânio brasileiro. O desenfreado cerco a s grandes empreiteiras praticamente paralisou o programa nuclear nacional. Que o diga a russa Rosatom, virtual parceira do governo brasileiro para a instalação de novas usinas atômicas. Nem mesmo as boas relações entre Dilma Rousseff e Vladimir Putin e os seguidos acordos bilaterais entre os dois países resistiram ao juiz Sergio Moro. A aliança entre a Rosatom e a Camargo Corrêa, que já haviam assinado um memorando de entendimentos para investimentos na área nuclear, desintegrou- se. Forçada pelas circunstâncias, a construtora cancelou qualquer novo projeto no setor. Desde então, os russos seguem em busca de um nome para ocupar o vazio deixado pela Camargo Corrêa, de preferência também uma grande empreiteira – afinal, que outro setor no Brasil tem tamanha familiaridade com o negócio? Praticamente todas as construtoras do primeiro time criaram uma área de defesa e segurança: a Odebrecht, por exemplo, participa do projeto de montagem do primeiro submarino nuclear brasileiro. Neste momento, no entanto, é mais fácil os russos acharem cé sio 137 sob o asfalto da Rua das Flores, em Curitiba, do que encontrar uma grande construtora que não tenha sido atingida pela radioatividade do petrolão. Uma coisa puxa a outra. Nos últimos meses, as conversações entre a Rosatom e o governo brasileiro esfriaram consideravelmente. Havia a expectativa de que a própria presidente Dilma Rousseff fizesse uma viagem a  Rússia no mês de maio, quando se encontraria com Vladimir Putin para dar continuidade ao projeto. No entanto, a visita não se confirmou. Ruim para a Rosatom, que apostou um monte de fichas no programa nuclear brasileiro. A companhia instalou uma subsidiária no país, a Rusatom Overseas Network, montou uma representação no Rio de Janeiro e designou um de seus mais promissores executivos para comandar os sete funcionários locais, Ivan Dybov. Muito barulho por nada. Por ora, a Rosatom fechou apenas um contrato com a Comissão Nacional de Energia Nuclear para o fornecimento de molibdênio-99, usado na medicina nuclear.

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29.06.15
ED. 5151

CPI do HSBC é uma pizza a caminho do forno

Pelo andar da carruagem, bateu o desespero no senador Paulo Rocha (PT-PA), presidente da CPI do HSBC. Rocha está gastando seus últimos cartuchos na tentativa de salvar a natimorta Comissão. Na semana passada, disparou na direção da Receita Federal seguidos requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal dos 129 brasileiros que supostamente mantiveram contas ilegais no HSBC da Suíça em 2006 e 2007. É pouco provável que o Fisco atenda a s solicitações. O STF já se manifestou, em inúmeras decisões, contrário a  quebra de sigilo por CPIs sem a existência de indícios mais fortes de prática de crimes. A CPI do HSBC se ergueu sobre dois nobres propósitos: investigar crimes de evasão fiscal e contribuir para o aprimoramento da legislação tributária e cambial. É uma pena, mas, até o momento, não deu sinais de que conseguirá nem um nem outro. O acordo com as autoridades francesas, que concentram as investigações do SwissLeaks, não rendeu os resultados esperados. As informações têm sido compartilhadas num ritmo extremamente lento. A CPI tentou criar um canal direto com o próprio governo da Suíça. No entanto, a ministra das Finanças suíça, Eveline Widmer- Schlumpf já deixou claro a todos os países com contribuintes citados na lista do SwissLeaks que o compartilhamento das investigações só será possível mediante um tratado de troca automática de informações vinculado a um plano de regularização fiscal. Se, externamente, cresce o descrédito em relação a uma CPI que chegou a ficar 50 dias sem uma única sessão, internamente o iminente fracasso parece ter subido a  cabeça e aos ânimos dos parlamentares. Os integrantes da Comissão se acusam mutuamente pelo pífio desempenho dos trabalhos. A ponto de o vicepresidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), ter dito publicamente “que não será o entregador da pizza” prestes a ser servida pelo Senado. tem duas unidades de abate.

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29.06.15
ED. 5151

Cirurgião

O Palácio do Planalto identificou as digitais do ex-secretário de Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, no vazamento da notícia sobre a internação do ministro Joaquim Levy, na última sexta-feira a  noite. Côrtes é um falastrão contumaz. No primeiro mandato de Dilma Rousseff, ele esteve com um pé no Ministério da Saúde. Mas não conseguiu segurar a língua. Após vazar na mídia que seria o novo ministro, antes do anúncio oficial, acabou preterido por Alexandre Padilha.

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29.06.15
ED. 5151

“Googlepólio”

Quem segura o Google? O vasculhador de vidas alheias pretende devorar, neste ano, 60% de toda a publicidade em internet no Brasil. Em 2014, a mordida do Google foi mais “modesta”: 50%, o equivalente a R$ 3,5 bilhões.

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29.06.15
ED. 5151

Preliminar

Enquanto a bola não rola na CPI da CBF, o senador Romário segue no trabalho de aquecimento. Nos últimos dias, recolheu uma série de documentos e informações sobre o contrato entre a entidade e a ISE, empresa com sede em Cayman e responsável pelos amistosos da seleção brasileira no exterior.

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29.06.15
ED. 5151

Tributo a Olacyr

Os herdeiros do saudoso Olacyr de Moraes procuram um comprador para a Itaoeste, dona de reservas de manganês, cobalto e calcário na Bahia. O empresário tinha o maior apreço pela companhia, mas faltou-lhe fôlego financeiro para pedalar o negócio.

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29.06.15
ED. 5151

Bife ancho

O frigorífico Minerva está a  caça de ativos no Chile e no Uruguai, onde, aliás, já tem duas unidades de abate.

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29.06.15
ED. 5151

Apesar de todos os pesares

Apesar de todos os pesares da economia, a Fibria pretende dar a partida, ainda neste ano, na instalação da segunda linha de celulose na fábrica de Três Lagoas (MS).

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