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Planos
19.06.15
ED. 5145

Catavento da Acciona gira mais forte no Brasil

 Os ventos da Acciona Windpower sopram na direção do Brasil. E trazem consigo a promessa de investimentos e empregos. Após instalar uma fábrica de aerogeradores na cidade de Simões Filho (BA), os espanhóis já teriam planos de erguer uma segunda planta industrial, desta vez no Rio Grande do Sul. Com isso, o grupo vai duplicar a sua produção no país, superando a marca de 200 turbinas por ano. Além de atender ao mercado interno, a operação brasileira ficará responsável por abastecer América Latina, africa e até mesmo parte da Europa. A subsidiária da Acciona já tem em carteira o equivalente a um bilhão de euros em encomendas pelos próximos três anos. Há ainda negociações com usinas eólicas que poderão totalizar mais 500 milhões de euros em contratos. Procurado, o grupo negou a instalação de uma segunda fábrica de aerogeradores. Mas confirmou seu novo investimento no país: a produção de torres de concreto.  O Brasil ocupa um espaço cada vez maior no mapa de negócios da Acciona. A tendência é que a subsidiária assuma gradativamente contratos do grupo no exterior, o que poderá levar, inclusive, ao fechamento de uma das fábricas na Espanha. Ou seja: o Brasil é hoje a segunda casa dos espanhóis. E pode até virar a primeira. No grupo, já se fala até na possibilidade de transferência da sede da Acciona Windpower para o país em um futuro próximo – formalmente, a empresa nega.

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19.06.15
ED. 5145

O sinistro Magro despenca refinaria abaixo

São evidentes os sinais da derrocada de Ricardo Andrade Magro, o híbrido de advogado e empresário que se notabilizou por cruzar e descruzar com desenvoltura a porta giratória entre a política e o mundo dos negócios. O aspecto soturno, agravado pelo monotemático terno preto, talvez seja uma das poucas características que ainda lembram o personagem de natureza maquiavélica, no mais pragmático dos sentidos – entre os mais próximos há até quem compare o Magro dos bons tempos a Doug Stamper, o discreto e eficiente desatador de nós do congressista Frank Underwood, de “House of Cards”. Hoje, tudo ao seu redor é decadência. Andrade Magro já não serpenteia com o mesmo desembaraço pelos corredores do poder. Perdeu prestígio junto ao PMDB de Eduardo Cunha da mesma forma que se distanciou do PT, de Marcelo Sereno, com quem, inclusive, chegou a trabalhar. O declínio político irradia pelos seus negócios. É sintomático que Andrade Magro tenha fechado seu escritório de advocacia no 16º andar do tradicional edifício Martinelli, no Centro do Rio. É uma pena! Aquelas paredes têm muita história para contar. As evidências do ocaso de Ricardo Andrade Magro estão também na Refinaria de Manguinhos, que, por uma série de circunstâncias, caiu no seu colo. Em recuperação judicial desde o início de 2013, a empresa vive a crônica de uma agonia mais do que anunciada. Opera de forma errática e sua atividade comercial se restringiria a  venda de reduzidos volumes de combustíveis a preços baixos para postos bandeira branca. Entre janeiro e setembro do ano passado, Manguinhos teve prejuízo de R$ 83 milhões. E mais não se sabe, pois até hoje a empresa não encaminhou a  BM&F Bovespa as demonstrações contábeis de 2014. O RR fez várias tentativas de contato com a Refinaria de Manguinhos, mas não obteve retorno em nenhum dos telefones e e-mails disponíveis da companhia. Que falta faz a Manguinhos o Andrade Magro do passado. Fosse em outros tempos, muito provavelmente a Assembléia Legislativa do Rio já teria aprovado o Projeto de Lei 425/2015, que propõe a criação de uma versão fluminense do Refis para empresas com dívidas fiscais acima de R$ 1 bilhão. É possível também que o contencioso com a Petrobras já tivesse chegado ao fim. Em dezembro, a 25a Vara Cível do Rio condenou a estatal a pagar R$ 935 milhões a  Refinaria de Manguinhos pela compra de combustíveis a preços inferiores ao custo de produção. Esta, no entanto, foi apenas a decisão de primeira instância. A novela ainda deve perdurar por muitos anos, um futuro que talvez Manguinhos não possa esperar.

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19.06.15
ED. 5145

O gás da Statoil

A Statoil pretende se aproveitar da brecha aberta pela nova Lei do Gás para investir no transporte do combustível no Brasil. O projeto envolve a criação de uma nova empresa no país. Os noruegueses já abriram conversas com a Petrobras, a mais afetada pela mudança nas regras. Pela nova lei, o transportador será obrigado a ceder o uso da capacidade ociosa de seus gasodutos.

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19.06.15
ED. 5145

Banco Pine

Corre no mercado a informação de que o Banco Pine, de Noberto Pinheiro, está a  venda. Oficialmente, o banco nega

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19.06.15
ED. 5145

Troca de guarda

Em meio ao “Fifagate”, o diretor jurídico da CBF, Carlos Eugênio Lopes, balança no cargo. “Carlô” – sua alcunha no mundo da bola – é o último remanescente dos tempos de Ricardo Teixeira no primeiro escalão da entidade.

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19.06.15
ED. 5145

Disclosure? Só lá!

O que vale para o BNDES não vale para o Banco da Amazônia. Parlamentares da Região Norte se movimentam para evitar que o Basa também seja obrigado a dar transparência aos seus contratos de financiamento. Disclosure nos olhos dos outros é refresco?

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19.06.15
ED. 5145

Porto da discórdia

O governo do Paraná e a União estão a s portas de um contencioso. Beto Richa ameaça devolver a  União a concessão do Porto de Paranaguá e entrar na Justiça caso o governo federal decida brecar a privatização do terminal. Consultado pelo RR, o governo do Paraná garante que não devolverá a concessão.

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19.06.15
ED. 5145

Casquinha

A Unilever, dona da Kibon, mira em fabricantes regionais de sorvetes. A primeira da fila é a paulista Jundiá, que garante não estar a  venda.

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19.06.15
ED. 5145

O ex-ministro Cid Gomes

O ex-ministro Cid Gomes flertou com o BID, mas deve acabar mesmo montando uma consultoria financeira no Ceará.

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