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Planos
10.06.15
ED. 5138

BR Distribuidora está longe da sua melhor forma

Justo no momento em que a Petrobras prepara a abertura de capital da BR Distribuidora, a subsidiária passa por um período de baixa octanagem. A companhia convive com perda de receita, atritos com revendedores e o risco de defecções em série em sua rede de postos. As vendas da BR teriam recuado 15% nos quatro primeiros meses do ano em relação a igual período em 2014 – em alguns estabelecimentos, a queda seria de 20%. A comparação com a concorrência é desfavorável a  estatal: no mesmo período, Shell e Ipiranga, por exemplo, cresceram 5%. Os maus resultados funcionam como um fósforo aceso próximo a uma poça de gasolina. O combustível em questão são as divergências entre a BR e seus revendedores. Desde o ano passado, a estatal tem apertado os postos na renegociação dos contratos, carregando a mão no aumento dos royalties pelo uso de sua marca. Com a queda das vendas e das margens operacionais, o clima de tensão teria se acentuado. Alguns revendedores de maior porte ameaçam romper o contrato com a BR e trocar de bandeira. Segundo o RR apurou, um único grupo de São Paulo, dono de mais de duas dezenas de postos, já estaria em negociações com a Shell. Normalmente, movimentos como este têm duas consequências: ou a distribuidora de combustíveis rapidamente acusa o golpe, recolhe os punhos e renegocia as condições contratuais ou acaba sendo vítima de um efeito manada: cada rede de postos que vira-casaca acaba estimulando outros representantes a fazer o mesmo. Ressalte-se que nada muda nos planos da Petrobras: o IPO da BR vai sair. Mas, logicamente, ao preço das circunstâncias, leia-se com um inevitável desconto no valuation da empresa. É do jogo. Resta a  estatal reduzir o tamanho do prejuízo. As diretorias da Petrobras e da BR têm trabalhado em conjunto na busca por explicações e soluções para o mau desempenho da distribuidora nos últimos meses. A caça a s bruxas já teria encontrado alguns culpados: a queda dos investimentos no treinamento de funcionários; perda de qualidade no atendimento e consequente aumento do número de reclamações por parte dos clientes, o que gera uma propaganda boca a boca a s avessas; performance opaca das lojas BR Mania, que não estariam cumprindo a contento o papel de atrair consumidores para os postos de combustíveis. Acredite quem quiser: sobrou até para a Lava Jato. Segundo informações filtradas junto a  Petrobras, a partir de pesquisas de opinião, a estatal identificou que uma parcela da queda das vendas da BR se deve a  reação dos próprios consumidores, que associam a distribuidora aos escândalos de corrupção na petroleira e, por essa razão, passaram a abastecer em outros postos. Na empresa, pasmem, haveria até mesmo registros de frentistas que afirmam terem sido chamados de “ladrão” por clientes mais exaltados.

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10.06.15
ED. 5138

HSBC bate seu recorde de trapalhadas

O HSBC é o passarinho que faz caca na entrada, faz caca durante todo o voo e, não satisfeito, faz caca na saída. O anúncio feérico da venda da operação brasileira – coisa sabida há meses – foi um desastre. Ontem, entrevistas e um comunicado, no qual não faltou a genial lembrança de “tranquilizar o correntista de que o banco seguirá funcionando normalmente” – e quem disse o contrário?- precipitaram um noticiário histérico. Os telejornais da noite abriram espaço para sindicalistas e órgãos de defesa do consumidor, chamando a atenção para o que deveria ficar quietinho. Tudo isso com um refogado de informações velhas e avisos que pedem para ser lidos ao contrário. Voa passarinho, vai fazer caca lá em Hong Kong!

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10.06.15
ED. 5138

Meia entrada

 O corte radical nos programas de crédito para a educação, como o Fies, respingou na venda da Uniasselvi. Forçada pelo Cade a negociar a universidade, a Kroton começou pedindo R$ 1,4 bilhão pelo ativo. Diante da falta de ofertas firmes, já teria reduzido o dote para R$ 1 bilhão.

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10.06.15
ED. 5138

Pied-Á -terre

Estranho o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso divulgar, somente agora, um comunicado oficial desmentindo a propriedade de um apartamento na Avenue Foch, em Paris. O assunto vem sendo tratado exaustivamente pela mídia desde 2003. O RR (ver edição nº 5.121) se perfila junto a todos que tiveram acesso a essa informação comum.

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10.06.15
ED. 5138

Energia eólica

O banco alemão KfW negocia um novo empréstimo ao BNDES para financiamento de projetos de geração eólica no país. No ano passado, foi fechado um acordo de repasse de US$ 335 milhões. Desta vez, a conta é um pouco mais modesta: em torno de US$ 200 milhões.

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10.06.15
ED. 5138

Gás encanado

A Gasmig está na fila do gargarejo. É forte candidata a  compra de ativos em distribuição de gás que serão colocados a  venda pela Petrobras.

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10.06.15
ED. 5138

No cargo desde 2012

No cargo desde 2012, Olivier Murguet estaria percorrendo seus últimos quilômetros como presidente da Renault no Brasil. Os R$ 270 milhões de prejuízo registrados em 2014 pesam sobre o bagageiro de Murguet. Ele permaneceria apenas como presidente do Conselho da Região Américas, posto que ele assumiu em 1º de abril – diga-se de passagem, um cargo mais honorífico do que efetivamente executivo. Oficialmente, a Renault Brasil nega a saída de Murguet

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10.06.15
ED. 5138

Gerdau School

Jorge Gerdau, que deixou a presidência do Conselho da Gerdau, tem planos de se dedicar a  área de educação, voltada, sobretudo, a  gestão pública, sua obsessão.

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