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Planos
03.06.15
ED. 5134

Gas Natural Fenosa já tem um substituto para a Gasmig

Embora oficialmente os dados ainda estejam rolando, a Gas Natural Fenosa dá como letra morta as tratativas para a fusão com a Gasmig. Tanto que já transformou seu Plano B em Plano A: os espanhóis abriram conversações com o governo do Paraná para uma associação com a Compagas. A negociação passa pela Copel, principal acionista da distribuidora de gás. O modelo sobre a mesa é similar ao que pautaria a operação com a companhia mineira. O acordo passa pela criação de uma nova empresa, onde seriam pendurados todos os ativos da Compagas e da Gas Natural Brasil, controladora da CEG, CEG Rio e Gas Natural São Paulo. O negócio daria origem a uma concessionária com presença em três dos cinco maiores PIBs estaduais e faturamento anual de R$ 8 bilhões. Com uma receita no Brasil três vezes superior a  da Compagas, a Gas Natural Fenosa não abre mão de ser majoritária na nova empresa – o que, na prática, significará a privatização da distribuidora paranaense. Foi justamente esta exigência que praticamente inviabilizou o acordo com a Gasmig – ao contrário de seus antecessores, Antonio Anastasia e Alberto Pinto Coelho Junior, Fernando Pimentel mostrouse contrário a  desestatização da concessionária. No caso do Paraná, onde há uma manifesta disposição privatizante da parte do governador Beto Richa, as negociações tendem a ter um desfecho diferente. Não custa lembrar que, há duas semanas, o secretário de Fazenda do estado, Mauro Ricardo da Costa, deixou escapar a informação de que há estudos em andamento para a venda de ações da Copel e da Sanepar ainda neste ano. No mesmo dia, foi repreendido publicamente por Beto Richa, que negou a operação. Ao que tudo indica, Costa falou o que não devia na hora em que não podia.

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03.06.15
ED. 5134

Por que o BNDES esconde sua última letra?

O cavalo encilhado da transparência social está passando, mais uma vez, a  frente de Luciano Coutinho, sem que este aproveite a oportunidade para montálo. A demonstração de que o “S” não é apenas um apêndice fora de lugar no acrônimo BNDES mataria dois coelhos com uma só cajadada. O banco entregaria, com sobras, o disclosure exigido e criaria uma nova metrificação para a análise do retorno das suas operações para a sociedade. É consenso entre os de boafé que não cabe a  agência de fomento revelar detalhes dos projetos e pedidos de financiamento que lhe são encaminhados, sob pena de instituir uma assimetria de informações em relação a  concorrência. O custo de pedir dinheiro ao BNDES seria a fragilização da capacidade de competição do tomador de recursos. A hipocrisia é preconizar que, em nome da transparência e da condenação do subsídio, seriam entregues somente alguns ovos, quando, na realidade, não só os ovos, mas também a galinha, o galinheiro e toda a cadeia de geração de valor seriam dizimados. O que Luciano Coutinho poderia fazer para calar os fariseus seria surfar mais alto na onda do disclosure. Não consta que o BNDES tenha qualquer relatório de prestação de contas do impacto social dos projetos financiados individualizados. A proposta seria o banco ir além e divulgar o compromisso das empresas com a produção de resultados, nos mais diversos segmentos de interesse da sociedade. Entram neste baralho geração de empregos, impostos, divisas, investimentos em inovação, controle de emissão de gases poluentes, benefícios a  comunidade, desenvolvimento regional, melhorias de infraestrutura etc. Quanto maior o número de indicadores melhor a capacidade de avaliação do retorno social de cada projeto. Esses seriam os verdadeiros “cavalos vencedores”. O banco deve estar repleto deles. É elogiável a iniciativa do balanço social made in BNDES, anunciado ontem por Luciano Coutinho. Melhor seria, no entanto, se a instituição divulgasse o valor agregado de cada projeto, timtim por tim-tim. O maior equívoco do banco é não permitir que os benefícios da sua atuação possam ser julgados conforme os melhores critérios. Parece até que o BNDES não quer desmontar o lobby favorável a sua desconstrução.

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03.06.15
ED. 5134

Professor

O fundo Gera, o braço de Jorge Paulo Lemann na área de educação, avança sobre o Grupo Objetivo, de João Carlos Di Gênio. Consultado, o Gera disse ter “muita admiração pelo Objetivo”, mas negou a negociação.

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03.06.15
ED. 5134

Abilio Diniz

Abilio Diniz tem dito a uns e outros que o estouro do “Fifagate” seria um bom motivo para a BRF/ Sadia romper o contrato de patrocínio a  CBF.

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03.06.15
ED. 5134

Shopping

Os Jereissati estão tentando empurrar mais 14% do JK Iguatemi para a norte-americana TIAA-Cref, dona de 36% do empreendimento. O fundo, no entanto, reluta em aumentar sua exposição em um momento tão complicado da economia brasileira e, em especial, do varejo.

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03.06.15
ED. 5134

Custo extra

A novela do terminal graneleiro da ADM em Barcarena não tem fim. O grupo terá de aumentar os investimentos em 20% para que a logística seja feita por hidrovias. Tudo para atender a uma exigência do governo do Pará, que não quer mais o uso do modal rodoviário com a alegação de sobrecarga nas estradas locais. Consultada, a ADM confirmou que o porto entrou em operação, mas não se pronunciou sobre o aumento de custos.

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03.06.15
ED. 5134

Brincadeira

Sinal dos tempos: a Estrela tem aumentado consideravelmente as exportações de brinquedos para os Estados Unidos. Bom para a balança comercial? Nadica, de nada! Sai tudo da China, onde já está mais de metade da produção da empresa.

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03.06.15
ED. 5134

A sucessiva queda dos lucros

A sucessiva queda dos lucros começa a atingir os planos da JHSF. A empresa de investimentos imobiliários de José Auriemo deverá pular fora do projeto de construção de um aeroporto executivo em São Roque, (SP), um investimento de R$ 1,5 bilhão.

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