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Planos
08.05.15
ED. 5116

Abilio Diniz passa muito rapidamente pelo free shop

Abilio Diniz não é homem de passatempos. Com todas as energias voltadas para o Carrefour, o empresário parece ter se cansado de bancar o dono de free shop. Diniz estaria desmontando sua participação no controle mundial da Dufry AG, uma das maiores varejistas de aeroportos do mundo, com mais de 1,6 mil lojas em 63 países. Já reduziu sua fatia no capital de 2% para 1%. O próximo passo deverá ser a saída em definitivo do negócio, com a venda do restante das ações, provavelmente para a própria suíça Travel Retail Investments, maior acionista da companhia, com 27%. Ao se confirmar o check out de Diniz, a expectativa ficará por conta da decisão que será tomada pela Tarpon Investimentos. Fiel escudeira do empresário, a gestora de recursos detém 5% da Dufry AG. A Tarpon desembarcou no negócio de braços dados com Diniz. Zarpará junto com ele caso se consume a sua retirada do negócio? Provavelmente é o que o empresário espera, mesmo porque a venda em bloco permitiria a  dupla negociar um preço de saída mais vantajoso. Abilio Diniz chegou a  Dufry AG, ao fim de 2013, no melhor estilo Abílio Diniz, com o firme propósito de aumentar gradativamente a sua presença no bloco de controle e participar da gestão da companhia – conforme informou o RR na edição nº 4.837. Seria o portão para o retorno de Diniz ao varejo. No entanto, poucos meses depois, o Carrefour passou encilhado a  frente do empresário, mudando o eixo da história. Desde então, seu interesse pela rede internacional de free shop teria esfriado a temperaturas próximas de zero. Mesmo porque a distância entre a Dufry real e a Dufry imaginada por Diniz é grande. Os últimos meses têm sido duros para o grupo em diversos países. A margem de lucro média das lojas gira em torno dos 10%, metade do patamar projetado pelos suíços. Há quase um ano, a companhia não inaugura um ponto de venda. No caso específico do Brasil, ao menos há a promessa de abertura de novas lojas nos aeroportos de Manaus, Salvador e Curitiba até 2016. Provavelmente, quando esse dia chegar, Abilio Diniz já estará fora desse voo.

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08.05.15
ED. 5116

Esteves quer levar o HSBC sem concorrência

 André Esteves é incorrigível. O balão de ensaio plantado na mídia de que ele é o ?cavalo vencedor? na disputa pelo HSBC é um filme trash já visto por todos. O enredo é autotélico. Esteves acha que somente o BTG pode disputar o certame pela compra do HSBC porque o sistema bancário brasileiro é concentrado. E ponto final. Só não diz concentrado em relação a quem? Confrontado com os Estados Unidos, o mercado brasileiro é super concentrado. Na comparação com a França, estamos mais ou menos ao par. Quando a referência é a Espanha, a correlação numérica de instituições bancárias é a mesma. Agora, se o parâmetro for a andia, o Brasil tem o dobro de bancos.  O argumento de André Esteves é casuísta e atende unicamente ao seu próprio interesse. A compra do HSBC permitiria a ele alavancar seus negócios, saindo de uma situação, digamos assim, desconfortável. Como é sabido, o banqueiro não tem sido exitoso em diversas das suas operações. O modelo para colocar o HSBC no bolso, Esteves conhece de cor. É uma derivada da fórmula vendida a Eike Batista para juntar a Vale com o Grupo X, desafogando este último em função do aumento da alavancagem. Sim, a palavra chave é esta: alavancagem. É em nome do abate desta presa que ele busca imobilizar a banca comercial mais bem equipada e situada no ranking do setor. Em vez de dizer solidez, Esteves esfaqueia com a palavra concentração. Espera-se que não seja mais um logro. Em tempos recentes, André Esteves ajudou a aumentar a concentração bancária com a compra do Banco Pan-Americano. Parceira no negócio, a Caixa Econômica deu mais uma engordada com o aperitivo. Ou seja: o manda-chuva do BTG diz uma coisa e faz outra. Apesar das semelhanças, contudo, ainda é muito cedo para dizer que André Esteves é um Eike II.

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08.05.15
ED. 5116

Transnordestina

Ciro Gomes está prestes a cravar seu primeiro grande feito a  frente da Transnordestina. O BNDES e o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) deverão liberar até o fim do mês um aporte de R$ 1,6 bilhão para a construção da ferrovia no trecho entre Trindade (PE) e Eliseu Martins (PI).

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08.05.15
ED. 5116

Atoleiro

As projeções mais conservadoras da Ford Brasil apontam para uma perda de receita da ordem de US$ 500 milhões decorrente da queda nas vendas de caminhões em 2015.

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08.05.15
ED. 5116

BR Distribuidora

A BR está decidida a aumentar suas margens em cima da rede de distribuidores. A estatal tem convocado proprietários de postos de combustíveis para renegociar os royalties referentes ao uso da sua marca. Em alguns casos, o reajuste imposto pela BR chega na casa dos 20%. No setor já há quem aposte numa revoada de distribuidores para outras bandeiras.

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08.05.15
ED. 5116

Perda total

No que depender da vontade de Carlos Alberto Caser, presidente da Funcef, o fundo de pensão faz integralmente o write off da Sete Brasil ainda neste semestre e vira definitivamente essa página. A fundação aportou aproximadamente R$ 400 milhões no negócio.

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08.05.15
ED. 5116

Educação

 A gestora norte-americana Coronation Fund está se aproveitando da baixa dos papéis no setor de educação para encher a carteira de ações da Kroton. Já teria passado dos 6%.

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08.05.15
ED. 5116

A Danone

A Danone vem cercando por todos os lados a Embaré, sexta maior captadora de leite do Brasil. Por ora, a empresa mineira se faz de difícil – oficialmente, nega a venda do controle. Mas os franceses acreditam que é só uma questão de tempo para a porta se abrir.

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