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Planos
06.05.15
ED. 5114

Aldemir Bendine é o artilheiro dos sonhos da Camargo Corrêa

 Aldemir Bendine pode muito bem ficar na Petrobras – na avaliação do Planalto, sua performance na divulgação do balanço foi impecável. Pode também ir para o BNDES, intenção inicial da presidente Dilma Rousseff, conforme informou o RR. Mas, talvez, o porvir de Bendine não esteja nem de um lado nem de outro da Avenida Chile e muito menos no próprio governo. O executivo do momento teria uma proposta da iniciativa privada para um ponto futuro: Bendine iria para a Camargo Corrêa com a tarefa de comandar a reconstrução de um dos maiores grupos empresariais do país. Guardadas as devidas proporções, após conduzir o processo de higienização da Petrobras, ele replicaria a missão na outra face da Lava Jato, dedicando- se a  reestruturação de uma das empreiteiras protagonistas do escândalo.  Aldemir Bendine é um craque sob os mais diversos aspectos. Em quase cinco anos na presidência do Banco do Brasil, enfrentou dois episódios espinhosos que poderiam ter lhe custado o cargo. Em 2010, Bendine foi questionado pela aquisição de um imóvel no interior de São Paulo, no valor de R$ 150 mil, pagos em dinheiro vivo. No ano passado, num caso ainda mais rumoroso, veio a  tona o empréstimo de R$ 2,7 milhões do BB a  socialite e empresária Val Marchiori, amiga pessoal do executivo. Em ambos os casos, Bendine mostrou ter o corpo fechado. O placar de momento na Petrobras marca dois a zero a favor de Bendine. Em apenas um bimestre a  frente da estatal, o executivo conseguiu fechar o valor da baixa contábil decorrente dos episódios de corrupção e apresentar o balanço de 2014. O artilheiro Bendine já prepara o próximo chute, leia-se o anúncio de um programa de investimentos mais enxuto, adequado a s circunstâncias e ao próprio processo de desmobilização de ativos da estatal. Sai de cena a versão anterior, marcada por cifras demasiadamente anabolizadas e inexequíveis, e surge, em seu lugar, um plano de negócios factível, em linha com a realidade e com o choque de gestão em curso na estatal. Trata-se de mais um movimento que tem tudo para cair no gosto do mercado. E, no placar da Petrobras, lá estará: três a zero para Bendine. Não é a  toa que a Camargo Corrêa teria uma camisa a  sua espera.

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06.05.15
ED. 5114

Aurora se alimenta de seus associados

Não é por acaso que a Aurora Alimentos vem sendo chamada no setor de “Copersucar dos frangos”. Guardadas as devidas proporções, a companhia avícola tem adotado uma estratégia similar a  do grupo sucroalcooleiro, leia-se a incorporação de abatedouros com a embalagem de que está ganhando um novo associado. A também paranaense Coasul deverá ser a 14ª empresa abduzida pela cooperativa. Caso a negociação se confirme, a Aurora vai aumentar sua capacidade de abate em aproximadamente 160 mil aves/dia e seu faturamento anual em cerca de R$ 1 bilhão. Significa dizer que a receita da companhia baterá nos R$ 8 bilhões, valor que consolidaria a cooperativa como o terceiro maior player do setor, atrás apenas da JBS e da BRF.  Formalmente, a Aurora diz “desconhecer” as negociações com a Coasul. Mas, não custa lembrar, que o grupo tem enfileirado uma sequência de operações semelhantes. O caso mais recente foi a da Cocari, que, mediante a recente venda de um abatedouro no Paraná, tornou-se mais um cooperativado da Aurora. Por trás desta pescaria de ativos está Mário Lanznaster. Presidente da Aurora há sete anos, Lanznaster é o artífice da estratégia de expansão da malha de associados da companhia. Nesse período, o faturamento do grupo quase mais do que duplicou.

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06.05.15
ED. 5114

Decantação

Envolvida no escândalo do Carf, a Gerdau quer deixar as páginas policiais e voltar ao noticiário corporativo. Após a temporada de mudanças no Conselho, com a ascensão da quinta geração da família, o grupo deverá anunciar uma reestruturação societária. Um dos pontos principais seria a criação de uma empresa de participações que absorverá negócios fora da siderurgia. Procurada, a Gerdau disse “não confirmar a informação”.

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06.05.15
ED. 5114

Ave, Cesar!

Circula pelas ladeiras do Pelourinho a informação de que Cesar Mata Pires teria colocado a  venda duas grandes fazendas de gado na Bahia. Por meio de sua assessoria, a OAS negou que Mata Pires esteja se desfazendo de patrimônio pessoal. Melhor assim…

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06.05.15
ED. 5114

Desmonte

A associação entre a Petrobras e a White Martins na GásLocal está por um fio. Em tempos de desmobilização de ativos, a estatal já sinalizou a  Praxair que não tem interesse em permanecer no capital da distribuidora de GNL.

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06.05.15
ED. 5114

Contra-ataque

A Samsung pretende abrir dez lojas próprias em grandes capitais do país nos próximos 12 meses. É a resposta dos sul-coreanos a  chegada da Microsoft, que comprou a divisão de celulares da Nokia e está repaginando os 50 pontos de venda da marca no Brasil.

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06.05.15
ED. 5114

Buraco sem fim

Só no mês de abril, o prejuízo da OSX teria passado dos R$ 400 milhões. E ainda faltam oito meses para o ano terminar…

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06.05.15
ED. 5114

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) está se desmanchando no ar. O orçamento secou. O projeto de aumento do número de funcionários, notadamente na área de fiscalização, foi para o fundo da gaveta. O mesmo se aplica a  velha promessa de equalização do número de diretorias a s suas congêneres. Diferentemente da maioria das agências regulatórias, que contam com cinco cadeiras na gestão executiva, a Antaq segue com três vagas. Línguas ferinas dizem que há método nesse esvaziamento. Não é de hoje que o próprio governo flerta com a ideia de extinguir a Antaq, criando uma única agência de transportes a partir da sua incorporação pela ANTT.

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