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Planos
29.04.15
ED. 5110

BTG e Safra disputam ativos do Société Générale

Justamente no momento em que têm seus nomes citados em dois grandes escândalos da República – o primeiro na Lava Jato e o segundo, no caso Carf -, BTG Pactual e Safra travam uma disputa particular no ranking bancário nacional. Esta trama tem um coadjuvante de luxo: o Société Générale. O encerramento das atividades do Cacique e do Pecúnia e a consequente saída do varejo foram apenas o início do fim do banco francês no país. Segundo informações filtradas junto ao próprio Société, o grupo procura um comprador para o que restou das suas operações no Brasil – leia-se a unidade de corporate & investment banking. É justamente neste ponto do enredo que entram em cena o BTG e o Safra. As duas instituições estariam mantendo conversações com o Société Générale. Ambas olham para o banco francês e enxergam a possibilidade de avançar uma casa no tabuleiro da banca nacional. O interesse do BTG e do Safra traz um ingrediente extra para a operação. A saída do Société Générale do Brasil poderá ter um impacto sobre o ranking bancário nacional que provavelmente não teria caso fossem outros os candidatos ao negócio. Com a aquisição, a casa bancária dos Safra pularia de R$ 140 bilhões para aproximadamente R$ 158 bilhões em ativos, ultrapassando no photochart o BTG, que atualmente soma cerca de R$ 154 bilhões. Por sua vez, ao ficar com as operações do grupo francês no Brasil, o banco de André Esteves não apenas abriria distância do Safra como ainda tomaria a posição do HSBC no ranking bancário, tornando-se o quarto maior banco privado do país em ativos. Além do avanço no tabuleiro do setor, a operação teria uma mais-valia tanto para o BTG quanto para o Safra. O eventual vencedor do duelo poderá dar uma lustrada na sua imagem no momento em que seu nome aparece nos jornais associado a investigações policiais. O Société Générale protagoniza uma das mais anunciadas – e negadas – despedidas do setor. Mesmo após anunciar o fechamento de seus dois bancos de varejo, em fevereiro deste ano, os franceses desmentiram que estivessem prestes a deixar o país. a€quela altura, no entanto, provavelmente já arrumavam as malas. Aliás, o próprio CEO do banco no Brasil, Francis Repka, já teria acertado seu retorno a  Europa para dirigir outra subsidiária do grupo.

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29.04.15
ED. 5110

Camargo Corrêa se especializa em demolições

Os pares da Camargo Corrêa não estão reconhecendo a postura excessivamente colaborativa da empresa com as investigações da Lava Jato. Para todos os efeitos, a delação está personificada nas figuras de Dalton Avancini e Eduardo Leite, presidente e vice-presidente da empreiteira. Mas a informação que circula é de que os dois dirigentes têm trocado figurinhas com a companhia. Tudo bem que a Camargo Corrêa e a dupla de executivos estão encalacrados e precisam se safar. Mas o afã de delatar gregos e troianos, incluindo episódios que não estão necessariamente vinculados ao caso – alguns deles envolvendo procedimentos legítimos, porém relatados como se fossem crime – tem surpreendido até os próprios inquisidores. A empreiteira fundada por Sebastião Camargo, vulgo “China”, era a companhia líder do corporativismo que reinava no setor até pouco mais da metade desta década. Com o escândalo da Petrobras, tornou-se a maior colaboradora do Ministério Público e da Polícia Federal nos quesitos “novos e velhos nomes”, “fatos comprobatórios” e “casos que nunca vieram a  tona”. Em tempo: a Camargo Corrêa está dividindo sua governança entre a que olha para o futuro e a que toureia o passado cada vez mais presente. O recado das entranhas da empreiteira é de que “perdeu, perdeu”. Acabou a condescendência. Quem dedura na frente e com intensidade leva a vantagem da primeira versão, principalmente se a denúncia for fresquinha.

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29.04.15
ED. 5110

Presente de grego

As “celebrações” pelos 100 anos do Citi no Brasil devem incluir o fechamento de toda a área de leasing. Formalmente, o banco nega o encerramento da operação.

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29.04.15
ED. 5110

Pouso forçado

 A área de defesa e segurança virou o patinho feio da Embraer. Por conta da queda do número de encomendas e de atrasos de pagamento por parte das Forças Armadas, o faturamento da subsidiária poderá cair até 60% neste ano. Oficialmente, a Embraer confirma a queda, mas garante que suas projeções indicam um recuo da receita de US$ 1,4 bilhão para US$ 1,1 bilhão, ou seja, 20%.

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29.04.15
ED. 5110

SwissLeaks

O senador Paulo Rocha, presidente da CPI do HSBC, até entende que o nº 1 do grupo no Brasil, André Brandão, não tem muito a dizer sobre os procedimentos do grupo lá fora. Mas está convicto de que Brandão pode e deve falar sobre a suposta prática do HSBC de orientar os clientes mais bem afortunados a abrir contas na Suíça, segundo informações colhidas pela CPI.

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29.04.15
ED. 5110

Evaporação

As mudanças no capital da Cegás não param. Depois da saída do Grupo Vicunha, que negociou sua participação de 33% para a Mitsui, agora é a Petrobras que está prestes a deixar o capital da distribuidora cearense. A própria trading japonesa é a mais forte candidata ao negócio.

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29.04.15
ED. 5110

Aporte na Sabesp

O governo de São Paulo estuda a possibilidade de um aumento de capital na Sabesp.

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29.04.15
ED. 5110

Sinal dos tempos na Petrobras

Sinal dos tempos na Petrobras: há cerca de duas semanas, quatro funcionários da estatal estavam preparados para embarcar em um helicóptero que sairia de Macaé rumo a uma plataforma na Bacia de Campos. A poucos minutos da decolagem, a viagem foi adiada por ordens superiores. No mesmo dia, a estatal disparou uma ordem interna de que as visitas a plataformas só ocorrerão quando houver garantia de lotação máxima dos helicópteros. A farra das decolagens com três gatos pingados acabou.

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