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Planos
24.04.15
ED. 5107

Receita Federal deixa CPI do HSBC a ver navios

O plenário a s moscas na sessão que marcou a abertura dos trabalhos já era um indicativo do que vinha pela frente. A julgar pelos fatos, a CPI do HSBC é um balão que vai custar a subir. Na última quarta-feira, a Comissão do Senado sofreu um duro golpe. A Receita Federal negou formalmente o pedido de informações sobre os 129 brasileiros com contas no HSBC da Suíça que tiveram seus nomes devassados pelo SwissLeaks. Este é um dos pontos fulcrais dos três ofícios, com data de 22 de abril, enviados pelo secretario da Receita Federal, Jorge Rachid, ao presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, senador Paulo Rocha (PTPA). O Fisco recusou-se a informar se os contribuintes sob investigação da CPI declararam a existência das contas no exterior e os saldos dos respectivos depósitos bancários. Rachid apenas seguiu a letra fria da lei. Argumentou que o questionamento do Senado abrange informações de natureza econômica e financeira dos contribuintes protegidas por sigilo fiscal. Ou seja: se a CPI quer escarafunchar esses dados que trate de conseguir uma decisão judicial que permita a quebra do sigilo dos 129 correntistas do HSBC. Ontem a  tarde, o semblante dos componentes da CPI revelava que os senadores haviam acusado o golpe. Eles contavam, desde já, com os dados fiscais dos 129 brasileiros para avançar nas investigações – e, claro, bater tambor na mídia. Enquanto todas as atenções da Casa estavam voltadas ao embate entre Renan Calheiros e Eduardo Cunha por conta da votação do projeto de terceirização, Paulo Rocha procurava mobilizar a tropa. Houve várias reuniões ao longo do dia na tentativa de encontrar caminhos políticos e jurídicos para evitar o esvaziamento das investigações. Diferentemente de alguns senadores, a Receita Federal não parece disposta a fazer prejulgamentos e tampouco colocar o carro na frente dos bois. Em um dos ofícios encaminhados ao Senado, o secretário Jorge Rachid informou que o órgão ainda não instaurou qualquer processo administrativo fiscal contra os contribuintes citados. A justificativa é didática e só reforça a ideia de que a CPI vai ter muito trabalho para avançar. A Receita disse, com todas as letras, que “considera ilícita a utilização das informações vazadas na mídia”, uma referência a  publicação em doses homeopáticas dos brasileiros que, supostamente, mantêm contas irregulares no HSBC da Suíça. O Fisco só tomará qualquer medida administrativa quando receber informações oficiais da Receita francesa, que investiga as denúncias de evasão de divisas e sonegação de impostos e tem fechado acordos com outros países para o compartilhamento dos dados apurados.

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24.04.15
ED. 5107

Victorinox afia suas lâminas no Brasil

Os planos da Victorinox para o Brasil são tão afiados quanto o famoso canivete suíço. A empresa incluiu o país no grupo de dez mercados fora da Europa onde instalará lojas próprias ao longo dos próximos dois anos. E de que jeito o Brasil poderia ficar de fora dessa? Há três anos, as vendas crescem, em média, 20% – índice superior ao obtido pelo grupo na Europa. O pontapé inicial deverá se dar com a abertura de uma loja em São Paulo e outra no Rio de Janeiro. Hoje, a  exceção de quiosques instalados pela própria Victorinox exatamente nas capitais do Rio e de São Paulo, a comercialização de seus produtos no Brasil é feita por terceiros, leia-se uma rede de aproximadamente dois mil revendedores. Oficialmente, a companhia confirmou a intenção de abrir uma “loja-conceito” no país, mas disse que ainda não há uma data prevista. Por si só, a abertura de dois únicos pontos de venda pode soar como uma modesta investida no Brasil. No entanto, os números da Victorinox sugerem o contrário. Em mais de 120 anos de história, a companhia abriu, em média, apenas três lojas por ano. Fora da Suíça, o grupo mantém 75 estabelecimentos com a sua marca. Em suas lojas no Brasil, a Victorinox pretende vender não apenas seus míticos canivetes, dotados de mil e uma funções, mas também relógios, artigos de cutelaria, perfumes e até roupas.

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24.04.15
ED. 5107

Figura carimbada

Mais uma na conta da polêmica gestão de Agnelo Queiroz. O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) constatou indícios de irregularidades em obras rodoviárias durante o mandato de Queiroz. Os projetos na malha fina do TCDF somam R$ 2,5 bilhões. Consultado, o Tribunal confirmou ter encontrado falhas em obras feitas pelo DER e pela estatal Novacap. *** A propósito: desde que deixou o governo, em dezembro, Agnelo Queiroz tem passado mais tempo em Miami do que no Brasil.

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24.04.15
ED. 5107

Fármacos

A norte-americana Merck voltou a  carga sobre o laboratório Aché, controlado pelas famílias Siaulys, Baptista e Depieri. Formalmente, o Aché nega a venda do controle.

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24.04.15
ED. 5107

Cabo rompido

A Antel deverá pular fora do projeto de construção de um cabo submarino entre o Brasil e os Estados Unidos. Até o momento, sua sócia, a Angola Cables, não teria feito os aportes necessários. Consultada, a empresa africana garante estar em dia com suas obrigações contratuais. É o que se espera: dinheiro não parece ser o problema da Angola Cables. Uma de suas principais acionistas é Isabel dos Santos, filha do presidente angolano, Eduardo dos Santos, e dona de uma das maiores fortunas da africa.

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24.04.15
ED. 5107

Presença certa

Ao menos um grande grupo do setor elétrico já está garantido no leilão de fontes alternativas de energia marcado para a próxima segunda- feira, dia 27. A CPFL Renováveis pretende vender cerca de 100 megawatts em projetos eólicos e a biomassa.

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24.04.15
ED. 5107

A Real Grandeza

A Real Grandeza, leia-se Furnas, é o maior foco de resistência aos planos do governo de reunir sob o mesmo teto todos os fundos de pensão das estatais do setor. E olha que a atual diretoria da fundação nem “pertence” a Eduardo Cunha.

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