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Planos
08.04.15
ED. 5096

JSL procura uma vaga no controle da Locamerica

Em tese, o empresário Fernando Simões comanda um dos maiores conglomerados de logística do país desde 2001, quando assumiu a presidência da JSL. Na prática, porém, há apenas três anos suas mãos estão sozinhas no volante. Desde então, que falta lhe faz ter ao lado a experiência e a notória intuição de seu querido pai, Julio Simões, falecido em 2012. Fernando tem penado para avançar no processo de diversificação do grupo, cujos negócios ainda estão demasiadamente concentrados nas áreas de transporte de cargas e de passageiros. A investida na área de concessões rodoviárias sofreu um duro baque com a recente derrota no leilão da Ponte Rio-Niterói – muito provavelmente, Julio Simões teria aconselhado o herdeiro a ser um pouco mais prudente e calibrar melhor a oferta de 21,4% de deságio, bem abaixo dos 36,6% apresentados pela Ecorodovias. Sem novas licitações no horizonte, Fernando aposta suas fichas no segmento de locação de veículos, uma estrada por onde circulam mais de R$ 8 bilhões por ano. Um ano e meio após a compra da Movida, a JSL acelera em direção a um ativo de porte muito maior, a Locamerica, terceira maior empresa do setor no país. Papai Julio Simões diria: “Devagar com o andor que esse mercado é de barro”. Hoje, Fernando Simões enxerga que o negócio de locação de automóveis tem mais sinergia com as empresas de carga e de transportes do grupo do que até mesmo o setor de concessões rodoviárias. A vantagem que mais salta aos olhos é a possibilidade de aquisição conjunta de veículos pesados e carros de passeio, o que aumentará consideravelmente o poder de fogo da JSL na negociação com as grandes montadoras. Controlada pelos empresários Luís Fernando Memoria Porto e Sergio Augusto Guerra de Resende, a Locamerica fatura cerca de R$ 600 milhões. Para efeito de comparação, é praticamente quádruplo da receita da Movida – cerca de R$ 160 milhões no ano passado. Não vai sair barato, diria o “Paipai” Julio Simões, pensando na conjuntura de crédito rarefeito, mercado de capitais semifechado e o BNDES em compasso de espera. Procuradas, a JSL e a Locamerica negaram qualquer negociação. Está feito o registro. Mas, digamos, que um carro encoste no outro e os dois juntos parem na mesma vaga. Uma vez no controle da Locamerica, a JSL se consolidaria como um dos grandes players do setor, credenciando-se, inclusive, a brigar pelo segundo lugar do mercado. Na prática, a vice-liderança corresponde ao topo do ranking entre os “meros mortais”, uma vez que a Localiza é praticamente inalcançável, com mais de R$ 3 bilhões de faturamento. Hoje, o segundo posto do mercado de locação de veículos pertence a  Unidas, que teve uma receita de R$ 1 bilhão no ano passado.

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08.04.15
ED. 5096

Semente da discórdia germina na Embrapa

Mais uma da série “Com uma coalizão como essa, quem precisa de oposição?” No momento em que a relação entre os dois grandes partidos da base aliada vive seu período de maior tensão, a peemedebista Katia Abreu decidiu cutucar uma colmeia de abelhas africanas. A ministra da Agricultura articula um troca-troca na diretoria da Embrapa que poderá reduzir consideravelmente o poder de influência do PT sobre a estatal. Os dois principais alvos são a diretora de Administração e Finanças, Vania Beatriz Castiglioni, e o diretor de Transferência e Tecnologia, Waldyr Stumpf Junior. Procurada, a Embrapa disse “desconhecer as informações” e garantiu que os dois executivos “estão trabalhando normalmente”. O fato é que Katia Abreu mira exatamente nos dois dirigentes da estatal com raízes fincadas no PT. Stumpf foi indicado por parlamentares do partido no Sul do país, notadamente o deputado federal gaúcho Ronaldo Zulke. Já Vania Beatriz chegou a  diretoria da Embrapa graças a um sopro do PT do Paraná, mais precisamente de Londrina, cujo maior expoente é o ex-deputado federal André Vargas, cassado no fim de 2014.

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08.04.15
ED. 5096

Placebo

 Sucess fee não é exatamente um termo que se aplique aos pagamentos feitos pela EMS a  empresa de consultoria de José Dirceu – R$ 7,9 milhões entre 2009 e 2013. Nesse período, Dirceu prospectou parcerias para o laboratório farmacêutico em Cuba e na Venezuela, mas nenhum projeto saiu do tubo de ensaio. Ao menos, Carlos Sanchez, dono do EMS, tornouse um dos empresários do setor farmacêutico com maior trânsito junto ao governo.

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08.04.15
ED. 5096

Votorantim

Os Ermírio de Moraes, que andam meio apagadinhos, têm planos de investir no setor de saneamento. A Votorantim estuda montar uma empresa de participações em parceria com outros grandes grupos privados. Guardadas as devidas proporções, seria uma espécie de “VBC da agua”.

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08.04.15
ED. 5096

Cesar Mata Pires procurou o ex-ministro Antonio Palocci

Cesar Mata Pires procurou o ex-ministro Antonio Palocci a título de consultoria. Palocci saiu do encontro com a impressão de que só mesmo o saudoso Marcio Thomaz Bastos poderia ajudar o dono da OAS.

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08.04.15
ED. 5096

Cortejo

Depois de Volkswagen, General Motors e Ford, líderes sindicais de Minas Gerais fizeram chegar ao RR a informação de que a Fiat prepara um PDV na fábrica de Betim. Oficialmente, a montadora nega a medida.

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08.04.15
ED. 5096

Para quê?

Na falta do que fazer, Eduardo Suplicy ainda tenta demover Marta Suplicy da ideia de deixar o PT. Como qualquer pedido de ex-marido, deve entrar por um ouvido e sair pelo outro.

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08.04.15
ED. 5096

O Carlyle avançou algumas casas nas negociações

 O Carlyle avançou algumas casas nas negociações para a compra da Uniasselvirede de ensino que a Kroton está passando a  frente para atender a  determinação do Cade. Outros quatro candidatos disputam esta corrida, entre os quais a Ser Educacional.

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