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Planos
02.04.15
ED. 5093

Sob a bênção e a inspiração de Ignácio Rangel

Essa fica na cota de um economista carioca próximo da equipe econômica, mas que mantém discrição em relação a esta intimidade: o governo precisa temperar o ajuste fiscal com um pacote de desmobilização de ativos públicos. A medida tem pelo menos dois bons motivos. O primeiro, mais prosaico, é que a desmobilização ajudaria no alcance da meta fiscal. Com o reforço das verbas decorrentes da alienação patrimonial, o target poderia – quem sabe? – ser superado, glória das glórias. O segundo motivo seria de caráter psicológico. A demonstração de que o governo não está somente disposto a fazer o corte linear de despesas – o chamado corte “burro”, que acaba atingindo mais os investimentos, devido a  proteção constitucional de alguns custos e engessamento de outros – seria uma sinalização e tanto. O ajuste fiscal levaria em conta a privatização e a venda de ativos da União. Muito já foi dito sobre essas joias da coroa: ações da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Embrapa, algum percentual da carteira do BNDESPar, direitos minerais, usinas nucleares, investimentos imobiliários. Nos exemplos mais agudos de risco político, seria garantido o controle nacional, quer seja através da manutenção de 51% do capital, quer seja pelo uso da experiência bem-sucedida da golden share. Uma questão que surge é o tempo exíguo para que se monte uma operação dessa magnitude. Sim, o tempo é justo, o que só valorizaria a disposição do governo em fazer um ajuste metade sangrento, metade cicatrizante, com um fortíssimo apelo na formação de expectativas favoráveis. Caberia a  Fazenda e ao Planejamento montar forças- tarefas para a precificação e desenho do modelo de alienação dos ativos. Pode ser que não haja mais uma sumidade como José Luiz Bulhões de Pedreira disponível na praça, mas tem muita gente boa que daria conta do desafio. O tal espírito animal seria desperto, os investimentos cresceriam, o ajuste fiscal ocorreria de forma menos áspera, as empresas se beneficiariam de um entrelaçamento maior com o setor privado e Levy sairia consagrado. Há muito de idealização nessa proposta e suas conclusões. Mas o autor garante que ela teria de estar na mesa de discussões do governo. Afinal, novidade é a mercadoria mais escassa da nossa política econômica.

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02.04.15
ED. 5093

Lenovo

A chinesa Lenovo – que, em 2012, pagou R$ 300 milhões pela CCE – voltou a  carga sobre uma das maiores empresas de informática do Brasil. É essa mesmo que você está pensando.

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02.04.15
ED. 5093

Segunda chance

A China Guodian Power, fabricante de turbinas eólicas, planeja se instalar no Brasil. Não é para agourar, não, mas, cabe lembrar que, em 2011, os chineses também ensaiaram seu desembarque no país. Estiveram na Eletronuclear, quase compraram um terreno em São Paulo para a construção de uma fábrica e, na Hora H, nada aconteceu.

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02.04.15
ED. 5093

Consenso

O ex-presidente da Vale, o legendário Eliezer Batista, fez questão de telefonar ontem para Murilo Ferreira e cumprimentá- lo por sua indicação ao comando do Conselho da Petrobras. Para Eliezer, o presidente da Vale é o homem certo, na hora certa, no lugar certo.

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02.04.15
ED. 5093

“TAP do B”

Quando afirma que a Gol não tem interesse na TAP, o presidente da empresa, Paulo Sergio Kakinoff, diz uma meia verdade. A TAP MRE, braço de manutenção da estatal portuguesa, está no radar dos Constantino. Oficialmente, a Gol diz que “não há qualquer conversa sobre o tema”.

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02.04.15
ED. 5093

Zé Bonitinho

Abilio Diniz tem flertado com a ideia de montar uma espécie de universidade do varejo. Sim, já existem alguns projetos similares no Brasil. Mas Abilio Diniz, como se sabe, só tem um.

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02.04.15
ED. 5093

Ladainha

O presidente da Xerox do Brasil, Ricardo Karbage, está penando para aumentar a rede de revendedores da empresa. Desde 2012, justamente quando ele assumiu o comando da subsidiária, o número de distribuidores segue estagnado em dois mil pontos de venda. Entra ano, sai ano, a meta de Karbage é a mesma: expandir essa rede em 10%.

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02.04.15
ED. 5093

Mega-sena

Circula pelos corredores da Telefônica a informação de que Antônio Carlos Valente está deixando a presidência da companhia com um cheque de aproximadamente R$ 100 milhões no bolso.

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02.04.15
ED. 5093

Perda total

A Renault perdeu o freio no Brasil. A montadora teria fechado o primeiro trimestre com um prejuízo médio perto de R$ 40 milhões por mês. Anualizado, este valor representa uma perda de quase R$ 480 milhões. Para efeito de comparação, em 2014, o prejuízo da Renault no Brasil ficou em R$ 270 milhões.

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02.04.15
ED. 5093

A JMalucelli Construtora

A JMalucelli Construtora estaria disposta a formar um consórcio para disputar a licitação do gasoduto entre Guapimirim, na Região Serrana do Rio, e Itaboraí, sede do Comperj. Oficialmente, a companhia garante não ter interesse no empreendimento. Mas a fonte do RR, parceira da JMalucelli há muitos carnavais, afirma que a construtora sondou outras três empresas com vistas ao projeto, entre elas a espanhola Abengoa. Em tempo: o gasoduto está longe de ser um mega-empreendimento – o custo previsto é de R$ 112 milhões e a receita estimada para o futuro operador não passa dos R$ 20 milhões/ano -, mas o projeto traz uma peculiaridade: será o primeiro pipeline sob regime de concessão no país.

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02.04.15
ED. 5093

Mais de três anos após o acidente no campo do Frade

Mais de três anos após o acidente no campo do Frade, a ANP não dá qualquer sinal de que vai analisar o pleito da Chevron para retomar os investimentos no local. Proibida de furar novos poços, a petroleira só consegue extrair cerca de 25 mil barris/dia, um terço da capacidade do bloco antes do vazamento. É como se a agência dissesse: “Go home, Ianques!”.

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