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Planos
31.03.15
ED. 5091

Pré-Sal Petróleo não saiu sequer da superfície

Caro leitor, responda rápido: você se lembra da Pré- Sal Petróleo S/A (PPSA)? Pois é… Pouco mais de um ano e meio após ser criada em meio a grandes expectativas e intensas disputas políticas, a estatal responsável pela gestão dos contratos de partilha no pré-sal vive, ou melhor, sobrevive nas sombras. Instalada no edifício no 1 da Avenida Rio Branco, no Centro do Rio – em Brasília, sede oficial, ainda não há sequer um escritório definitivo -, a empresa é hoje uma repartição pública esquálida, com reduzido poder de influência sobre o setor e sérias limitações de orçamento. Ao longo de todo o ano passado, a PPSA recebeu da União um aporte de aproximadamente R$ 15 milhões. Não deu nem para o gasto. Concebida para ter cerca de 180 profissionais, a empresa não conseguiu chegar nem perto deste número. Hoje, o efetivo é composto por pouco mais de 30 funcionários, contabilizando- se o presidente, Oswaldo Pedrosa, e outros três diretores. Apesar de todo o empenho, o mirradinho corpo técnico não consegue dar vazão a s demandas que chegam a  estatal. Embora, até o momento, suas atribuições sejam meramente burocráticas, o volume de trabalho cresceu razoavelmente desde o surgimento da empresa. O total de reservas sob o guarda-chuva da PPSA mais do que duplicou em um ano e meio. Hoje, este manancial oscila entre 18 bilhões e 30 bilhões de barris, considerando- se a soma dos campos de Libra, Búzios, Atapu, Sépia e Itaipu, todos com participação da Petrobras. Além da gestão dos contratos de partilha, a estatal atua na intermediação de acordos de individualização de produção em blocos contíguos, ou seja, uma espécie de juiz de paz entre vizinhos do pré-sal. A PPSA foi atingida pela tempestade perfeita. A Lava Jato e o consequente estado de inanição da Petrobras – associados ao hiato de leilões no pré-sal (a próxima rodada está prevista apenas para 2016) e os drásticos cortes no orçamento da União – jogaram por terra as projeções financeiras da empresa. A rigor, a estatal tem duas fontes de receita: uma a futuro, leia-se a participação nos lucros dos blocos do pré-sal; outra, referente aos bônus de assinatura dos contratos de concessão. Pelo menos assim dizia o script. No entanto, até hoje a PPSA ainda não teria recebido os R$ 50 milhões relativos a  outorga do campo de Libra.

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31.03.15
ED. 5091

Poucos metros separam o Safra do HSBC

Só a título de ilustração: a sede do Banco Safra em Mônaco fica ao lado do suntuoso Hotel Café de Paris de Monte Carlo, bem em frente ao badalado cassino. Um bocadinho que seja daquelas fortunas depositadas no Safra devem sair de lá direto para girar nas roletas ou evaporar nas mesas de bacará. A sua direita, descendo uns 200 metros de ladeira fica o HSBC de Mônaco. Segundo informações obtidas por um correntista internacional, o Safra está sugando os clientes do HSBC, principalmente brasileiros. A instituição lavadora de dinheiro tupiniquim que alugou as páginas da mídia elevou a s alturas as taxas de administração de “pequenas fortunas” – leia-se US$ 2 milhões a US$ 3 milhões. Por esta razão, muitas contas mais “modestas” foram fechadas. Mas o HSBC que nos perdoe! Respira-se Safra no Principado. Não é preciso dizer o perfil do seu cliente. Ele é fiel e atravessa em média três vezes por ano o corredor bucólico, coberto de plantas que leva a  fortaleza dos Safra. Se você quiser esquecê-los, cuidado para o lado que vira. Se for a  direita, a uns setecentos metros do HSBC, de frente para Marina, está incrustado o prédio em cujo apartamento foi vitimado Edmond, o Safra manda-chuva – Joseph e Moses eram “Safrinhas”. A debandada para o banco de Joseph enseja um possível risco de “SafraLeaks”. Que seja, pois depois de tanto rolo nos últimos anos o banco deve estar cuidadosíssimo. Do jeito que anda, o êxodo do ervanário caminha em sua direção, apesar da concorrência de uns bancos badalados, tais como o Jules Bere e o Union Bancaire Privé. Nessas circunstâncias, não parece haver outro conselho: “Ei, você aí, que tem US$ 5 milhões e quer esse dinheiro bem distante e na moita, não tenha dúvida: vem para o Safra você também!”

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31.03.15
ED. 5091

Carta-bomba

 Circula nos Correios a informação de que trechos inéditos da delação de Alberto Youssef contêm novas denúncias contra o Postalis. Em outros depoimentos, Youssef deixou claro que mandava e desmandava no fundo, que contabiliza um déficit de R$ 5,6 bilhões. Consultado pelo RR, o Postalis informou “não ter conhecimento sobre o assunto”.

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31.03.15
ED. 5091

Canto da sereia

Marta Suplicy já soprou ao pé do ouvido de Delcídio Amaral o convite do PSB. Delcídio é um pote até aqui de mágoa com a própria Dilma Rousseff, que passou ao largo da sua campanha ao governo do Mato Grosso do Sul.

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31.03.15
ED. 5091

Bahiagás

A Mitsui foi rápida no gatilho. Antes mesmo de a Petrobras formalizar a lista de ativos que pretende vender, o grupo japonês manifestou a  estatal e ao governo da Bahia o interesse em comprar a parte da Gaspetro na distribuidora de gás do estado. A Mitsui já é acionista da Bahiagás. Com a aquisição, duplicaria sua fatia para 49%.

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31.03.15
ED. 5091

Copo duplo

Após comprar ativos da BRF, a francesa Lactalis mira na Laticínios Jussara, de São Paulo, com receita anual em torno de R$ 1 bilhão. Consultada, a empresa paulista negou a venda do controle.

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31.03.15
ED. 5091

Das Arábias

O príncipe saudita Khaled Bin Alwaleed Al Saud, dono de uma fortuna de US$ 25 bilhões, reservou alguns caraminguás para investir em hotelaria no Brasil. Entre os projetos estão um resort no Espírito Santo e outro na Bahia.

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31.03.15
ED. 5091

O dia 19 de maio

O dia 19 de maio é motivo de apreensão entre o acéfalo staff de comunicação do Planalto. Nessa data, está marcado o primeiro programa em rede nacional do PSDB em 2015.

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