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Planos
19.03.15
ED. 5083

Concremat derruba sua paredes Á  espera da Promon

Espécie rara de construtora ainda imune aos efeitos da Lava Jato – não obstante a extensa folha de serviços prestados a  Petrobras, incluindo a malfadada refinaria Premium I, no Maranhão – a Concremat entrou em obras. Por de trás dos tapumes inicia-se uma reforma da qual a companhia controlada por Mauro Ribeiro Viegas deverá sair associada a outro grupo do setor. Quem estará do outro lado da mesa? Segundo um privilegiado interlocutor do próprio Viegas, uma boa aposta é a Promon Engenharia. No passado recente, de acordo com a mesma fonte, as duas empresas chegaram a manter conversações, mas a construção não passou sequer da primeira camada de tijolos. Eram outros tempos: a Petrobras honrava seus contratos, os investimentos em infraestrutura subiam a ladeira e não havia uma recessão a  espera na próxima esquina. Procuradas pelo RR, Concremat e Promon negaram a associação. Estranho seria se confirmassem qualquer negociação neste sentido. As circunstâncias, no entanto, parecem empurrar uma na direção da outra. Especialmente no caso da Concremat. a€ medida que o tempo passa, cresce a pressão sobre a companhia. Nas atuais condições de temperatura e pressão, é inevitável que os resultados da construtora sofram um significativo processo de desidratação nos próximos meses. Do seu faturamento total – cerca de R$ 1,5 bilhão, no ano passado -, quase metade está pendurada em obras públicas. Por sinal, tamanha proximidade com o Poder sempre atraiu olhares curiosos na direção da Concremat e de sua carteira de contratos. Se, até o momento, a companhia passou incólume ao “petrolão”, seu passado recente registra alguns sobressaltos. Línguas ferinas costumam, por exemplo, destilar insídias acerca do relacionamento entre a Concremat e a Prefeitura do Rio. A presença de Antonio Pedro Viegas Figueira de Mello, neto de Mauro Viegas, no comando da Riotur só alimenta o disse-me-disse. Intrigas a  parte, o fato é que projeções da própria Concremat apontariam para uma queda de até 40% das receitas com o governo devido a  retração dos investimentos públicos em infraestrutura – número formalmente negado pela empresa. De toda a forma, a companhia está cada vez mais distante da prosperidade da última década, quando a empresa cresceu, em média, 15% ao ano. Para Mauro Viegas, portanto, a associação com a Promon traria a reboque o Pátria Investimentos, sócio da construtora por meio do fundo P2 Brasil, e, com ele, a expectativa de um porvir um pouco menos árido.

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19.03.15
ED. 5083

Uma passagem só de ida na CVC

A CVC tem tudo para se tornar a lembrança de uma viagem no porta-retratos de seu fundador. Guilherme Paulus estaria se preparando para desembarcar de vez do capital da operadora de turismo, com a venda dos poucos mais de 24% que manteve após a negociação do controle para o Carlyle. O empresário ajusta o timing da saída ao fuso horário dos norte-americanos. Passados cinco anos da sua chegada a  CVC, a expectativa é que o próprio fundo se desfaça de parte ou até mesmo da totalidade da sua participação de 64% nos próximos meses. Formalmente, tanto a GJP, holding que reúne os negócios do empresário quanto a própria CVC, negam a saída de Paulus. Não há como negar, no entanto, que a venda de sua fatia na CVC daria a Guilherme Paulus fôlego extra para bancar seus projetos no ramo hoteleiro. A meta do empresário, de tão ousada, chega a soar como inexequível: construir 50 hotéis no Brasil e no exterior pelos próximos quatro anos. Para efeito de comparação, em uma década de existência, a GJP abriu apenas 14 unidades. No total, o plano de investimentos da GJP até 2019 passa de R$ 1 bilhão. Além da expansão da rede no Brasil, o grande passo de Guilherme Paulus aponta na direção dos Estados Unidos. O empresário trabalha para anunciar ainda neste ano seu primeiro empreendimento na América.

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19.03.15
ED. 5083

Perda de altitude

É pouco provável a permanência da ex-embaixadora Donna Hrinak na presidência da Boeing no Brasil. Oficialmente, a empresa nega a saída da executiva. No entanto, fonte muito próxima a  Boeing afirma que a situação de Donna ficou bastante complicada após a derrota imposta pela rival Airbus na concorrência para a venda de 35 aviões a  Azul.

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19.03.15
ED. 5083

Banpará

Mais de uma década após a última privatização de um banco estadual no Brasil – o maranhense BEM -, o governador do Pará, Simão Jatene, tem flertado com a ideia de vender o controle do Banpará.

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19.03.15
ED. 5083

Cacau pisado

Tão logo o coelhinho da Páscoa passe, a Brasil Cacau vai derramar um tacho de chocolate bem quente sobre os seus franqueados. A ordem é cancelar os contratos com as lojas deficitárias.

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19.03.15
ED. 5083

Fagulhas

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, pediu demissão na semana passada ao ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga. Este, contudo, colocou panos quentes e o convenceu a ficar. Braga, primeiro mordeu, para depois assoprar. Consultada, a EPE garantiu que Tolmasquim não entregou o cargo.

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19.03.15
ED. 5083

Despedida

Uma das maiores fabricantes de compressores do mundo, a norte-americana Tecumseh estaria com um pé fora do Brasil. A dinamarquesa Danfoss, inclusive, seria candidata a  compra da fábrica da empresa em São Carlos (SP). Ouvida pelo RR, a Tecumseh nega que vá deixar o país. Tomara!

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19.03.15
ED. 5083

A Nissan teria retomado os estudos

A Nissan teria retomado os estudos para a produção de carros elétricos no Brasil. Um dos potenciais parceiros seria a Light. Oficialmente, a distribuidora afirma que “no momento, não está desenvolvendo projetos” nesta área. Não custa lembrar que, no passado recente, a Light chegou a rascunhar uma parceria com a Kasinski para a fabricação de motocicletas movidas a energia elétrica.

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