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Planos
25.02.15
ED. 5067

Até onde é possível envernizar a imagem do HSBC no Brasil?

O HSBC já sente o fantasma da consolidação bancária bufando na nuca a  sua revelia. Mas, dessa vez, pelo menos dessa vez, não pretende deixar como está para ver como é que fica. O pequeno polegar da banca estrangeira no Brasil – o Citi é o dedo mindinho – vai reagir na base da pancada publicitária. Uma fonte do RR informou que o mandarinato do HSBC está debruçado sobre os numerários disponíveis para colocar no ar algo com a intensidade da campanha da “superação” feita pela Petrobras. A ideia força da publicidade, obviamente, seria outra. A preocupação maior do HSBC não é com a sova que vem levando no varejo bancário, razão tangível dos seus prejuízos em um momento em que a banca de um modo geral realiza gordos lucros. O HSBC teme a eventual mancha que a profusão de suas contas bancárias inconfessáveis possa produzir sobre sua imagem. O “SwissLeaks”, que traz a reboque a possível devassa de mais de cem mil contas movimentadas ilegalmente no HSBC da Suíça entre 1998 e 2007, ameaça jogar por terra a garantia de sigilo da instituição. Que ativo maior um banco pode ter se não a confiança de seus clientes? Se a Receita Federal e o Coaf conseguirem esticar a mão e alcançar os supostos 8.867 correntistas brasileiras, entre pessoas físicas e jurídicas, envolvidos no esquema, a imagem da instituição no país pode descer o ralo de vez. Caso seja fixada a mensagem de que o HSBC é o banco da contravenção, operações como a do consignado, cuja timidez contribuiu para borrar o seu balanço, serão o menor dos problemas do banco. O HSBC tem a tradição de ser sólido como uma rocha. No Brasil, contudo, o calcário dessa pedra vem erodindo. Os gastos com publicidade são baixos, o investimento em capital humano, diminuto, e as verbas com expansão, muito aquém da concorrência. O HSBC Brasil acaba de anunciar que, no ano passado, teve perdas, antes de impostos, de US$ 247 milhões, o pior desempenho do grupo em toda a América Latina. O prejuízo estava mais do que cantado pela sequência de números cadentes ano após ano. Em 2012, a instituição teve um lucro de R$ 1,3 bilhão. No ano seguinte, a última linha caiu para R$ 411 milhões. O pior estava reservado para 2014. Aliás, terá sido mesmo o pior? Se não meter a mão no bolso e acertar na mensagem da publicidade institucional, o HSBC pode procurar seu lugarzinho na prateleira de venda. “O banco dos meliantes” é um epíteto forte demais até para esse potentado sino-britânico.

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25.02.15
ED. 5067

Destino do Comperj estava escrito nas estrelas

Os saudosos ex-ministro e ex-presidente da Unipar, Raphael de Almeida Magalhães, e ex-diretor da Petroquímica União, Paulo Roberto Lemos, sobrinho de Roberto Campos, se bateram como cruzados contra o projeto do Comperj. Escreveram artigos nos jornais, foram ao governo, a  Petrobras. Isso quando o Comperj era um projeto pequeno, idealizado por Paulo Cunha para que o Grupo Ultra ficasse com uma fatia de 50% do bolo. Raphael e Lemos defendiam a expansão da Rio Polímeros, polo petroquímico localizado em Duque de Caxias, cujo site permite até a triplicação da sua capacidade. A Braskem, é bom lembrar, tem assento no Comperj e na Rio Polímeros. Os dois paladinos do bom senso petroquímico nem precisaram enxergar tão longe para cravar que o “projetão” era um gigante com pés de barro. O orçamento do Comperj decuplicou desde a planilha original, já meio megalomaníaca, feito por Paulo Cunha. Curioso é que o BNDES é que entrava com uma soma maior de recursos. No futuro, o papagaio seria quase todo cobrado a  Petrobras, que o transformou em um projeto político. Hoje, o Comperj encontrase parado, mesmo com 83% das obras concluídas, sem expectativa de retorno e previsão orçamentária indefinida. E o mais triste: com mais de quatro mil funcionários – cota da Petrobras – na rua da amargura. A Braskem sensatamente volta-se para a expansão da Rio Polímeros, muito, mas muito mais simples, faltando apenas um acerto de garantia de matéria- prima com a Petrobras. Se Raphael estivesse entre nós, soltaria aquela irresistível gargalhada zombeteira. Ele e Lemos brindariam ao rearranjo, ainda que tardio. Que falta fazem verdadeiros homens públicos!

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25.02.15
ED. 5067

Fila indiana

Os fabricantes de eletroeletrônicos vão finalmente se encontrar com Joaquim Levy, segundo apurou o RR com fonte do setor. Não foi fácil. Mas a reunião anterior de Levy com os empresários do varejo acabou tendo um papel fundamental para desinterditar a agenda. “Se eles podem, por que nós não podemos?” *** A propósito: ao ser perguntado por que não participou da audiência entre Levy e alguns dos principais empresários e dirigentes do varejo, o modesto Abílio Diniz teria se saído com a seguinte resposta: “Não quis ofuscar o ministro”.

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25.02.15
ED. 5067

Marcopolo

A queda do lucro em 2014 e as perspectivas pouco animadoras para este ano devem precipitar algumas decisões estratégicas na Marcopolo. A primeira delas seria a venda de 51% da argentina Metalsur.

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25.02.15
ED. 5067

Camargo Corrêa

O motivo não está muito claro, mas Rosana Camargo, uma das herdeiras da Camargo Corrêa, deverá vender a fazenda da família localizada em São Carlos (SP). Certamente, trata-se de um negócio que vai doer fundo para a filha de Sebastião Camargo. A propriedade era o xodó de seu marido, Fernando Botelho, morto em 2012. Foi lá que o ex-executivo da Camargo Corrêa e amante da aviação construiu seu próprio aeródromo.

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25.02.15
ED. 5067

Doutor Agnelo

 Agnelo Queiroz, que perdeu a reeleição para o governo do Distrito Federal, tenta se realinhar em Brasília. Após uma frustrada articulação para reassumir o comando da Anvisa, mira agora na Agência Nacional de Saúde Suplementar.

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25.02.15
ED. 5067

Carlos Wizard, ex-dono do Grupo Multi

Carlos Wizard, ex-dono do Grupo Multi e atual controlador do Mundo Verde, ensaia uma tabelinha com Ronaldo Fenômeno para investimentos imobiliários na Flórida.

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