Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
12.02.15
ED. 5061

“Síndrome de Bendine” marca a sucessão no Marfrig

 Guardadas as devidas ressalvas e proporções, o Marfrig também tem seu Aldemir Bendine. Recém-escolhido para o cargo de CEO do frigorífico, Martín Secco Arias terá de suar sangue para convencer o mercado de que é o homem certo no lugar certo. A pré-estreia não foi das mais promissoras. No melhor estilo Bendine, a confirmação do seu nome já foi o suficiente para irradiar uma onda de mau humor entre os investidores, acentuar a desconfiança em relação a  companhia e jogar para baixo o valor da ação. Nos últimos 20 dias, o papel caiu 12% – no mesmo período, o Ibovespa subiu quase 1,5%. Mas por que tamanha má vontade com o substituto de Sergio Rial, que está deixando a empresa para presidir o Conselho de Administração do Santander no Brasil? Aos olhos dos fundos de private equity e demais minoritários do Marfrig, a indicação de Secco é um forte indício de que o acionista controlador, Marcos Molina, voltará a dar as cartas na gestão da empresa, dizimando o processo de profissionalização implantado nos últimos dois anos e personificado na figura de Rial. É aí que mora o perigo. Para os investidores, Marcos Molina é sinônimo de gestão ineficiente, pouca transparência, erros de estratégia, compra de ativos duvidosos e, sobretudo, aumento do passivo. Este talvez seja o ponto que mais aflige os acionistas do Marfrig. O temor é que a saída de Rial e o retorno de Molina a  linha de frente da gestão executiva coloquem em risco a reestruturação da dívida da companhia. É bem verdade que o frigorífico contou com um cafuné do BNDES. O banco adiou de junho desse ano para janeiro de 2017 o vencimento de R$ 2,5 bilhões em debêntures da empresa. Nada que desmereça a gestão de Sergio Rial, reconhecida pelo alongamento do perfil da dívida, fechamento de ativos deficitários, aumento da geração de caixa e cumprimento das metas de receita e rentabilidade. Sergio Rial e Marcos Molina sempre tiveram um relacionamento marcado por altos (poucos) e baixos (muitos). Em dois anos e meio da gestão Rial, foram muitas as divergências, a maioria delas decorrente do apetite do executivo em cortar, cortar e cortar. A percepção é que Martín Secco – que entrou para o grupo há oito anos, quando o frigorífico de sua família no Uruguai, o Tacuarembó, foi adquirido pelo Marfrig – não tem uma carapaça suficientemente dura para resistir a s interferências do empresário. Aliás, os investidores consideram sintomática a decisão anunciada pelo Marfrig de manter o frigorífico de Alegrete aberto por mais um ano – no início de janeiro, a empresa havia anunciado a desativação da unidade. Consta que Rial era o principal defensor do fechamento da operação. Será um sinal de novos tempos no Marfrig?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

Katia Abreu não teme pecha de “Mrs. Agrotóxico”

 A ministra Katia Abreu vai mexer num vespeiro, ou melhor, numa imensa nuvem de gafanhotos. Katia promete mover montanhas para reduzir os prazos de análise dos pedidos para a produção de agrotóxicos no Brasil. Em média, a liberação de uma licença no país demora sete anos. Na Europa, o tempo de espera não chega a três anos; nos Estados Unidos, é ainda menor: dois anos. O problema é que a ministra da Agricultura terá de tirar leite de uma pedra que sequer lhe pertence. Qualquer ação neste sentido dependerá de uma intrincada negociação política com a Anvisa, responsável pelos estudos técnicos e pela concessão das licenças. Katia Abreu terá ainda de enfrentar a reação dos ambientalistas e a acusação, líquida e certa, de que está agindo para atender ao lobby de Bayer, Basf, Syngenta, entre outros grandes grupos internacionais do setor. A ministra da Agricultura, que um dia recebeu o nada honroso título de “Motosserra de ouro”, não teme o epíteto de “Mrs. Agrotóxico”. Ela já tem um pragmático contra-argumento na ponta da língua: a importância econômica de um setor que movimenta cerca de US$ 9 bilhões, cresceu mais de 200% em uma década e fez do Brasil o maior consumidor mundial de defensivos agrícolas, a  frente dos Estados Unidos. Para Katia Abreu, tais fatos mais do que justificam a inclusão do tema em sua lista de prioridades. E quem não gostar que saia da frente do trator.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

Petrobras

Sinal dos tempos na Petrobras: há mais de seis meses, a estatal não arrenda uma nova sonda. No Porto do Rio, o movimento se dá na mão contrária: é cada vez maior o número de equipamentos que deixam o país, devolvidos pela companhia. *** Por falar em Petrobras, apesar dos pesares, o projeto de construção de um gasoduto entre Ribeirão Preto e Uberaba avançou algumas jardas. Até junho, a área técnica da estatal deve concluir o estudo de viabilidade. A segunda parte é convencer a Cemig a entrar no negócio mesmo com a iminente ruptura da associação com a Gas Natural – ver RR nº 5.052. A Petrobras confia em Fernando Pimentel.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

Bacia das almas

Como as negociações com a Kawasaki não atam nem desatam (ver RR nº 5.041), a Toyo Setal, do encalacrado Augusto Mendonça, estaria tentando empurrar a Estaleiro do Brasil para um grupo de investidores chineses.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

Guarda suÁ탧a

Depois da chegada dos ex-Pão de Açúcar Antônio Ramatis e Sylvia Leão, não demora muito a Claudio Galleazzi, sempre ele, desembarcar no Carrefour pelas mãos de Abílio Diniz.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

Leia na edição de amanhã do RR

Leia na edição de amanhã do RR: o que Dilma diz não se escreve.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

Fundo do copo

Apesar da dinheirama despejada pela Heineken em ações de marketing, a Kaiser não se emenda: sua participação de mercado segue estacionada nos 4%. Aliás, alguém ainda se lembra da Kaiser?

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

12.02.15
ED. 5061

A Elekeiroz, leia-se Itaúsa

A Elekeiroz, leia-se Itaúsa, não desiste de aumentar sua participação no mercado de poliestireno. Após perder a disputa pela Innova, arrematada pela Videolar, de Lírio Parisotto, parte na direção da Unigel, da família Slezynger.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.