Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
28.01.15
ED. 5050

DuPont ainda é um grão de milho no mercado de etanol

Enquanto tenta se acertar com a sócia BP para tirar do papel a primeira fábrica da Butamax, joint venture focada na produção de biobutanol, a DuPont segue seu caminho tortuoso no Brasil. Os norte-americanos suam para montar uma produção de etanol de milho no país. O recente acordo firmado com a Dedini, fabricante de equipamentos para usinas, e com a Porta, dona de duas plantas na Argentina, é apenas um alívio imediato. Mas são movimentos que ainda estão longe de garantir uma operação com a dimensão idealizada pelo grupo. A Du- Pont não conseguiu até agora parceiros para viabilizar a construção da primeira usina de etanol de milho no país. Chegou a negociar com a Cosan e com a Copersucar, mas em ambos os casos as respostas foram negativas. A DuPont planejava vincular o acordo com a Dedini e a Porta, restrita ao fornecimento de equipamentos, tecnologia e insumos, a  instalação de novas usinas no Centro-Oeste para fornecer clientes a  própria joint venture. As unidades próprias serviriam ainda para incentivar a construção ou adaptação de usinas no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, o que daria, no curto prazo, massa crítica ao negócio. A região é a principal produtora do grão no país e uma das maiores no mundo. No entanto, a DuPont não conseguiu convencer suas sócias a adiar o lançamento da joint venture para 2016. Se insistisse, correria o risco de ficar sozinha. A Dedini, que teve expressivas perdas de faturamento nos últimos anos por conta da crise do setor, precisa o quanto antes de alternativas capaz de tirá-la do quase ostracismo. Já a Porta necessita urgentemente ganhar escala fora da Argentina. Apesar da obrigatoriedade da mistura de 10% de etanol a  gasolina no país vizinho, a empresa não está conseguindo ampliar a rentabilidade do negócio e precisa ter usinas em outros países da América do Sul. Mesmo diante do quadro nada favorável, a DuPont ainda tentará viabilizar, pelo menos, uma usina até o ano que vem. Para isso, deverá bancar sozinha o projeto e depois negociar a entrada de sócios. Um dos alvos da companhia a  futura sociedade é o grupo Amaggi, um dos grandes produtores de milho do país, com sede no Mato Grosso, que tem interesse em investir em biocombustíveis a partir desse grão. Procurada, a DuPont negou que esteja planejando a construção de uma planta de etanol de milho no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

Master Blenders requenta seu café

Quando Juan Carlos Dalto, presidente da Master Blenders no Brasil, já acreditava que o pior havia passado, surgiu outra xícara de café frio em sua mesa. Ou fumegante, dependendo do ponto de vista. Após ficar quase dois anos cuidando da arrumação da casa, a s voltas com fraudes contábeis e perdas financeiras, Dalto agora tem de enfrentar sucessivas quedas da rentabilidade e a perda da histórica posição de líder de mercado puxada pela marca Pilão. Em 2014, a participação de mercado do grupo rompeu o piso de 20% – nos últimos cinco anos, cinco pontos percentuais de share viraram borra no fundo do coador. No caminho contrário veio a israelense Strauss e a São Miguel Holding, donas do grupo 3corações, que agora ocupa a dianteira da indústria de torrefação no Brasil. O foco está irremediavelmente sobre Juan Carlos Dalto. O atual cenário promete trazer sequelas para a gestão da Masters Blenders no Brasil. Na empresa, há a expectativa de que os holandeses criem uma diretoria para a América do Sul, que deverá ser entregue a um executivo europeu. Caso se confirme, a medida funcionaria como uma intervenção sobre a subsidiária brasileira e um esvaziamento das funções de Juan Carlos Dalto. O downgrade também tem impacto direto sobre os planos de crescimento da Master Blenders no Brasil, que passaram a não ser mais apoiados ostensivamente pela matriz holandesa. Para piorar, Dalto vem sendo cobrado por não ter adotado estratégia semelhante a  da própria 3corações, que caprichou na compra de diversas marcas e recentemente adquiriu a Café Itamaraty, do Paraná.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

Vídeo tape

O governo federal estuda retomar o velho modelo de concessão rodoviária, leia-se maior investimento. O formato atual, da menor tarifa, pode até ter aumentado a competição entre os investidores, mas espalhou um monte de bichos de sete cabeças pelas estradas brasileiras. Vide o exemplo da espanhola OHL, que reinou absoluta nos leilões, prometeu tarifas pequeninhas e abandonou o barco sem cumprir nenhuma meta de investimento.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

Falta d’água

O empresário Walter Faria não é Geraldo Alckmin, mas também vem tendo problemas com água. As vendas da Petra, a água mineral do Grupo Petrópolis, estão evaporando. Tanto que Faria já desistiu de levar a marca para outros estados fora do Sudeste. Procurado, o grupo negou a mudança de planos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

 O diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, está descontrolado. Desde o fim de dezembro, quando Eduardo Braga foi anunciado como novo ministro de Minas e Energia, Chipp tenta agendar uma audiência privada com o ex-governador amazonense. Até o momento, foi solenemente ignorado.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

Carne crua

Os norte-americanos da gestora Thomas H. Lee Partners andam meio enjoados de carne, notadamente dos resultados da rede de churrascarias Fogo de Chão.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

Linha chinesa

A Zhengjian Insigma, que há tempos não dá as caras nos leilões do setor, deverá retomar os investimentos em transmissão no Brasil.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

28.01.15
ED. 5050

A Grendene prepara uma oferta primária de ações na Bovespa

A Grendene prepara uma oferta primária de ações na Bovespa equivalente a 5% do seu capital ordinário. Os recursos serão usados em aquisições de concorrentes.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.