Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
26.01.15
ED. 5048

Eletrobras pluga seus investimentos na State Grid

 Se, no passado, a State Grid era uma pulga atrás da orelha do governo, desconfiado de suas reais intenções no país, agora os chineses pisam em tapete vermelho. Os asiáticos mereceram a distinção de uma reunião com Eduardo Braga no fim de dezembro, antes, portanto, de ele assumir formalmente o Ministério de Minas e Energia. Motivo do encontro: o governo quer estender a parceria entre a Eletrobras e a State Grid, por ora restrita a  construção da linha de transmissão de Belo Monte. O foco é a área de geração. Em pauta, a construção não apenas de hidrelétricas, mas também de termelétricas a gás natural, carvão e biomassa, usinas eólicas e solares. As duas empresas deverão assinar um protocolo de intenções tão logo seja definida a nova diretoria da Eletrobras. Em português claro: a área de Minas e Energia quer transformar o grupo chinês em parceiro preferencial da estatal para investimentos no segmento de geração. O que mais a Eletrobras precisa, a State Grid tem de sobra. Os chineses já desembolsaram mais de R$ 8 bilhões no Brasil em investimentos no setor de transmissão. Prometem outro tanto para os próximos quatro anos. A parceria com a estatal no segmento de geração envolveria aportes da ordem de R$ 12 bilhões em três anos, valor equivalente a um quarto do que a Eletrobras prevê investir no período para a expansão do parque gerador brasileiro. Ou seja: a aliança com os asiáticos, se consumada, trará um refrigério para o caixa da companhia. O estreitamento das relações entre a Eletrobras e a State Grid tem também um forte caráter profilático. Por razões mais do que óbvias, o Ministério de Minas e Energia trabalha com a expectativa de uma redução dos aportes das grandes construtoras em projetos hidrelétricos. Ao que tudo indica, ainda há muita água para passar pelas turbinas da Operação Lava Jato. As negociações com a State Grid preveem ainda a atração de outros parceiros internacionais, como as nipônicas Itochu e Sumitomo, interessadas em participar como investidoras de projetos na área de geração.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

IBG infla os tubos de oxigênio da Air Liquide

A francesa Air Liquide estaria em negociações para a compra da Indústria Brasileira de Gases (IBG). Trata-se de uma das últimas fabricantes de gases industriais do país com uma participação de mercado razoavelmente relevante ainda de controle nacional – a IBG pertence a um grupo de ex-executivos do próprio setor. A companhia tem 15 unidades de produção. A aquisição elevaria o market share da Air Liquide de 11% para perto de 15%. Com isso, os franceses se consolidariam como o segundo grande player do mercado brasileiro, abrindo distância para a terceira colocada, a Linde. Um vice com gostinho de título, uma vez que o topo do ranking é um local praticamente inalcançável: tratase de uma cadeira cativa da White Martins, com seus mais de 60% das vendas de gases industriais no Brasil. Nunca antes na história deste país, a Air Liquide teve um cenário tão propício para aumentar sua posição no mercado brasileiro de gases industriais. A companhia francesa sabe que esta é a hora de avançar seus pelotões. Embora vista como insuperável, a White Martins vive um período de fragilidade, que talvez lhe obrigue a deixar alguns pontinhos preciosos de market share pelo caminho. Em 2010, a subsidiária da Praxair foi apontada pelo Cade como líder do chamado “cartel do oxigênio”. Levou uma multa superior a R$ 2 bilhões. Recentemente, a companhia voltou a  mira do órgão antitruste. O Cade investiga novas denúncias de monopólio contra a White Martins em diversas regiões do país.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

Sem açúcar

O Palácio do Planalto recebeu um relatório amargo sobre a situação das usinas de açúcar e álcool do país. Nos últimos seis anos, fecharam as portas 58 unidades. A estimativa para esse semestre é que mais duas plantas, ambas de São Paulo, sejam desativadas. As 60 usinas representam quase 5% da produção nacional de etanol.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

Roupa da moda

Mesmo com Lava-Jato, a vida não para. A Camargo Corrêa busca ativos na área de moda. O grupo considera que a Enjoy cabe perfeitamente nos planos de crescimento da Alpargatas, seu braço neste segmento. A grife carioca tem 40 lojas.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

Trilho nacional

A chinesa Pangnang, que reina absoluta no fornecimento de trilhos para os novos trechos da Ferrovia Norte-Sul, está sendo pressionada pelo governo federal a montar uma fábrica no país. Ganharia terreno, incentivos fiscais e pontos nas próximas licitações. O país importa tudo que consome.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

Cencosud

A cada relatório de vendas do Prezunic, os chilenos da Cencosud se perguntam por que gastaram quase US$ 500 milhões na compra da rede de supermercados carioca? As vendas da empresa no conceito mesmas lojas teriam fechado 2014 com uma queda da ordem de 5%. Em cifras, são aproximadamente R$ 150 milhões a menos no balanço da Cencosud.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

Entressafra

 Ivan Zurita procura um comprador para a AgroZ, empresa de investimentos agropecuários.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

26.01.15
ED. 5048

Sob o comando de Marco Antonio Castello Branco

Sob o comando de Marco Antonio Castello Branco, a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) terá seu espectro de atuação ampliado. O ex-presidente da Usiminas recebeu a missão de formatar um novo plano de incentivos ao setor industrial e um programa de investimentos na área de habitação popular. O upgrade concedido pelo governador Fernando Pimentel tem um quê de compensação. Castello Branco queria assumir a Cemig, mas foi preterido por Mauro Borges.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.