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Planos
20.01.15
ED. 5044

Infosys é um gigante em corpo de anão no Brasil

Uma nuvem de incertezas paira sobre a operação brasileira da Infosys – um dos gigantes mundiais da área de TI, com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões e presença em 31 países. A própria direção da subsidiária, a  frente o executivo Claudio Elsas, não sabe ao certo se o programa de investimentos previsto para este ano, de aproximadamente R$ 100 milhões, será efetivamente cumprido pelos indianos. O mesmo se aplica a s promessas de contratação feitas pela matriz, que se evaporaram pelo caminho – a meta original era chegar a  marca de mil funcionários até o fim de 2014, mas o efetivo parou nos 700 empregados. Os resultados da Infosys no Brasil também não ajudam a reerguer o ânimo. Segundo fontes ligadas a  própria empresa de TI, ela opera no vermelho desde que chegou ao Brasil, há quase seis anos. Mesmo após a instalação de um novo centro de serviços em Araraquara (SP), os indianos não têm conseguido ampliar a carteira de contratos no ritmo esperado. O Brasil é um pequeno grão que responde por menos de 1% do faturamento global da Infosys. As interrogações que cercam a operação brasileira refletem a entropia administrativa da Infosys. Em um período de aproximadamente um ano, mais de uma dezena de executivos deixou a alta direção do grupo indiano, o que tem resultado em bruscas guinadas estratégicas. Em 2013, o próprio fundador da companhia, N.R. Narayana Murthy, guardou o pijama no fundo do armário para reassumir a gestão executiva. O fim da aposentadoria durou pouco. No ano seguinte, por pressão dos próprios acionistas, o empresário deixou o posto. Desde agosto, o cargo de CEO é ocupado pelo ex- SAP Vishal Sikka. Consta que Sikka não morre de amores pela operação da Infosys no Brasil. Em meio a  frenética dança das cadeiras, a mudança de maior impacto sobre a operação brasileira ocorreu em junho do ano passado, com a saída do diretor global de vendas, marketing e alianças Prasad Thrikutam. O executivo acumulava também a função de chefe da Infosys Americas. Thrikutam – este, sim, um entusiasta da expansão das operações nos trópicos, trabalhou no grupo por quase duas décadas. Comandou diretamente o desembarque da Infosys no Brasil e em outros países da região, como México e Costa Rica.

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20.01.15
ED. 5044

Aisin sacoleja nas curvas do mercado brasileiro

Bastaram quatro anos no país para a fabricante de autopeças Aisin conhecer dois “Brasis”. Os japoneses desembarcaram em 2011, ainda a tempo de aproveitar o boom da indústria automobilística nacional; agora, estão descobrindo como é trafegar na mão contrária. A meta de chegar aos R$ 200 milhões de faturamento em 2015 já foi para o fundo da garagem – a nova linha de chegada, mais modesta, marca aproximadamente R$ 140 milhões. Em setembro do ano passado, a companhia anunciou a expansão de sua fábrica de componentes para motores em Itu (SP), orçada em US$ 70 milhões. A realidade mudou, e os japoneses devem segui-la. Todo o projeto está sendo reavaliado. Mais de metade da segunda unidade de produção do complexo de Itu vai ficar vazia, a  espera de dias melhores. O início das atividades no restante da área, previsto para este ano, pode ser postergado para 2016. O adiamento da compra do maquinário deve gerar uma economia da ordem de US$ 20 milhões. O impacto da crise do setor sobre as contas da Aisin no Brasil só não é maior devido a um airbag chamado Toyota. A fabricante de autopeças segue o rastro da montadora, sua maior cliente tanto no Japão quanto no exterior. No momento, a Aisin pega carona no aumento da produção local do Etios. Entre janeiro e junho do ano passado, o modelo compacto garantiu o melhor semestre da história da Toyota no país.

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20.01.15
ED. 5044

Carrefour

 No Carrefour, já se dá como certo que Roberto Mussnich deixará a presidência do Atacadão no máximo até junho para dar lugar a um executivo ungido por Abílio Diniz. Não custa lembrar que Claudio Galleazzi, integrante da “guarda suíça” de Abílio, está livre, leve e solto desde o fim de dezembro, quando deixou o comando da BRF.

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20.01.15
ED. 5044

Cobertor atuarial

A Petros vai se desfazer de ativos em renda variável para cobrir seu déficit atuarial, já na casa dos R$ 5,5 bilhões. Deverá começar com a venda de sua participação de 10% na Iguatemi Empresa de Shopping Centers, de Carlos Jereissati.

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20.01.15
ED. 5044

Última milha

A saga de Julio Bozano na aviação está com as milhas contadas. Após se desfazer de quase todas as suas ações na Embraer, o ex-banqueiro prepara-se para vender sua participação na Azul.

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20.01.15
ED. 5044

Sem efeito

A reestruturação da Dell no Brasil, notadamente na área comercial, ainda não surtiu os resultados esperados. A subsidiária deverá fechar o balanço de 2014 com uma participação de 5% na receita global do grupo, a mesma de 2013.

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20.01.15
ED. 5044

Terra mexida

 A nomeação de Ricardo Miranda para a diretoria de desenvolvimento da Bayer CropScience no país é apenas a ponta do iceberg da reestruturação na companhia. Os alemães estudam a extinção da Diretoria de Negócios para a Região Cerrados, que engloba o Centro-Oeste. Oficialmente, a Bayer CropScience nega a mudança.

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20.01.15
ED. 5044

A permanência de Vinicius Lages

A permanência de Vinicius Lages no Ministério do Turismo aumentou as possibilidades de Vicente Lima Neto seguir a  frente da Embratur. O único senão é que, no ano passado, Lima Neto teve seu nome envolvido em denúncias de desvio de recursos públicos feitas pela presidente da ONG Instituto Brasil, Dalva Paiva.

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