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Planos
12.01.15
ED. 5038

Quantas pílulas ainda restam no balcão da Ultrafarma?

Tratando-se de um empresário que sempre vestiu o figurino de garoto-propaganda e chegou ao ponto de inserir a própria caricatura na logomarca de sua companhia, falar em excesso de exposição soa até descabido. No entanto, os colaboradores mais próximos de Sidney Oliveira têm notado um empenho cada vez maior do dono da Ultrafarma em intensificar suas aparições na mídia. Coisa de quem quer vender mais do que remédios. Para muitos, o que está sobre o balcão, desta vez, é o controle da Ultrafarma – uma das maiores distribuidoras de medicamentos do país, com faturamento superior a R$ 750 milhões no ano passado. Se a estratégia da autopromoção deu certo com antibióticos e analgésicos, por que não daria com a própria empresa? A fala mansa e o largo sorriso de Oliveira, que há uma década e meia cativam consumidores, teriam agora a missão de seduzir investidores. Oficialmente, a Ultrafarma nega a venda do controle. Está feito o registro. No entanto, na visão de seus congêneres, Sidney Oliveira encontra-se numa encruzilhada. A percepção é que a Ultrafarma está próxima do seu prazo de validade, aliás, como os próprios medicamentos que a companhia comercializa – Oliveira se notabilizou por comprar remédios com apenas três ou quatro meses de vida útil, normalmente desprezados pelas grandes redes de drogarias, o que sempre lhe permitiu fechar acordos comerciais extremamente vantajosos. O modelo de negócio da empresa é considerado, ao mesmo tempo, seu principal trunfo e sua maior fragilidade. Sua operação está praticamente restrita a s vendas pela internet, responsáveis por mais de 70% do seu faturamento. Ao todo, a Ultrafarma tem apenas quatro farmácias, que, na prática, podem ser consideradas uma só: todas as drogarias estão localizadas em uma mesma rua, no bairro da Saúde, em São Paulo, separadas uma das outras por não mais do que 200 metros. A falta de uma rede de lojas físicas se torna um problema cada vez mais grave diante do acelerado processo de consolidação do setor. O jogo ficou pesado demais. Raia e Drogasil, que se uniram em 2011, têm mais de mil farmácias e faturamento de R$ 7 bilhões. Drogaria São Paulo e Pacheco, por sua vez, somam 800 lojas e receita de quase R$ 6 bilhões. Para não falar da chegada de potentados estrangeiros, como as norte-americanas CVS e Walgreens.

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12.01.15
ED. 5038

Procura-se por Wally no Grupo RBS

2014 foi um ano ruim para o Grupo RBS. 2015, por sua vez, também promete dureza. Provavelmente com mais cortes, que precisarão ser feitos sem desorganizar a produtividade e ferir a motivação dos que sobreviverem a s demissões. Entre os desafios, o grupo terá de afinar os novos negócios digitais e recuar quando eles se revelarem um abacaxi; rearrumar o marketing e o comercial de forma que eles possam compensar com agressividade o período de retração previsto para o mercado. Em síntese, nestas circunstâncias dirigir a RBS é trabalho para um gestor tarimbado. Nada a ver com Duda Melzer, que faz parte do problema e não da solução – vide o management de 2014. E Nelson Sirotsky? Cavalheiros da sua Corte de bajuladores dizem, em off the record, que ele parece ter ficado senil.

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12.01.15
ED. 5038

Dalian Wanda

A Dalian Wanda, maior incorporadora imobiliária da China, está chegando ao Brasil por dois portões de desembarque. De um lado, vai trazer para o país a rede de cinemas norte-americanas AMC Entertainment, da qual é acionista; do outro, pretende construir um centro empresarial no Rio de Janeiro.

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12.01.15
ED. 5038

Primeira parcial

Se o secretário-executivo da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli, assumir a presidência do BNDES, em vez do votadíssimo Alexandre Abreu, estará escrito o primeiro placar no torneio entre a equipe econômica: Joaquim Levy 1 X 0 Nelson Barbosa.

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12.01.15
ED. 5038

Cadeira elétrica

O diretor geral da Aneel, Romeu Donizete Rufino, está sentindo um forte cheiro de fritura ao seu redor. O curioso é que ele foi reconduzido ao cargo há seis meses.

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12.01.15
ED. 5038

Quadro negro

Abacaxi para ser descascado pelo ministro da Educação, Cid Gomes: a situação do Grupo Ulbra, uma das maiores universidades do Rio Grande do Sul, se agravou nos últimos meses. O passivo rompeu a marca dos R$ 500 milhões. Consultada, a companhia afirmou que vem pagando sua dívida desde 2014, conforme acordo feito com a União.

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12.01.15
ED. 5038

“Minascentro”

A francesa GL Events, concessionária do Riocentro, prepara sua entrada em Minas Gerais. Negocia com o governo mineiro a construção de um grande centro de convenções na região metropolitana de Belo Horizonte, projeto orçado em aproximadamente R$ 300 milhões.

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12.01.15
ED. 5038

O ministro da Casa Civil

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, aposta que uma parte dos investimentos em infraestrutura poderá ser realizada neste ano em função de uma simples medida: a agilização de pendências regulatórias. Mercadante dá como exemplo o setor portuário, cujas empresas já estão com os recursos para os investimentos devidamente provisionados. Falta só desembaraçar o regulatório. O governo ainda poderia pedir como contrapartida a aceleração do ritmo de obras.

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12.01.15
ED. 5038

A Eletrosul busca um sócio

A Eletrosul busca um sócio para a vaga da Copel, que abandonou a construção de uma linha transmissora no Mato Grosso do Sul. A fatia dos paranaenses era de 24,5%. A subsidiária da Eletrobras tem outro tanto e o controle pertence a  espanhola Elecnor.

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