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Planos
05.01.15
ED. 5033

Walgreens busca um biotônico nas prateleiras da Panvel

Há uma invasão estrangeira em curso no varejo farmacêutico nacional. Se, de um lado, a norte-americana CVS já comprou a Onofre e há meses tenta fisgar também a Drogarias Pacheco São Paulo (DPSP), por outro a não menos gigantesca Walgreens estaria em negociações para a compra da Panvel. Tratase da maior rede de drogarias da Região Sul, com 350 lojas e um faturamento anual próximo dos R$ 2,3 bilhões. Estima-se que o valor do negócio possa chegar a 15 vezes o Ebitda da Panvel, o equivalente a algo em torno de R$ 1,4 bilhão. A rede gaúcha é controlada pelo Grupo Dimed, do empresário Julio Mottin Neto, um dos maiores distribuidores de medicamentos do país. Uma fatia minoritária do capital – aproximadamente 16% – está nas mãos da gestora de recursos Investidor Profissional. A Walgreens não deverá entrar sozinha no negócio. Traz a reboque o grupo varejista europeu Alliance Boots, numa parceria doméstica: os norte-americanos são acionistas da empresa de origem anglo-suíça, com 45% do capital. Desde 2012, quando houve a associação, a dupla tornou- se a maior rede de distribuição e comercialização de medicamentos do mundo, um colosso com mais de 11 mil farmácias e uma receita superior a US$ 120 bilhões. A rigor, Walgreens e Alliance Boots já têm um pé no Brasil: em maio, ao comprarem o controle da rede de drogarias mexicana Saba, herdaram as lojas da GNC no país. O negócio, no entanto, é uma pilulazinha no fundo da prateleira do varejo farmacêutico. A empresa reúne somente 18 lojas especializadas na venda de vitaminas e produtos naturais. A Panvel, por sua vez, se encaixa perfeitamente no perfil do ativo que Walgreens e Alliance Boots procuram no Brasil: redes de forte presença regional, mas sem o fôlego financeiro necessário para montar uma operação em escala nacional. Em tempo: do lado específico da Walgreens, esta não é a primeira tentativa de cravar uma aquisição de peso no Brasil. No ano passado, os norte-americanos fizeram uma oferta pela BR Pharma, holding controlada pelo BTG Pactual, que congrega seis redes de drogarias. Na época, o banco rechaçou a proposta. Se fosse hoje… O BTG não vê a hora de deixar a empresa, que vive grave crise financeira e se tornou um sugadouro de recursos: neste ano, André Esteves e cia. tiveram de fazer um aporte emergencial de R$ 400 milhões na BR Pharma.

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05.01.15
ED. 5033

Versace tira seu novo molde no Brasil

Três anos após sair da crise financeira que quase a levou a  bancarrota, a Versace desfila novos planos para o Brasil. A primeira loja própria no país – inaugurada no Village Mall, no Rio em setembro deste ano – é apenas o ponto de partida para investimentos que vão do varejo a , pasmem, hotelaria. Os italianos pretendem abrir mais três pontos de venda no país até 2016. Todos serão controlados diretamente pelo grupo. Das vitrines para a concierge, o grupo faz planos de trazer para o país a marca Pallazzo Versace. Há gestões para a instalação de um resort no litoral baiano, projeto que envolve ainda a companhia australiana Sunland Group, a Emirates Investments Group e o fundo norte-americano Blackstone, sócio da grife. Trata-se de um empreendimento orçado em R$ 500 milhões. Os novos planos da Versace para o Brasil, ressalte- se, são um duro golpe para a empresária Fernanda Boghosian, que trouxe a marca para o país em 1996 e desde então representa os interesses da grife. O divórcio parece inevitável. Os milaneses querem tomar as rédeas da operação brasileira, fundamental para alavancar seus negócios na América Latina. Fernanda está a  frente da loja da Versace na Bela Cintra, em São Paulo. Os italianos querem manter a butique, mas desejam romper o contrato de franquia com a empresária, modelo que, no entendimento do grupo, já deu o que tinha de dar. O RR fez várias tentativas de contato com a Versace e a empresária Fernanda Boghosian, mas não obteve retorno.

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05.01.15
ED. 5033

Edir Macedo

Os dias de banqueiro do Bispo Edir Macedo parecem ter chegado ao fim. Macedo estaria em busca de um comprador para sua participação de 40% no Banco Renner. Se a operação se consumar, sairá do negócio sem nunca ter deixado claro por que entrou. Formalmente, o Banco Renner informa “não ter conhecimento do assunto”.

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05.01.15
ED. 5033

Dois em um

A nomeação de Ricardo Berzoini para o Ministério das Comunicações deve matar na raiz qualquer disputa pelo comando dos Correios. Com Berzoini na Pasta, a permanência de Wagner Pinheiro na presidência da estatal é pule de dez. Ambos mantêm forte relação desde a década de 80, quando militavam no movimento sindical dos bancários.

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05.01.15
ED. 5033

Fundo árabe

O fundo Shuaa Capital, dos Emirados arabes, está rastreando negócios no Brasil, mais precisamente na área de real estate.

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05.01.15
ED. 5033

Sauípe

A Previ planeja vender um terço do terreno onde está instalado o Complexo de Sauípe. A área será exclusivamente destinada a  construção de empreendimentos residenciais. Era só o que faltava a fundação permitir o surgimento de um concorrente ao lado do deficitário resort.

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05.01.15
ED. 5033

Açucarado

O grupo CRM, dono da Kopenhagen, estaria negociando a compra da Ofner, fabricante de chocolates e dona de uma rede com 24 lojas. Consultada, a Kopenhagen negou a operação. Já a Ofner disse desconhecer a operação.

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05.01.15
ED. 5033

Se a continuidade de Jorge Hereda

Se a continuidade de Jorge Hereda no comando da Caixa Econômica ainda é uma incógnita, no banco todos já dão como certa a permanência de Marcio Percival na vice-presidência de Finanças. Em sete anos no cargo, Percival já sobreviveu a três presidentes da CEF. Além disso, tem como padrinho Aloizio Mercadante. Precisa de mais?

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