Atenção!

As notícias abaixo são de edições passadas.

Para ter acesso ao nosso conteúdo exclusivo, assine o RR.

Planos
08.12.14
ED. 5017

Carlyle monta seus novos brinquedos no Brasil

 Após fisgar o controle das duas maiores varejistas do setor – PBKids e RiHappy -, para onde mais o Carlyle pode caminhar no mercado brasileiro de brinquedos? Neste jogo de tabuleiro, a carta que os norte-americanos levam a  mão parece dizer: “Avance duas casas e verticalize sua operação”. O fundo também pretende fincar sua bandeira em um grande fabricante nacional de brinquedos. Os dados estão rolando sobre a mesa, mas, desde já, dois nomes surgem no radar do Carlyle: Estrela e Grow. Além da possibilidade de adicionar ao seu portfólio uma marca forte, com expressivo índice de recall entre os consumidores, o que impulsiona os norte-americanos é o desejo de dominar o setor de ponta a ponta, garantindo condições mais vantajosas para suas duas redes varejistas. Ao todo, PBKids e RiHappy somam mais de 200 lojas no Brasil. O Carlyle, que administra cerca de US$ 200 bilhões em recursos, já investiu mais de US$ 500 milhões no mercado brasileiro de brinquedos – 80% desta cifra foram desembolsados na aquisição da RiHappy e da PBKids. Comparativamente, a compra de uma participação em um dos dois grandes fabricantes nacionais seria um investimento bem menos dispendioso. Noves fora um eventual prêmio de controle, atualmente o valor de mercado da Estrela, por exemplo, não passa dos R$ 130 milhões. A empresa, aliás, é vista pelos norte-americanos como uma presa até mais frágil do que a Grow, que sempre conseguiu manter um nicho de mercado – no segmento de jogos de tabuleiro – e, nos últimos anos, soube se reinventar com a digitalização de seus produtos mais famosos, como War, Perfil e Imagem & Ação. A entrada no capital de um fabricante de brinquedos poderia gerar um efeito colateral para o Carlyle e suas redes varejistas, com um eventual estremecimento das relações entre a PBKids e a RiHappy e outros grandes fornecedores. No entanto, os norte-americanos, ao que parece, não temem esse risco, assim como Abílio Diniz não temeu comprar uma participação na BRF quando ainda tinha um pé no Pão de Açúcar.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

Honda Brasil atropela Honda Argentina

Não se trata de espírito de porco ou de querer o mal da própria família. Mas a direção da Honda no Brasil já vislumbra a oportunidade de avançar centenas de quilômetros no mercado sul-americano no rastro da forte crise que assola a indústria automobilística argentina e, em particular, a subsidiária do grupo. O comando da filial brasileira trabalha com a informação de que nos próximos meses a Honda Argentina fará novas paralisações em suas duas fábricas localizadas nas cidades de Campana e Florencia Varela, na região metropolitana de Buenos Aires. A produção nas duas plantas ficou paralisada por 30 dias entre os meses de junho e julho. Há a expectativa até mesmo de que uma das unidades venha a ser temporariamente desativada. Neste caso, o que é um limão dos mais azedos para a Honda Argentina pode ser uma doce limonada para a Honda Brasil. Desde já, a Honda Brasil enxerga a possibilidade de ocupar o espaço deixado pela hermana portenha, menos até no combalido mercado argentino, mas principalmente nos demais países da região. Um exemplo emblemático é o modelo City, uma das grandes apostas comerciais da montadora japonesa para o mercado sul-americano. A fábrica de Campana exporta significativos volumes do veículo para Chile e Uruguai – por quase dois anos, chegou a abastecer o próprio mercado brasileiro, até que o automóvel começasse a ser produzido na planta de Sumaré (SP). A Honda Brasil quer aproveitar o vácuo e assumir o fornecimento a outros países do Mercosul. Não custa lembrar que a fábrica de Sumaré está prestes a lançar a nova versão do City, projeto que consumiu mais de US$ 100 milhões em investimentos. O aumento das exportações do veículo viria em ótima hora, como forma de compensar a queda das vendas no mercado brasileiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

Petróleo chinês

A chinesa Sinochem saiu a s compras. Quer aproveitar o período de baixa do petróleo para fisgar participações ativos em exploração e produção no Brasil. Há conversas com a norueguesa Statoil, dona de 13 blocos nas Bacias de Campos e do Espírito Santo.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

Cartão de visita

Miriam Belchior ou quem quer que assuma o Ministério de Minas e Energia poderá colar sua chegada a um fato positivo. Isso se a Gazprom cumprir a promessa feita ao governo de anunciar a construção de uma grande térmica no Nordeste até fevereiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

Penteadeira

O ex-Natura Alessandro Carlucci pensa em usar novos cosméticos. Foi sondado pela Jequiti, de Silvio Santos.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

Ferrugem

Deve haver algum parafuso solto na operação da Valeo no Brasil. Os resultados da fabricante de autopeças francesa no país só fazem descer a ladeira: de 2011 para cá a receita caiu de US$ 900 milhões para perto de US$ 600 milhões. Consultada, a Valeo não se pronunciou sobre os números da operação brasileira.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

Coleta de luxo

A Energisa estaria azeitando uma emissão de títulos no exterior, no valor de R$ 500 milhões. Formalmente, a empresa nega a operação. No entanto, segundo fontes próximas a  Energisa, o lançamento seria mais uma etapa do processo de redução da dívida do Grupo Rede, adquirido em abril. Além da recente venda de R$ 1,4 bilhão em ativos na área de geração, os próprios acionistas da Energisa fizeram um aporte de capital de R$ 350 milhões.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.

08.12.14
ED. 5017

A alemã Wago

A alemã Wago procura um local em São Paulo para instalar uma fábrica de sistemas de automação de ferrovias. Já houve conversas com a Prefeitura de Jundiaí. Não é nada, não é nada, são R$ 80 milhões a mais na conta do Investimento Direto Estrangeiro.

Para poder comentar você precisa estar logado. Clique aqui para entrar.