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Planos
02.12.14
ED. 5013

Pif Paf é mais uma presa na mira de Abílio Diniz

Abílio Diniz está com sua calibre 12 apontada para uma nova presa. Desta vez, o alvo a ser abatido atende pelo nome de Pif Paf Alimentos. Responsável por mais de 20% das vendas de frango no país por meio das marcas Sadia e Perdigão, a BRF enxerga a compra do frigorífico mineiro como um movimento fundamental para ampliar esta participação. A aquisição permitiria ao grupo aumentar em aproximadamente 10% a sua capacidade de produção – o Pif Paf abate cerca de 350 mil aves por dia. A BRF ainda adicionaria ao seu faturamento cerca de R$ 1,8 bilhão por ano. Herdaria também unidades em nove cidades mineiras e outras duas em Goiás, além de cinco fábricas de alimentos industrializados. Para a empresa comandada por Abílio Diniz há ainda uma razão estratégica tão importante quanto todos estes números. Ao comprar o Pif Paf, a BRF tiraria das gôndolas do mercado um dos poucos ativos de porte que escaparam da consolidação do setor. Ressalte-se que a investida sobre o Pif Paf se dá em um momento de mudanças nevrálgicas na gestão da BRF. No fim do ano, Claudio Galleazzi, lugar-tenente de Abílio Diniz, deixará a presidência da companhia. Será substituído por Pedro Faria, atual CEO da área internacional da empresa. Uma das missões de Faria é justamente revigorar a operação da BRF no segmento de aves. No ano passado, o volume de vendas de frangos in natura no mercado interno caiu 16%. As exportações, por sua vez, recuaram 3%. A BRF identifica no Pif Paf alguns sinais de fragilidade que podem facilitar sua caçada. As tentativas da empresa de atrair um sócio minoritário, leia-se um fundo de investimento, foram tiros n’água. Com isso, o plano de se fortalecer mediante a compra de um concorrente de maior porte – um dos alvos seria a Big Frango – ficou pelo caminho. O Pif Paf não tem demonstrado fôlego sequer para manter a política de aquisições de abatedouros de menor calibre que a caracterizou nos últimos anos.

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02.12.14
ED. 5013

Uma conveniente trégua na Sanepar

Depois de um ano de atritos com os acionistas privados da Sanepar, reunidos no consórcio Dominó, o governador reeleito do Paraná, Beto Richa, está disposto a seguir a linha do “Betinho, paz e amor”. O discurso dúbio em relação aos sócios da companhia, feito sob medida para um ano eleitoral, vai ficar no passado. Richa já sinalizou que está disposto a acolher uma série de reivindicações da Dominó, dona de 25% da estatal. A mais emblemática seria a venda de um novo lote de ações da empresa, o equivalente a até 24% do capital ordinário. Diante das circunstâncias, trata-se de uma operação que atenderia aos interesses de lado a lado. Os acionistas privados aumentariam seu poder na gestão da Sanepar; já o governo asseguraria o funding necessário para ampliar a rede de saneamento no estado sem raspar o caixa do Tesouro. O plano de investimentos da Sanepar prevê o desembolso de R$ 2,5 bilhões no biênio 2015/16. Nos quatro anos de mandato de Beto Richa, a conta pode chegar aos R$ 6 bilhões. É bem verdade que Beto Richa nunca foi Roberto Requião, que, em seus anos de governo, alijou os acionistas privados da Sanepar e fez de tudo para apeá-los do negócio. No entanto, o governador paranaense deu algumas estocadas nos investidores reunidos no consórcio Dominó. Em 2013, a renegociação do acordo de acionistas reduziu o poder dos sócios. O enfraquecimento se acentuou em maio deste ano, quando BNDES, Copel, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil deixaram a Dominó.

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02.12.14
ED. 5013

Gênio difícil

O empresário João Carlos Di Gênio mudou, pero no mucho. Depois de muitos anos de resistência, Di Gênio foi convencido pelo BTG Pactual a ouvir propostas para a venda de parte de sua rede de ensino, o Grupo Objetivo. No entanto, já rechaçou a primeira oferta, apresentada pela gestora norte-americana Advent.

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02.12.14
ED. 5013

Cream cracker

A cearense M. Dias Branco tem lançado olhares famintos na direção da Marilan, uma das cinco maiores fabricantes de biscoitos do país. A empresa, controlada pela família Garla, fatura por ano cerca de R$ 500 milhões.

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02.12.14
ED. 5013

Acostamento

A carreata das férias coletivas vai encher mais alguns ônibus. A exemplo da Marcopolo, sua maior concorrente, a fabricante de carrocerias Comil deverá fazer duas paradas na produção ao longo do primeiro trimestre de 2015.

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02.12.14
ED. 5013

Pepsico

Ainda não será desta vez que a Pepsico vai trazer para o Brasil a Tropicana, sua marca mundial de sucos de laranja. O lançamento, previsto para o primeiro trimestre de 2015, foi novamente adiado. A queda das vendas de produtos congêneres no país desencorajou os norte-americanos. Questionada, a Pepsico disse que “está sempre avaliando o mercado em busca de oportunidades”. Mais protocolar, impossível.

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02.12.14
ED. 5013

Banco chinês

O Agricultural Bank of China deverá aterrissar em breve no mercado brasileiro.

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02.12.14
ED. 5013

Rubens Ometto

Rubens Ometto e as autoridades regulatórias de São Paulo estão em rota de colisão. O motivo é a revisão tarifária da Comgás, prevista para 2015. A Agência de Saneamento e Energia do Estado já sinalizou que exigirá da distribuidora de gás um aumento do volume de investimentos para justificar o reajuste solicitado pela empresa. Estima se que a contrapartida custe a  Comgás mais de R$ 3 bilhões. Oficialmente, a Arsesp informa que “qualquer exigência ou solicitação para as concessionárias de gás dentro do processo de revisão tarifária será tornada pública em seu devido momento.”

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